sexta-feira, 10 de julho de 2009

Movie@sofá #25

(Breve introdução: é um filme português, onde a maior parte dos diálogos são em inglês e italiano, com miúdas a mostrarem as mamas e actores "emprestados".)

Título: Second Life (em português, Second Life)
Ano: 2008
País: Portugal
Realizador: Alexandre Cebrian Valente
Género: Drama, Crime
Elenco Principal: Piotr Adamczyk, Lúcia Moniz, Paulo Pires, Nicolau Breyner, Ana Padrão
Sinopse: Nicholas comemora o seu 40º aniversário na sua casa de campo algures no Alentejo, com Sara, sua mulher há 8 anos na companhia de dois casais amigos e uma jovem e sensual actriz, Raquel. Nicholas tem tudo o que sempre desejou e vive uma vida desafogada. Durante a noite do seu aniversário, descobriremos as profissões, os segredos, as paixões, os vícios, as traições e as ambições de cada um dos nossos personagens. Eis que, quando menos se espera, Nicholas surge morto à superfície da piscina. Nesse momento Nicholas assume o controlo do filme, o controlo que nunca teve na sua vida, e questiona-se: e se há 10 anos atrás, quando foi a Itália e conhecera Cláudia, por quem se apaixonara completamente, tivesse optado por ter ficado a viver com ela? Será que teria seguido a mesma profissão? Viveria em Portugal? Teria filhos? Viveria de forma abastada? Estaria vivo? A partir deste momento, iremos assistir a duas versões da história desta vida: uma onde Nicholas jaz morto na piscina e a polícia irá desvendar o mistério da sua morte, trazendo à verdade as traições, os segredos, as mentiras, as verdades de todos os personagens e se descobre a natureza da morte de Nicholas; outra onde vemos Nicholas, noutro país, noutra vida, com outra mulher e com filhos, outra actividade, outro comportamento, mas o mesmo aniversário. Será o destino capaz de ser igual tanto numa história como na outra?. (in Cinema PTGate).

Nicholas: We are only entitled to one life, why not two?

Trailer: aqui.

Pontos Mary: 3.0 em 10.

Considerações gerais: o enredo ainda que promissor, não chega a ser original, tendo em conta que uma história muito semelhante já foi contada em The Family Man (2000), com Nicholas Sparks. Ainda assim, havia muita coisa que podia ser explorada e não foi. O realizador consegue alguns planos muito bons e há algumas sequências de imagens que, por si só, transmitem ideias interessantes e complementam a narrativa dos acontecimentos feito pelo personagem morto. Os diálogos são fracos. As representações, com algumas excepções, deixam muito, muito a desejar. O filme é muito, muito fraco tendo apenas conseguido alguns pontos na banda sonora. Miúdas com mamas ao léu podem até ser o chamariz para ver uma vez, mas não sustentam a qualidade de um filme. Este é, claramente, mais um produto feito para se ver raparigas nuas a dizerem textos decorados e o Figo a fazer passar-se por actor.
Não aconselho ninguém a ver o filme.

Palavra-chave : escolhas!

2 Comentário(s):

Anónimo 11:53 da tarde, julho 11, 2009  

portanto, so mamas e nada de filme...

Mary 2:47 da tarde, julho 13, 2009  

Ogolbo, filme no verdadeiro sentido da palavra, não. Temos é 1:20 minutos de qualquer coisa...

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