Quarta-feira, 8 de Julho de 2009
Terça-feira, 7 de Julho de 2009
Top 3 - Livros
Ontem, uma amiga perguntou-se qual era o meu Top 3 de livros de todos os tempos. Pensei, pensei e pensei. Não é fácil eleger num universo tão grande (ainda que não seja assim tão grande como o do Marcelo Rebelo de Sousa) apenas 3 livros. Foi então que resolvi escolher livros que, em diferentes etapas da minha vida, marcaram-me de uma forma ou de outra.
Pé de Laranja Lima, de José Mauro de Vasconcellos
Andava no 8º ano, quando uma amiga chegou ao pé de mim completamente histérica por ter lido um livro magnífico. Lembro-me dela dizer: tens de lê-lo. Eu, que adoro um desafio, aceitei. Emprestou-mo. Li-o. Adorei-o.
A Lua de Joana, de Teresa Gonzalez
Numa altura que também era adolescente e também escrevia num diário, este livro que chegou-me também através de uma amiga, foi devorado num ápice. Provavelmente porque estava a viver longe da minha família e dos meus amigos mais próximos, este livro foi um marco muito importante no moldar da minha personalidade e na minha forma de pensar e agir.
O Amor nos Tempos de Cólera, de Gabriel García Márquez
Li-o numa fase mais madura da minha vida e a enquanto vivia (e continuo a viver) um grande amor. Foi o meu primeiro contacto com o escritor colombiano e o enredo marcou-me duma forma bastante peculiar. Não sendo uma pessoa nadinha romântica, este livro trouxe ao de cima o mais lamechas de mim. Gabriel García Márquez fez-me acreditar que "Quem espera, sempre alcança" e que "Enquanto há vida, há esperanças".
Pé de Laranja Lima, de José Mauro de Vasconcellos
Andava no 8º ano, quando uma amiga chegou ao pé de mim completamente histérica por ter lido um livro magnífico. Lembro-me dela dizer: tens de lê-lo. Eu, que adoro um desafio, aceitei. Emprestou-mo. Li-o. Adorei-o.
A Lua de Joana, de Teresa Gonzalez
Numa altura que também era adolescente e também escrevia num diário, este livro que chegou-me também através de uma amiga, foi devorado num ápice. Provavelmente porque estava a viver longe da minha família e dos meus amigos mais próximos, este livro foi um marco muito importante no moldar da minha personalidade e na minha forma de pensar e agir.
O Amor nos Tempos de Cólera, de Gabriel García Márquez
Li-o numa fase mais madura da minha vida e a enquanto vivia (e continuo a viver) um grande amor. Foi o meu primeiro contacto com o escritor colombiano e o enredo marcou-me duma forma bastante peculiar. Não sendo uma pessoa nadinha romântica, este livro trouxe ao de cima o mais lamechas de mim. Gabriel García Márquez fez-me acreditar que "Quem espera, sempre alcança" e que "Enquanto há vida, há esperanças".
Segunda-feira, 6 de Julho de 2009
Diário das férias - parte II
Para além de conhecer pessoas e hábitos, as férias também serviram para conhecer alguns lugares. Para começar, não podia faltar o passeio da praxe: visita guiada à cidade de Boston. Começa com a subida ao 50º andar do Prudencial Tower, o prédio mais alto que já subi.
A torre dá acesso a outros prédios numa ligação contígua de lojas. Existe ainda uma espécie de museu, sobre factos históricos e aspectos da sociedade de Boston, onde havia um baú com um livro em português.
[Church of Christ, Scientist]
[Fenway Park, estádio dos Boston Red Sox]
[Do outro lado do rio, fica a Universidade de Harvard e o MIT. Só estivemos lá de noite para certificar se os geeks também saem à noite...]
(continua...)
A torre dá acesso a outros prédios numa ligação contígua de lojas. Existe ainda uma espécie de museu, sobre factos históricos e aspectos da sociedade de Boston, onde havia um baú com um livro em português.
O dia estava meio cinzento, mas a vista sobre a cidade é simplesmente de tirar o fôlego. Lá de cima, podemos destacar:
[Church of Christ, Scientist]
[Fenway Park, estádio dos Boston Red Sox]
[Do outro lado do rio, fica a Universidade de Harvard e o MIT. Só estivemos lá de noite para certificar se os geeks também saem à noite...](continua...)
Etiquetas: Estados Unidos, Férias
Domingo, 5 de Julho de 2009
Cabo-Verde, independente desde 5 de Julho de 1975
Labanta braço se bô grita bô liberdade (x4)
Grita povo independanti
Grita povo liberdado
Cinco di Julho sinonimo di liberdadi
Cinco di Julho caminho aberta pa flicidadi
Grita "viva Cabral"
Honra combatentes di nos terra.
Grita povo independanti
Grita povo liberdado
Cinco di Julho sinonimo di liberdadi
Cinco di Julho caminho aberta pa flicidadi
Grita "viva Cabral"
Honra combatentes di nos terra.
[Labanta Braço, Os Tubarões]
Etiquetas: Nha terra
Sexta-feira, 3 de Julho de 2009
Pensamentos sextafeirianos #14
Hora de procurar outros destinos para passar o fim de semana...Etiquetas: Pensamentos
Quinta-feira, 2 de Julho de 2009
A casa tem novo habitante
A máquina antiga já andava a pedir a reforma há algum tempo. Hoje compramos uma novinha. Faço votos que fique por cá, se não mais, pelo menos o mesmo número de anos que a sua antecessora.Etiquetas: Pensamentos
Quarta-feira, 1 de Julho de 2009
Diário das férias - parte I
Adoro viajar, principalmente de avião. Fazer as malas e partir à descoberta de novos lugares, fascina-me. Não é tanto pelos museus, praças ou igrejas, mas sim pelas pessoas e as suas vivências. Adoro perceber como os nativos vivem, seus hábitos e costumes e, principalmente, desmistificar ideias e preconceitos. Se a estas pessoas juntar alguns familiares e amigos, arrisco a passar "one hell of a holiday". Foi o que aconteceu!
Ao segundo dia em terras americanas, presenciamos algo bastante típico: as tão famosas "parades". Bombeiros, polícias, miúdos, graúdos, bandas, congregações, canditados às eleições, gays, etc. desfilam sobre o olhar atento da população que bate palmas e acena aos participantes com entusiasmo. Senti-me num filme.

São bastante patriotas. Provam-no as bandeiras hasteadas em quase todas as casas e edifícios públicos, o entusiasmo com que defendem o país, os vários tributos aos soldados e, principalmente, o orgulho que têm no seu povo e país. No meio das bandeiras todas, ainda deu para ver uma casa com uma do orgulho gay (achei interessante, tendo em conta que estamos a falar dos USA).
Deliciei-me com a forma como os empregados tratam os clientes. Aos empregados de cafés, restaurantes e afins, pode-se atribuir tal simpatia ao facto de ser "quase" obrigatório deixar gorjeta (15% do valor total e que, em alguns casos, é mais um item do recibo). Mas se já é obrigatório deixar gorjeta, why care so much? Ao falar sobre o assunto com o meu cunhado, dono de um negócio, ele explicou-me que é mesmo política dos patrões e que um empregado pode ser despedido se houver queixas por parte dos clientes. Em qualquer sítio (lojas, cinema, restaurantes, etc.), sempre que um empregado dirigia-me a palavra e, antes de perguntar o que desejo ou se preciso de ajuda, dizia-me: "Hello, madame. How are you today?".
Os condutores param para deixar os peões atravessarem a rua fora das passadeiras, na auto-estrada não excedem o limite de velocidade, mas como nem tudo são rosas, falar ao telemóvel parece ser um requisito para conduzir.
Reciclagem nem vê-la e atirar lixo para o chão parece um acto normal. No entanto, as ruas estão sempre impecávelmente limpas (excelente serviço de limpeza) e os espaços verdes sempre muito bem arranjados (tanto os públicos como os privados).
Tendo em conta que os bares fecham à 1 e as discotecas às 2, a vida nocturna pode ser classificada como sendo muito fraquinha. Quanto aos preços, uma carteira não aguenta aquilo todos os dias (cheguei a pagar 4 dólares por uma cerveja, mais gorjeta). As lojas de conviniências deixam de vender álcool a partir das 11 que é também a hora de fecho das lojas de bebidas alcoólicas. Nos bares é normal encontrar as incrições "No ID, No drink!".
Todos os aspectos acima referidos dizem respeito ao estado de Massachusetts, visto que, esta que vos escreve, apenas esteve em contacto com uma pequena parte do referido estado.
(continua...)
Ao segundo dia em terras americanas, presenciamos algo bastante típico: as tão famosas "parades". Bombeiros, polícias, miúdos, graúdos, bandas, congregações, canditados às eleições, gays, etc. desfilam sobre o olhar atento da população que bate palmas e acena aos participantes com entusiasmo. Senti-me num filme.

São bastante patriotas. Provam-no as bandeiras hasteadas em quase todas as casas e edifícios públicos, o entusiasmo com que defendem o país, os vários tributos aos soldados e, principalmente, o orgulho que têm no seu povo e país. No meio das bandeiras todas, ainda deu para ver uma casa com uma do orgulho gay (achei interessante, tendo em conta que estamos a falar dos USA).Deliciei-me com a forma como os empregados tratam os clientes. Aos empregados de cafés, restaurantes e afins, pode-se atribuir tal simpatia ao facto de ser "quase" obrigatório deixar gorjeta (15% do valor total e que, em alguns casos, é mais um item do recibo). Mas se já é obrigatório deixar gorjeta, why care so much? Ao falar sobre o assunto com o meu cunhado, dono de um negócio, ele explicou-me que é mesmo política dos patrões e que um empregado pode ser despedido se houver queixas por parte dos clientes. Em qualquer sítio (lojas, cinema, restaurantes, etc.), sempre que um empregado dirigia-me a palavra e, antes de perguntar o que desejo ou se preciso de ajuda, dizia-me: "Hello, madame. How are you today?".
Os condutores param para deixar os peões atravessarem a rua fora das passadeiras, na auto-estrada não excedem o limite de velocidade, mas como nem tudo são rosas, falar ao telemóvel parece ser um requisito para conduzir.
Reciclagem nem vê-la e atirar lixo para o chão parece um acto normal. No entanto, as ruas estão sempre impecávelmente limpas (excelente serviço de limpeza) e os espaços verdes sempre muito bem arranjados (tanto os públicos como os privados).
Tendo em conta que os bares fecham à 1 e as discotecas às 2, a vida nocturna pode ser classificada como sendo muito fraquinha. Quanto aos preços, uma carteira não aguenta aquilo todos os dias (cheguei a pagar 4 dólares por uma cerveja, mais gorjeta). As lojas de conviniências deixam de vender álcool a partir das 11 que é também a hora de fecho das lojas de bebidas alcoólicas. Nos bares é normal encontrar as incrições "No ID, No drink!".
Todos os aspectos acima referidos dizem respeito ao estado de Massachusetts, visto que, esta que vos escreve, apenas esteve em contacto com uma pequena parte do referido estado.
(continua...)
Etiquetas: Estados Unidos, Férias



