segunda-feira, 11 de junho de 2012

EasyJet - breves considerações

Para primeira viagem em low cost, não foi nada mau e não ficou muito a dever às outras companhias que já tive oportunidade de testar. No entanto, nem tudo foram rosas.

Se és forreta e gostas de coisas despachadas, este é o tipo de companhia que procuras, mas se és amante do silêncio durante a viagem, gostas de perceber o que os assistentes de bordo estão a dizer e não percebes português, foge a sete pés.

Preço - consegue-se poupar algum dinheiro que pode ser utilizado para hospedarem num hotel melhor ou fazerem umas refeições mais caras;
Sem lugares marcados - muitas pessoas não devem gostar, mas o facto de não haver lugares marcados faz com que as pessoas não enrolem muito no embarque, atrapalhando todo o processo (tem a desvantagem de provocar filas muito cedo durante o embarque).


Vendas a bordo - com tanta coisa para vender, uma pessoa sente-se como se estivesse numa feira de variedades;
EasyJetês - ninguém me tira da cabeça que têm a sua própria língua e qualquer semelhança com o inglês é mera coincidência. A determinada altura, estavam a dizer qualquer coisa e o esposo disse: "podem até estar a dizer que estamos a ir de encontro à água que é igual para nós" (aconteceu nos dois vôos e os assistentes e restante tripulação eram diferentes).

Nota: estas considerações foram feitas com base nos vôos Lisboa/Funchal/Lisboa e na opinião, única e exclusiva, da dona deste blog.

2 Comentário(s):

Patxi 7:00 da tarde, junho 12, 2012  

A EasyJet tem o problema de ter espanhóis a fazer a rota lisboa-Funchal, por isso o problema da língua.

Em relação às compras a bordo. A pior é mesmo a RyanAir, até raspadinhas têm. É super irritante. :(

Mary 9:15 da tarde, junho 12, 2012  

Patxi, para além de espanhóis também tinha uma portuguesa. Quanto às raspadinhas, a EasyJet também já tem :p

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