terça-feira, 12 de julho de 2011

Dos aniversários...

My little sister is 22. Happy birthday, love!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Hot Monday #97

Seja Segunda-feira ou outro dia qualquer, já não há paciência para ouvir falar da Moody's. Mais uma das muitas razões que fazem um post com um homem (sugestão e escolha de imagem da Kris) e uma mulher giros, tão necessário.

[Harry Lloyd, 27 anos e Emmanuelle Vaugier, 35 anos]

domingo, 10 de julho de 2011

A Metamorfose

Título original: Die Verwandlung
Género: Ficção
Autor: Franz Kafka
Ano: 1915

Sinopse: "A Metamorfose" (1915), obra extraordinária, que nos conta a história de Gregor Samsa, um caixeiro-viajante que suportava financeiramente a sua família e que certa manhã se viu transformado num insecto. Impossibilitado de ir para o trabalho e incapaz de comunicar com os seus familiares, Gregor Samsa vai tornando-se um peso insuportável para estes e sendo relegado para uma situação de marginalização. Narrativa simbólica, "A Metamorfose" reflecte sobre a angústia individual, a solidão e a desesperança humana. (in Wook)

Gregor Samsa é um jovem caixeiro viajante e o sustento da sua família, composta pelos pais e pela irmã. Numa manhã como tantas outras, Gregor acorda para começar mais um dia de trabalho, mas sente que há algo de errado com o seu corpo. Dormiu homem e acordou insecto.
O atraso de Gregor levanta suspeitas na família que se dirige ao quarto do jovem para perceber o que se passa, mas este não abre a porta. O tempo continua a passar e o jovem recusa-se a sair do quarto. Tocam à campaínha e é o chefe de Gregor a pedir explicações sobre o atraso do jovem. Como sair do quarto e explicar a sua aparência?

Mas, agora, surgia como qualquer um, bem direito, vestido com uma farda azul com botões dourados, tal como vestem os contínuos nos bancos, o seu poderoso duplo-queixo assente sobre a rígida gola alta do seu casaco: sob umas sobrancelhas espessas, uns olhos negros lançavam olhares vivos e vigilantes; uns calebos brancos, outrora emaranhados, dispunham-se agora cuidadosamente penteados, separados por uma risca impecável.
Kafka conta neste livro uma pequena história sobre dois tipos de transformação: a física de Gregor e a psicológica da sua família. Gregor está num corpo diferente, sobre a qual não tem controlo, mas que com o passar do tempo começa a aceitar. Aos olhos da família, ele transformou-se num "monstro", que têm dificuldade em aceitar e que "roubou" a sua única fonte de sustento.

Em poucas páginas, o autor faz uma crítica sobre aparências, quando transforma Gregor num ser repugnante, mas também sobre a aceitação, ao apresentar as reacções dos diferentes membros da sua família.

Uma rápida leitura para uma reflexão prolongada...
(3/5)

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Pensamentos sextafeirianos #116

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Jane Eyre

Título original: Jane Eyre
Género: Romance
Autor: Charlotte Brontë
Ano: 1847

Sinopse: Considerada uma obra-prima da literatura inglesa, Jane Eyre é um romance da escritora inglesa Charlotte Brontë, publicado no século XIX, mais precisamente em 1847. Jane Eyre é uma autobiografia ficcionada da protagonista que, depois de uma infância e adolescência desprovidas de afecto, se torna preceptora em Thornfield Hall e se apaixona pelo seu proprietário, Mr. Rochester. Uma história sobre a liberdade humana, repleta de elementos dramáticos (incêndios, tempestades, tentativas de homicídio) que compõem uma atmosfera de mistério e suspense. (in Wook)

Após a morte dos pais, Jane Eyre é levada a viver com o tio, a esposa deste e os primos, John e Eliza. Presa à promessa que fez ao marido, no leito da morte, de continuar a cuidar da sobrinha, Sarah maltrata Jane e serve-se das piores artimanhas para mantê-la afastada dos filhos. Quando todos os seus planos falham, Sarah toma a decisão de enviar Jane para Lowood School, uma escola primária destinada a crianças órfãs.
Nos anos que passou em Lowood, Jane, que foi aluna e professora, teve a oportunidade de instruír-se, ganhar a sua liberdade, ser independente e fugir dos maltratos da tia. Quando decide abandonar a escola e ser preceptora, Jane conhece Rochester e começa uma nova fase na sua vida.

Convencionalismo não é moralidade. Arrogância não é religião. Atacar os primeiros não é combater as últimas. Arrancar a máscara da cara de um fariseu não é levar uma ímpia à Coroa de Espinhos. Trata-se de coisas e gestos diametralmente opostos, tão diferentes como o vício é da virtude. Os homens têm tendência a confundi-los. Não o deveriam fazer. A aparência não pode ser confundida com a verdade.
De menina a mulher, Charlotte conta a sua história na primeira pessoa e faz isso numa constante interacção com o seus ouvintes. Mostra o seu ponto de vista, faz-nos perguntas, tenta adivinhar os nossos pensamentos e justifica as suas opções antecipamdo a nossa desconfiança.
Somos apresentados a uma Jane sofrida e maltratada, que cresce para transformar-se numa adolescente exemplar e, por fim, numa mulher independente e apaixonada.

Uma leitura simples, apaixonante, com uma dose de mistério e um punhado de personagens misteriosos e envolventes.

Não é segredo a minha preferência por clássicos e quando se lhe junta uma autobiografia, ainda que ficcionada, a leitura tem tudo para correr bem.
Gostei.
(4/5)

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Dos 12 dias do mês - Junho

Estava previsto haver várias actividades e houve. Junho teve casamento, compras no Ikea de Loures, inauguração da minha cozinha nova com o pessoal do escritório, brunch no Martin & Thomas com amigos, etc. Para não variar, também houve muito trabalho e 2/3 noitadas.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Dos 36 anos de independência...

[1975 - 2011]
Triste, por te deixar, de manhãzinha
Desci ao porto. E logo, asas ao vento,
Fomos singrando, sob um céu cinzento,
Como, num ar de chuva, uma andorinha.

Olhos na Ilha eu vi, amiga minha,
A pouco e pouco, num decrescimento,
Fugir o Lar, perder-se num momento
A montanha em que o nosso amor se aninha.

Nada pergunto; nem quero saber
Aonde vou: se voltarei sequer;
Quanto, em ventura ou lágrimas, me espera

Apenas sei, ó minha Primavera,
Que tu me ficas lagrimosa e triste.
E que sem ti a Luz já não existe.

Partindo, Eugénio Tavares

Porque não interessa o tempo ou a distância, o meu coração tem e terá sempre uma raíz bem presa a ti.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Hot Monday #96

Segunda-feira feriado em Coimbra e nós a trabalhar. Mais uma das muitas razões que fazem um post com um homem e uma mulher giros, tão necessário.

[Maximilian Befort, 22 anos e Joemy Blanco, 29 anos]

sexta-feira, 1 de julho de 2011

D' As Crónicas de Gelo e Fogo...

A Guerra dos Tronos veio da Saída de Emergência com 40% de desconto, na mesma compra que A Glória dos Traidores.
A Muralha de Gelo foi comprado na Fnac com recurso a um vale de desconto de 10€.
A Fúria dos Reis e A Tormenta de Espadas foram comprados num pack, da Saída de Emergência, que trazia O Despertar da Magia como oferta.
O Festim dos Corvos e O Mar de Ferro vieram da Fnac, aproveitando a promoção compre 2 e leve 3, juntamente com a Kris.

Agora que já estão todos na minha estante e sem ter gasto uma fortuna, o próximo passo é saboreá-los.

Pensamentos sextafeirianos #115

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