sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Alva
Género: Romance
Título original: Alva
Autor: Miguel Urbano Rodrigues
Sinopse: este romance do jornalista Miguel Urbano Rodrigues tem agora uma razão acrescida para ser lido. É, podemos dizê-lo, um romance de amor, mas o seu cenário atravessa um dos locais mais em voga, embora por más razões, nos dias que correm, o Afeganistão. Mas também a Índia, o Perú, ou o México. Romance de um homem que conhece bem os quatro cantos do mundo, a leitura de "Alva" torna-se fascinante pela sua simplicidade e clareza, pela intemporalidade de um amor e da procura de um sentido para a vida. (in, Wook).
Alva é uma historiadora peruana que vive no Hotel Kabul e estuda a cultura dos Kuchanos, povo ariano que viveu e desapareceu no Afeganistão. Pedro, também historiador, é um brasileiro que está no Afeganistão à procura de informações para o livro que está a escrever.
Alva e Pedro encontram-se em Kabul e começam uma amizade cultivada através de longas horas de conversas. A determinada altura, os dois seguem caminhos distintos, mas mantém a amizade através da troca de correspondência. As missivas transportam amor, amizade, mas sobretudo histórias do Afeganistão, da Ásia e da América Latina.
Miguel Urbano Rodrigues serve-se do romance entre Alva e Pedro para levar-nos numa descoberta a vários países, de que são exemplo, Afeganistão, México, Perú, China, Índia, Rússia, etc. É um passeio pelas ruínas das muralhas de Bala Hissar, pelo rio Oxus, pela história política de países como Venezuela ou Rússia, pelos ideais de grandes chefes antigos, pelas obras de pintores famosos, por músicos de renome, pelo comunismo, pela arte, etc.
Durante a leitura e à medida que avançava, não pude deixar de lembrar-me dos livros do José Rodrigues dos Santos, mas em muito, muito melhor. O autor cria um romance para contar uma história ou passar uma mensagem. Os protagonistas são o elo de ligação entre nós a história, a geografia e a política mundial.
Amor. Amizade. Sensualidade. Erotismo. Sofrimento. Dualidades. Viagens. História. Comunismo. Passeios. Mas sobretudo muita, muita informação.
Publicada por Mary à(s) 11:56 p.m. 0 Comentário(s)
Etiquetas: Leituras 2010, Livros, Vídeos
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Dias dos Hérois Nacionais

Publicada por Mary à(s) 1:16 a.m. 0 Comentário(s)
Etiquetas: Nha terra
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Globos de Ouro: a bela e a mostra


Christina Hendricks - o vestido não é, nem de perto nem de longe, o o pior (a Cher não deixa ninguém ir pior que ela e vi uma menina com um lençol branco enrolado ao corpo), mas convenhamos que as mamas da senhora não ajudam, em nada, o figurino. A cor é um bocadinho sem sal e não morro de amores pelos folhos.
Publicada por Mary à(s) 12:17 a.m. 4 Comentário(s)
Etiquetas: Coisas de Mulher, Globos de Ouro
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Hot Monday#22
Esta Segunda-feira poderá ficar marcada como o dia que o meu disco externo, de 1TB com menos de 100GB livres, foi desta para melhor (a confirmação poderá chegar logo à noite e Deus queira que seja apenas problemas com os cabos). Mais uma das muitas razões que fazem um post com um homem e uma mulher giros, com pele de chocolate, tão necessário.
Publicada por Mary à(s) 2:34 p.m. 4 Comentário(s)
sábado, 16 de janeiro de 2010
Dos ídolos - parte II
Versados que estão os temas apresentadores e jurados dos ídolos, é hora de dissertar sobre o núcleo forte do programa: os concorrentes (para simplificar as coisas, só vou comentar os que ainda estão em concurso.)
Inês - 16 anos
Apesar de bastante nova, há várias pessoas que apelidam-na de pequena Björk. Tem uma voz poderosa, mas não morro de amores por ela.
Ainda não estou convencida que possa ser uma menina versátil e acho que não pode ser enquadrada no perfil pop que o programa procura.
Solange - 16 anos
Devido aos seus desempenhos na fase de castings, chegou a figurar, durante muito tempo, no meu top 3 de preferências. No entanto, à medida que o programa avança, tenho notado a sua estagnação e tenho dúvidas que tenha mais a mostrar.
Tem uma voz doce e uma presença de palco maior que a sua idade. Falta-lhe crescer mais alguns anos.
Carlos - 17 anos
É o típico artista pop e o target do programa: jovem, com um look diferente, que canta, que dança, que esperneia, que salta, que sacode o cabelo, etc.
Nunca gostei dele, mas reconheço que ele tem uma estratégia e isso reflecte-se nas suas escolhas musicais e nas suas entrevistas.
Arrisco a dizer que ele será o próximo ídolo de Portugal.
Filipe - 21 anos
Tímido, humilde, amigo do ambiente e dono de uma voz que não deixa ninguém indiferente. É um dos meus favoritos (juntamente com a Diana).
Ao contrário da Solange, ele tem vindo a crescer a cada gala. Está mais solto e isso é notório na forma como se movimenta no palco e interage com o público.
Diana - 24 anos
É a mais velha e isso está patente no seu comportamento como pessoa e como cantora. Ela é a artista do programa. Canta com a alma, sabe estar num palco e envolve o público nas suas actuações.
Poderá ser prejudicada por ser sobrinha do Manel, mas se houvesse justiça na votação do público, ela seria, sem margens para dúvidas, a vencedora.
Dos restantes finalistas, gostava da Catarina (um vozeirão) e da Carolina (pela voz, presença no palco e personalidade).
Cenas do próximo capítulo: polémicas.
Publicada por Mary à(s) 11:49 p.m. 3 Comentário(s)
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Pensamentos sextafeirianos #42
É perante estes cenários, que os nossos problemas transformam-se em problemazitos, sem importância.

Um sismo de magnitude 7.0 na escala de Richter atingiu o Haiti a 12 de Janeiro. Trinta segundos bastaram para destruir quase totalmente a capital Port-au-Prince. A maioria dos edifícios ficou destruída, desde o palácio presidencial a hospitais e prisões. A Cruz Vermelha Internacional estima que três milhões de haitianos tenham sido afectados. O Governo do Haiti calcula que tenham morrido 100 mil pessoas. (in SIC Online)
Publicada por Mary à(s) 12:31 a.m. 2 Comentário(s)
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
A Ofensa
Sinopse: se o corpo é a fronteira entre cada um de nós e o mundo, como pode o corpo defender-nos do horror? Quanta dor pode um homem suportar? Pode o amor salvar aquele que perdeu a esperança? São estas algumas das perguntas implícitas em A Ofensa, a história de Kurt Crüwell, um jovem alfaiate alemão empurrado pelo nazismo para o vórtice de uma experiência radical e insólita.
Metáfora de um século trágico, viagem vertiginosa às raízes do Mal, A Ofensa afirmou Ricardo Menéndez Salmón como um dos grandes nomes da jovem ficção espanhola (in, Wook).
(...) Porque o homem enfraquece, distrai-se, corrompe-se, mas a sua memória permance firme, sempre na primeira linha, icorruptível; de maneira que, enquanto o homem tropeça, ou arrefece, ou perde os dentes, ou ergue muralhas, ou se disfarça, ou devora os seus semelhantes, ela permanece alerta, absorvendo tudo, guardando tudo, classificando tudo: cavando, cavando, cavando.
Publicada por Mary à(s) 11:49 p.m. 0 Comentário(s)
Etiquetas: Leituras 2010, Livros, Vícios
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Dos ídolos
Todos os domingos, sento-me em frente à televisão para ver os Ídolos ao mesmo tempo que troco comentários, via twitter, com mais um punhado de followers que estão a fazer o mesmo.
O referido programa tem a pretensão de encontrar o próximo ídolo de Portugal e já vai na sua 3ª edição. Sim, houve mais duas edições embora, ninguém sabe ao certo onde foram parar os tais ídolos.
Primeiro são os castings, onde pessoas sem jeito para a coisa têm os seus 15 segundos de fama. Os melhores chegam à fase do teatro e 15 vêem os seus passaportes carimbados para as galas com actuações ao vivo.- não tenho nada contra a Claúdia e o Manzarra, mas se cheguei a perdoar-lhes os deslizes nas primeiras galas, actualmente, acho que certas coisas são inaceitáveis (falar em cima dos separadores é apenas um exemplo);
- o Manzarra é o moço das graçolas e é o ídolo de grande parte do mulherio. É-me completamente indiferente e não consigo achar-lhe graça.
- às vezes, a Claúdia aparece com endumentárias que não lembram ao diabo (bem sei que isso não é culpa da menina) e que realçam cada vez mais as 3 crianças que vai parir (teoria minha: uma na barriga e uma em cada mama). Tenta entrar nas piadas do Manzarra e é aí que, na minha opinião, espalha-se ao comprido.
- o par de mamas que acompanha-a também contribui para aumentar o share (há sempre a probabilidade de umas delas saltar do vestido e ninguém quer perder tamanho momento televisivo).
- já não tenha pachorra para ouvi-los falar sobre a cria da miúda.
Júris
- o Manuel (ou Manel) é um azeiteiro e tenta imitar o Simon. Ele que pare, por favor!!!
- a Roberta só sabe falar de "atitude" e todas as noites volta a dizer a mesma coisa. Mais que 3 vezes, cansa.
- o Laurent, talvez por ser músico, parece-me ser o único que percebe realmente do que está a fazer-se aí.
- o Boucherie já todos perceberam que é um convencido e acha-se um sabichão de primeira. Já irrita estar sempre a querer mostrar que percebe muito de música quando recita informações sobre álbuns e artistas.
Cenas do próximo capítulo: concorrentes e polémicas.
Publicada por Mary à(s) 3:12 p.m. 6 Comentário(s)
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Palavra de constructor*
2009 era suposto ser o ano em que as obras do quarto de casal, da casa de banho, do actual escritório (futuro quarto da cria) e do hall ficariam concluídas.
Publicada por Mary à(s) 10:36 p.m. 0 Comentário(s)
Etiquetas: Obras
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Responsável. Organizada. Ambiciosa. Teimosa. Orgulhosa. Precipitada. Realista. Prática. Viciada e muito apaixonada pela vida e pelas pessoas da minha vida.
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Acabou tudo para Simon Axler, o protagonista do novo e surpreendente livro de Philip Roth. Um dos mais destacados actores de teatro americanos da sua geração, agora na casa dos sessenta, perdeu a magia, o talento e a confiança. (mais)
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