quinta-feira, 29 de março de 2012

I rest my case...

Eu adoro, adoro, adoro e o jornal i diz que é do melhor...

As pipocas podem ser uma boa fonte de antioxidantes...mais do que a própria fruta e os vegetais.

Segundo um estudo realizado por Joe Winson, investigador da Sociedade Americana de Química, uma dose de pipocas, com cerca de 33 gramas, contém cerca de 500 miligramas de polifenóis que são antioxidantes naturais com propriedades terapêuticas.

O mesmo efeito só é produzido pela fruta, pelos vegetais, pelos frutos secos e plantas medicinais.
De acordo com Winson, as pipocas "são o único snack que é 100% integral" desde que sejam feitas com doses muito reduzidas de gordura e sem sal ou açúcar.
[in jornal i]

Pode ser um de cada?

Pink Berry
Black Lady
Lady Abricot
Blueberry Girl

A menina adora e calha bem porque está quase a fazer comemorar mais um ano de vida... Vale a pena dizer que são da Swatch? Há muitas mais cores disponíveis nos sítios do costume. Que perdição!

terça-feira, 27 de março de 2012

Os Homens que Odeiam as Mulheres

Título original: Män som hatar kvinnor
Género: Romance Criminal
Autor: Stieg Larsson
Ano: 2005

Sinopse: O jornalista de economia Mikael Blomkvist precisa de uma pausa. Acabou de ser julgado por difamação ao financeiro Hans-Erik Wennerstrom e condenado a três meses de prisão. Decide afastar-se temporariamente das suas funções na revista Millennium. Na mesma altura, é encarregado de uma missão invulgar. Henrik Vanger, em tempos um dos mais importantes industriais da Suécia, quer que Mikael Blomkvist escreva a história da família Vanger. Mas é óbvio que a história da família é apenas uma capa para a verdadeira missão de Blomkvist: descobrir o que aconteceu à sobrinha-neta de Vanger, que desapareceu sem deixar rasto há quase quarenta anos. Algo que Henrik Vanger nunca pôde esquecer. Blomkvist aceita a missão com relutância e recorre à ajuda da jovem Lisbeth Salander. Uma rapariga complicada, com tatuagens e piercings, mas também uma hacker de excepção. Juntos, Mikael Blomkvist e Lisbeth Salander mergulham no passado profundo da família Vanger e encontram uma história mais sombria e sangrenta do que jamais poderiam imaginar. (in Wook)

Em 1966, a sobrinha de Henrik Varger, Harriet Vanger, desaparece da ilha onde se encontravam todos os membros da família Varger para um habitual encontro familiar. Henrick vive, desde então, convencido que ela foi assassinada por um Varger.
Em 2010, Mikael Blomkvist, um jornalista da revista Millennium, fica em maus lençois depois de ter sido considerado culpado num julgamento por difamação por causa de um artigo cuja fonte recusa em divulgar.
Lisbeth Salander, uma jovem problemática e rebelde, vive sob a alçada do Estado através de um tutor que gere as suas finanças e trabalha como freelancer num escritório de detectives.
Harriet Vanger é o elo de ligação entre Mikael e Lisbeth. Os dois partem numa viagem de descoberta da sua morte, num cenário envolto em mistério, segredos familiares e muitas surpresas.

Bjurman esperou até que ela baixou os olhos, o que interpretou como um gesto de submissão. Então puxou-a para mais perto. Lisbeth abriu os lábios e tomou-o na boca. Ele continuou a agarrá-la pelo pescoço e a puxá-la com força contra si. Ela sentiu que se engasgava durante os 10 minutos que ele demorou a agitar-se e a gemer; quando finalmente Bjurman ejaculou, estava a agarrá-la com tanta força que ela mal conseguia respirar.
Brutal. Emocionante. Cativante. Envolvente. Surpreendente. Estes são apenas alguns adjectivos que podem ser usados para classificar esta história que junta Lisbeth Salander, Mikael Blomkvist e alguns membros da família Vanger.
Personagens interessantes, em especial a Lisbeth, num enredo que não lhes fica atrás. Cenas brutais e arrepiantes contadas de forma cruel e que transportam o leitor para a primeira fila dos acontecimentos. Suspense e emoções q.b. que fazem-nos querer mudar de página e nunca fechar o livro, enquanto não for a última.

Como ponto negativo só tenho a realçar as excessivas descrições sobre o MacBook, com pormenores sobre placas gráficas, polegadas do monitor, a luz do teclado, etc. tendo em conta que não acrescentam nada à história e transmitem a ideia de publicidade grátis à Apple.

Com um personagem como a Lisbeth Salander, não há como não querer ler os outros volumes e ficar a par de todos os seus passos.
(4/5)

Desafio da Kelle...11 factos

factos aleatórios sobre mim

1. Adoro dormir;
2. Não gosto de salsichas nem de ervilhas;
3. Conheci 2 avós e 1 avô e estão todos vivos;
4. Gosto de dançar, mas é raro fazê-lo;
5. Sou muito impaciente e impulsiva;
6. Trabalho com mais 10 homens e sou a única mulher;
7. Sofro de "síndrome dos pés quentes";
8. Destesto ver coisas fora do sítio e os meus métodos de organização só fazem sentido para mim;
9. Não gosto de esperar;
10. Gostava de fazer uma tatuagem, mas custa-me pensar que doí e que é uma dor que não não necessária;
11. Adoro cama de lavado.

domingo, 25 de março de 2012

Vícios

E agora até o fazem em forma de pauzinhos: after eight straws. Nhammm!

sexta-feira, 23 de março de 2012

Pensamentos sextafeirianos #149

segunda-feira, 19 de março de 2012

Pai...

Nada me tira da cabeça que o MAIOR e MELHOR pai do mundo é o meu.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Desafio da Kelle

Pode-se dizer que gosto, até certo ponto, dos desafios que têm vindo a ser disparados na minha direcção por outros bloggers. Para explicar o porque do "até certo ponto", analisemos o presente desafio deixado pela Kelle.

As regras são:
a) Escrever 11 factos aleatórios sobre mim - gosto de fazer;
b) Responder às perguntas que me foram propostas - gosto de fazer;
c) Fazer 11 perguntas para as próximas pessoas - não gosto desta parte porque fazer 11 perguntas significa ter que passar o desafio a outras pessoas;
d) Escolher as próximas vitimas - já disse que não gosto de escolher próximas vítimas?

Tendo em conta as minhas razões e se estiver tudo bem com a Entidade Reguladora dos Desafios, vou apenas obdecer às regras a) e b).

Pode ser? Obrigadinha por compreenderem. As respostas seguem dentro de momentos ou assim que for possível.

Pensamentos sextafeirianos #148

quinta-feira, 15 de março de 2012

Faço minhas as tuas palavras...

(...) Segundo, porque adotar sempre foi um sonho, independentemente de ter ou não filhos biológicos.

E, para dizer a verdade, acho um erro enorme adotar SÓ porque não se conseguiu ter filhos biológicos. Adotar nunca, mas nunca, deveria ser um plano B, uma segunda opção - como não consigo ter um filho meu, vou arranjar um que não é meu para tapar esta ferida que aqui ficou.

Apesar de muita gente torcer o nariz, adoptar já faz parte dos meus planos há algum tempo. Ainda não tenho filhos, e, mesmo que venha a ter um biológio, hei-de também adoptar pelo menos um.
A principal razão? Simples: sempre quiz um filho, o esposo quer dois, há muitas crianças por aí a precisarem de um lar e de pessoas a quem possam chamar mãe e pai e, adoptado ou biológico, um filho será sempre um filho.

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