domingo, 12 de dezembro de 2010
sábado, 11 de dezembro de 2010
Do trabalho...
O resultado dos últimos meses de trabalho acabou de chegar à minha televisão de casa. Apesar de tudo, gostei do resultado.
Publicada por Mary à(s) 10:58 p.m. 0 Comentário(s)
Etiquetas: Emprego
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Pensamentos sextafeirianos #86
Publicada por Mary à(s) 12:45 a.m. 0 Comentário(s)
Etiquetas: Pensamentos
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
O Homem Duplicado
Género: Romance
Título original: O Homem Duplicado
Autor: José Saramago
Ano: 2002
Sinopse: Tertuliano Máximo Afonso, professor de História no ensino secundário, «vive só e aborrece-se», «esteve casado e não se lembra do que o levou ao matrimónio, divorciou-se e agora não quer nem lembrar-se dos motivos por que se separou», à cadeira de História «vê-a ele desde há muito tempo como uma fadiga sem sentido e um começo sem fim».
Uma noite, em casa, ao rever um filme na televisão, «levantou-se da cadeira, ajoelhou-se diante do televisor, a cara tão perto do ecrã quanto lhe permitia a visão, Sou eu, disse, e outra vez sentiu que se lhe eriçavam os pelos do corpo»...
Depois desta inesperada descoberta, de um homem exactamente igual a si, Tertuliano Máximo Afonso, o que vive só e se aborrece, parte à descoberta desse outro homem. A empolgante história dessa busca, as surpreendentes circunstâncias do encontro, o seu dramático desfecho, constituem o corpo deste novo romance de José Saramago.
O Homem Duplicado é sem dúvida um dos romances mais originais e mais fortes do autor de Memorial do Convento. (in Wook)
Vendo o seu colega sempre cabisbaixo e com ar depressivo, o colega, professor de Matemática, sugere a Tertuliano que assista o filme Quem Porfia Mata Caça. Quando o professor de História entra no videoclub e sai com a referida fita, não fazia a mínima ideia de como este simples acto iria mudar a sua vida.
Tertuliano, ao tomar conhecimento que existe uma pessoa igual a ele, inicia uma investigação, cuja meta é descobrir qual dos dois é a cópia e quem é o original.
(...) depois viu as duas abraçadas, e em vez de gritos, murmúrios, em vez de risos, lágrimas, às vezes perguntamo-nos por que tardou tanto a felicidade a chegar, por que não veio mais cedo, mas se nos aparece de improviso, como neste caso, quando já não a esperávamos, então o mais provável é que não saibamos que fazer, e não é tanto a questão de escolher entre o rir e o chorar, é a secreta angústia de pensar que talvez não consigamos estar à altura.
Este é mais um livro ao bom estilo do Saramago: uma história atípica com pouca pontuação (confesso que, ao contrário de muitas pessoas, não me causa nenhum desconforto).
O enredo deste livro é de uma originalidade notável e o final, apesar de ter-me deixado com água na boca, é surpreendente e imprevisível.
Os personagens são genuínos e crescem com a narrativa de forma lenta e detalhada, fazendo com que, em certas alturas, seja enfadonho haver tanta explicação e tão permenorizada.
Através da duplicação do personagem principal da presente obra, Saramago aborda, entre outras tema, a identidade humana, a unicidade e os valores morais de cada um.
Mais uma leitura sugerida e, claramente, mais uma aposta ganha.




(4/5)Publicada por Mary à(s) 11:45 p.m. 0 Comentário(s)
Etiquetas: Leituras 2010, Livros, Vícios
Da cozinha nova...
Ontem fizemos a nossa primeira refeição, à mesa, na cozinha nova. É certo que a comida não foi confeccionada na recém-instalada placa, nem no forno, mas já deu para começar a inauguração.
Faltam apenas alguns pormenores e ela começará a funcionar a todo o vapor. Tenho vontade de cozinhar (nunca me passou pela cabeça que um dia sentiria falta de fazer petiscos em casa).
P.S: apesar de também ser cinzenta, a imagem não é da minha cozinha (a minha é bem mais gira).
Publicada por Mary à(s) 9:00 p.m. 0 Comentário(s)
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Ninguém Escreve ao Coronel
Género: Romance
Título original: El Coronel no tiene quien le escriba
Autor: Gabriel García Márquez
Ano: 1961
Sinopse: Publicado pela primeira vez em 1961, Ninguém Escreve ao Coronel é o segundo romance de Gabriel García Márquez, escrito durante a sua estada em Paris, onde trabalhava como correspondente de imprensa desde meados dos anos 50.
Num estilo puro e transparente, com uma economia expressiva excepcional que marcava já o seu futuro como escritor, García Márquez narra com brilho inaudito a história de uma injustiça e violência: um pobre coronel reformado vai ao porto esperar, todas as sextas-feiras, a chegada de uma carta oficial que responda à justa reclamação dos seus direitos por serviços prestados à pátria. Mas a pátria permanece muda. (in Wook)
Por ter sido coronel durante a guerra dos Cem Dias, foi-lhe prometido uma pensão que nunca chegou a receber. Apesar dos idos 20 anos de espera, o coronel não perde a esperança e continua a contar com o dinheiro que irá mudar a sua vida.
Os dias são passados na companhia de uma mulher doente e cansada, de um galo lutador que herdou do filho morto e que precisa ser alimentado para as competições e da espera de uma carta que teima em não chegar.
- para os europeus, a América do Sul é um homem de bigodes, com uma guitarra e um revólver - disse o médico, a rir por cima do jornal - não compreendem o problema.
Este é um livro diferente das demais obras do autor que já tive oportunidade de ler. Não estamos perante personagens ou histórias do mundo da fantasia, mas sim pessoas reais, com problemas reais.
A história do coronel é sobre velhice, solidão, fome, sofrimento, doença, orgulho e esperança que uma carta pode mudar tudo isso.
O enredo é triste e emocinante, os diálogos entre o coronel e a mulher são ternurentos e a última fala do livro fez-me soltar uma gargalhada porque senti que, através daquele desabafo, o coronel descarregou toda a frustração acumulada durante os anos.




(3/5)Publicada por Mary à(s) 5:46 p.m. 3 Comentário(s)
Etiquetas: Leituras 2010, Livros, Vícios
Do projecto "Nós"
Junte-se a nós: compre o cachecol e apoie o Projecto Crescer Seguro, criado para dar mais força às vidas que começam na Ajuda de Berço e às vidas que recomeçam com a APAV.Eu já tenho o meu e é azul (como não podia deixar de ser).
Publicada por Mary à(s) 4:43 p.m. 1 Comentário(s)
Etiquetas: Solidariedade
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Hot Monday #66
Mais uma Segunda-feira de férias com temporal lá fora e carpinteiros barulhentos dentro de casa. Mais uma das muitas razões que fazem um post com um homem e uma mulher giros, com algum calor, tão necessário.
Publicada por Mary à(s) 6:54 p.m. 4 Comentário(s)
sábado, 4 de dezembro de 2010
The Wire
Criador: David Simon
Género: Crime | Drama | Mistério
Ano: 2002 a 2008 (5 seasons)
O inteligente McNulty. O charmoso Bunk. A mais uma dos gajos Kima. O sensato Cedric. O "Sargento" Carver. O desmiolado Herc. O minucioso Lester. O temido Omar. O arrogante Marlo. O humanista Colvin. O leal Bodie. O corrupto Clay. O braço direito Stringer Bell. A advogada Rhonda. O gangster Barskdale. O político Carcetti. O oportunista Rawls. O toxicodependente Bubbles. O matreiro Proposition Joe.
Omar: I'll do what I can to help y'all. But, the game's out there, and it's play or get played. That simple.Estes são apenas alguns dos intervenientes desta história que se desenrola em Baltimore e envolve polícias, gangsters, políticos, drogas, tráfico de influências, mortes, lealdade, traições, sindicalistas, escutas, jornalistas, lavagem de dinheiro, advogados, etc.
Para além dos personagens mais carismáticos, a série ainda tem a oferecer um excelente enredo, diálogos fabulosos, banda sonora muito boa e muito, muito humor.
Sem dúvida, uma das melhores séries de sempre.









(10/10)Publicada por Mary à(s) 11:36 p.m. 0 Comentário(s)
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Pensamentos sextafeirianos #85
Publicada por Mary à(s) 11:57 p.m. 0 Comentário(s)
Etiquetas: Pensamentos
Procurar e encontrar...
Eu...
Mãe. Esposa. Profissional.
Responsável. Organizada. Ambiciosa. Teimosa. Orgulhosa. Precipitada. Realista. Prática. Viciada e muito apaixonada pela vida e pelas pessoas da minha vida.
Amo a minha família e prezo muito as minhas amizades.
Actual leitura...
Acabou tudo para Simon Axler, o protagonista do novo e surpreendente livro de Philip Roth. Um dos mais destacados actores de teatro americanos da sua geração, agora na casa dos sessenta, perdeu a magia, o talento e a confiança. (mais)
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- Do Monte Cara vê-se o Mundo, Germano Almeida
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