sexta-feira, 8 de abril de 2016

366 dias de Matilde: 86/366

26 Março
Vacas e ovelhas: a forma de distraí-la durante a viagem de carro a Campo Maior foi ir identificando as coisas por onde passávamos. Sendo Alentejo, variava entre árvores e animais a pastarem.
Mãe: Matilde, olha as vacas.
Matilde: mãe, vacas... "mutas" vacas.

Mãe: Matilde, olha as ovelhas.
Matilde: mãe, "obelhas"... "mutas obelhas".

Matilde: mãe, e "pocos"?
(risos)

Foi preciso apenas mais uma meia dúzia de quilómetros para passarmos também por porcos a pastarem.

Pai e filha


quinta-feira, 7 de abril de 2016

366 dias de Matilde: 85/366

25 Março
Cocó: no dia anterior ao passeio ao Alentejo, ela já tinha estado mal disposta e com uns números 2 mais líquidos, mas resolvemos mesmo assim arriscar (como íamos no nosso carro, o máximo que podia acontecer era termos de regressar antes do tempo).
A tia fez a viagem com ela no banco de trás e teve de "ajudá-la" umas 3 ou 4 vezes em que estava com cólicas mas achava que era cocó.
Matilde: mãe, cocóóóóóó!
Mãe: faz força que já passa.
...
Mãe: Matilde, fizeste cocó?
Matilde: não!

Foi assim durante toda a parte da manhã até ter "resolvido" o problema à entrada de Nisa (nunca mais queixou-se de cocó durante a viagem).

Já é Primavera no Pisamonas

[Sandálias de Borracha - 15,95€]

quarta-feira, 6 de abril de 2016

366 dias de Matilde: 84/366

24 Março
Querer ficar na creche: o pai foi buscá-la e recusou-se a ir embora (nos dias que dá-lhe para fazer isso, faz de conta que não nos vê, disfarça que está a fazer qualquer coisa ou simplesmente desata a fugir pelo corredor).
Pai: Matilde, vamos à S**** ter com a avó e a tia?
Matilde:  S****?
Pai: Sim.

Pernas para que te quero. Só parou quando chegou ao carro.

366 dias de Matilde: 83/366

23 Março
Coelhinho da Páscoa: foi dia de trazer o trabalho da Páscoa para casa. De uma caixa de ovos, fizeram um coelho e colocaram ovos de chocolate lá dentro.

Assim que entrámos no carro, pediu para abrir a caixa. Temi. Vai encontrar os chocolates e vai ser um problema, pensei. Abrimos em casa, sentenciei. Calou-se.
Chegados a casa, nova lenga-lenga. Abe, mãe, abe! Abri. Encontrou os ovos, engraçou-se com o papel e não mais quiz saber da caixa.
Tão bom quando ainda não conseguem descobrir o contéudo escondido (ainda mais quando se trata de chocolate).

"E se fosse eu?"

E se tivesse de partir para fugir da guerra? Se fosse refugiado? O que levaria na mochila?
Assim de repente, tudo que levaria na minha mochila seria com o intuito de deixar a Matilde o mais confortável e bem possível.
[Ver aqui]

terça-feira, 5 de abril de 2016

366 dias de Matilde: 82/366

22 Março
Sofia, Amber e bebé: os dois primeiros fazem parte de uma caixa de legos da princesa Sofia e o outro é bebé por tratar-se de uma menina mais pequena (a diferença entre os três não é assim tão grande). Quando renovamos o quarto dela, trouxemos do Ikea uma secretária (que na realidade está lá descrito como sendo um banco), uma cadeira e um banquinho (a ideia era ser um para ela e outro para nós quando estamos a brincar com ela).

Dei com ela a brincar no quarto e a conversar com os legos: sentava os 3 na cadeira, empurrava para debaixo da mesa (eles caiam com a força, mas voltava a repetir o processo até ficarem bem sentados) e ela usava o banquinho para sentar-se à secretária e continuarem a conversa.
Big Accomplishment: já consegue entreter-se sozinha.

sábado, 2 de abril de 2016

366 dias de Matilde: 81/366

21 Março
Siri: depois de pegar no meu iPhone, faz um long press no botão Home e a Siri entra em cena (está em português para ela perceber melhor).

Matilde: Olááaaaaaa!
Siri: Olá, Marisa!
Matilde: Olá, "Maija"!
Siri: não entendi o que você disse.
Matilde: entendi... disse...
Siri: não entendi o que você disse.

E ficam nisso durante muito tempo: uma que não sabe falar e outra que não consegue entender. Oh, sorte.

quarta-feira, 30 de março de 2016

366 dias de Matilde: 80/366

20 Março
26 meses de princesa: quando imbirra que não quer fazer alguma coisa, começa por dizer que não, que a Matilde não quer ou não pode e, quando se apercebe que não está a resultar, começa a arranjar entraves para se safar.
Domingo, quando chegou a altura de tomar banho e ir para cama, inventou que havia de ser o avô a ajudá-la a lavar os dentes e a despir para entrar na banheira. O pior foi quando ele chegou ao body (tive de apresentar-lhe os 3 botões mágicos).

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