terça-feira, 19 de janeiro de 2016

366 dias de Matilde: 15/366

15 Janeiro
High five: enquanto o pai tomava banho, a míuda acordou, chamou-me e fui buscá-la para a nossa cama enquanto esperámos que o pai acabe para trazer o leite. No meio da brincadeira ela começa a bater-me na mão; nisso entra o pai e diz-lhe "Matilde, não se bate!"; ela vira-se para ele e diz "não é bater, é chinco".

Desmanchamo-nos a rir. Os três porque ela imita-nos quando damos gargalhadas.

Aniversário dos mais pequenos

E a inveja que tenho daquelas mães, ou pessoas em geral, que têm um jeitão para criar as decorações mais simples e bonitas para as festas dos mais pequenos? Talvez por não ter jeitinho nenhum para a coisa, fico mesmo maravilhada com o que vou encontrado por esta internet fora. Não sou assim tão ingénua e sei que muitas são tratadas por empresas/pessoas especializadas, mas há muito boa gente que dá cartas no assunto.

Mas calma, da mesma forma que tenho inveja das ideias simples que dão decorações lindas, não tenho pena nenhuma de não ter jeito para criar aquelas festas espampanantes que mais parecem saídas de um filme de horror.

Por enquanto, os aniversários da pequena são comemorados em casa com um jantar (sempre no dia que ela faz anos) para a família e um bolo (a única coisa com design da festa e, claro, não decorado por mim). Na nossa forma de ver as coisas, quando eles são tão pequenos, a festa e todos os detalhes decorativos são para os pais e, cá em casa juntamos a fome com a vontade de comer que é como quem diz: não ter jeito e não achar que lhe faz falta.
Que venha o jantar, o bolo da princesa Sofia e a melhor das companhias. Então e a decoração fashonista com os doces identificados com bandeirinhas? Who cares?

366 dias de Matilde: 14/366

14 de Janeiro
Noddy maneta: enquanto esperávamos pelo pai que estava na caixa, resolvi sentar a Matilde num daqueles carrinhos dos centros comerciais que funcionam com moedas. O companheiro de viagem era o Noddy.

Ao contrário do Noddy desta imagem, o Noddy co-piloto tinha os braços cruzados, ou seja, na inocência da minha filha, faltava-lhe uma mão. E como lá chegou? Viu-lhe o chapéu, o nariz, os olhos, a boca, a "oreia", uma mão e depois virou-se para mim e disse: "mãe, a outra mão?".

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

366 dias de Matilde: 13/366

13 Janeiro
Momento do choro trocado: as crianças choram quando os pais deixam-nas na creche; a minha filha chora quando deixa-me no trabalho e continua até à creche com o pai. Quarta-feira foi o dia dela chorar do escritório até ao jardim. Tão fofa! E para o pai que está com ela no carro? Um mimo!

Bridge of Spies (2015)

In the cold war, A lawyer, James B. Donovan recruited by the CIA and involved in an intense negotiation mission to release and exchange a CIA U-2 spy-plane pilot, Francis G. Powers that was arrested alive after his plane was shot down by the Soviet Union during a mission- with a KGB intelligence officer, Rudolf Abel who was arrested for espionage in the US.
Quando Rudolf Abel (Mark Rylance) é capturado nos Estados Unidos e acusado de ser um espião soviético, James B. Donovan (Tom Hanks) é escolhido para ser o seu advogado de defesa numa jogada de fachada sobre o direito à defesa e ao bom tratamento dos prisioneiros. Contra tudo e todos, James B. Donavan não só defende o caso de Abel até à última instância, como vai mais longe e acaba em Berlim como intermediário das negociações entre os Estados Unidos e a União Soviética num acordo de troca de Abel por um piloto americano capturado enquanto sobrevoava soviético.
De destacar a cumplicidade e química de Tom Hanks e Mark Rylance.

A nomeação de Mark Rylance para o Óscar de Melhor actor secundário é muito merecida e não há como ficar indeferente ao seu personagem e às memoráveis alturas em que respondia com um simples: "Would it help?"
James Donovan: Aren't you worried?
Rudolf Abel: Would it help?
 (7/10)
Operação "Óscares 2016" status: 4 done, 19 to go!

domingo, 17 de janeiro de 2016

366 dias de Matilde: 12/366

12 de Janeiro
Paixão pelos livros: uma ida ao Media Markt para adquir um desumidificador, acaba com o pai a ter de decidir sozinho porque mãe e filha passaram o tempo todo a correr pelos corredores. O único corredor a "evitar" era a dos livros. Foi em vão porque ela lá deu com eles e uma caixa da princesa Sofia para casa tivemos de trazer.

The Martian (2015)

During a manned mission to Mars, Astronaut Mark Watney is presumed dead after a fierce storm and left behind by his crew. But Watney has survived and finds himself stranded and alone on the hostile planet. With only meager supplies, he must draw upon his ingenuity, wit and spirit to subsist and find a way to signal to Earth that he is alive. Millions of miles away, NASA and a team of international scientists work tirelessly to bring "the Martian" home, while his crewmates concurrently plot a daring, if not impossible, rescue mission. As these stories of incredible bravery unfold, the world comes together to root for Watney's safe return.
Este filme é todo ele Matt Damon e, até ver, a nomeação para o Óscar de Melhor Actor é bem merecida.
Ele é dado como morto, ele é deixado sozinho em Marte, ele desespera, ele ri, ele dá a volta, ele inventa, ele faz piadas, ele chora, ele "explode", ele faz contas, ele dança, ele goza com o Neil Armstrong, ele ironiza, ele "conduz" o filme e faz desta história, que tem tudo para ser dramática e pesada, um passeio por Marte.
 (8/10)

Operação "Óscares 2016" status: 3 done, 20 to go!

sábado, 16 de janeiro de 2016

366 dias de Matilde: 11/366

11 de Janeiro:
Cocó até ao pescoço: não é hábito, mas lá calha uma vez ou outra e 2ª-feira foi o dia. Depois de chegarmos a casa no final do dia, a miúda resolveu esvaziar os intestinos de tal forma que sujou as calças, o body e até as meias. A coisa foi de tal forma que só ficou resolvida com um banho.

O meu jardim de varanda

Além de ter espaço para a Matilde brincar à vontade, ter um jardim e uma mini-horta (sim, eu gosto mas a ideia não é passar o fim de semana a cuidar das plantações)  é outro dos prós de ter uma casa. Até ser possível, vou cuidando do meu jardim de varanda.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

366 dias de Matilde: 10/366

10 Janeiro
À mesa: ela e o avô têm uma das relações mais malucas e ternas que conheço. Quando ela chega, faz sempre uma fita enorme com ele, mas quando estão juntos passam a vida a fazer carantonhas com a cara ou aos gritos. Por causa disso, há uns meses o tio andou a ensinar-lhe o gesto de colocar o dedo na cabeça e chamar tonto ao avô.
No almoço de domingo, com toda a gente entretida a comer e a falar, o avô começou a meter-se com ela e assim do nada, vira-se para ele e diz: "abô, tooooooonto".

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