quinta-feira, 23 de outubro de 2014

How to Get Away with Murder (2014)

A group of ambitious law students and their brilliant criminal defense professor become involved in a twisted murder plot that promises to change the course of their lives.
Para ja, está a ser uma boa surpresa, mas como já dizia o outro, prognósticos só no final do jogo... neste caso da season.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Pensamentos sextafeirianos #280

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Aquele momento em que...

...oiço o telefone tocar, olho para o visor e vejo que estão a ligar do berçário onde anda a princesa. Panic mode ON!!!!!!!!!
Pela minha voz, ela deve ter percebido e apressou-se a dizer que estava tudo bem com ela e que estava só a ligar a perguntar se já lhe podia dar peixe.
Seriously??? Isso não se faz a uma mãe.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Pensamentos sextafeirianos #279

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

"Filhos são como navios"

Foi com esta linda e reconfortante mensagem que a instituição onde anda a minha princesa deu as boas vindas ao ano lectivo 2014/2015.

Ao olharmos um navio no porto, imaginamos que ele esteja em seu lugar mais seguro, protegido por uma forte âncora.
Mal sabemos que ali está em preparação, abastecimento e provisão para se lançar ao mar, ao destino para o qual foi criado, indo ao encontro das próprias aventuras e riscos.
Dependendo do que a força da natureza lhes reserva, poderá ter que desviar da rota, traçar outros caminhos ou procurar outros portos.
Certamente retornará fortalecido pelo aprendizado adquirido, mais enriquecido pelas diferentes culturas percorridas.
E haverá muita gente no porto, feliz à sua espera.
Assim são os FILHOS.

Estes têm nos PAIS o seu porto seguro até que se tornem independentes.
Por mais segurança, sentimentos de preservação e de manutenção que possam sentir junto aos seus pais, eles nasceram para singrar os mares da vida, correr seus próprios riscos e viver suas próprias aventuras.
Certo que levarão consigo os exemplos dos pais, o que eles aprenderam e os conhecimentos da escola, mas a principal provisão, além das materiais, estará no interior de cada um: A CAPACIDADE DE SER FELIZ.

Sabemos, no entanto, que não existe felicidade pronta, algo que se guarda num esconderijo para ser doada, transmitida a alguém.
O lugar mais seguro que o navio pode estar é o porto. Mas ele não foi feito para permanecer ali.
Os pais também pensam que sejam o porto seguro dos filhos, mas não podem se esquecer do dever de prepará-los para navegar mar a dentro e encontrar o seu próprio lugar, onde se sintam seguros, certos de que deverão ser, em outro tempo, este porto para outros seres.
Ninguém pode traçar o destino dos filhos, mas deve estar consciente de que na bagagem devem levar VALORES herdados como: HUMILDADE, HUMANIDADE, HONESTIDADE, DISCIPLINA, GRATIDÃO E GENEROSIDADE.

Filhos nascem dos pais, mas devem se tornar CIDADÃOS DO MUNDO. Os pais podem querer o sorriso dos filhos, mas não podem sorrir por eles. Podem desejar e contribuir para a felicidade dos filhos, mas não podem ser felizes por eles.
A FELICIDADE CONSISTE EM TER UM IDEAL A BUSCAR E TER A CERTEZA DE ESTAR DANDO PASSOS FIRMES NO CAMINHO DA BUSCA.

Os pais não devem seguir os passos dos filhos e nem devem estes descansar no que os pais conquistaram.
Devem os filhos seguir de onde os pais chegaram, de seu porto, e, como os navios, partirem para as próprias conquistas e aventuras.
Mas, para isso, precisam ser preparados e amados, na certeza de que:
“QUEM AMA EDUCA”.
“COMO É DIFÍCIL SOLTAR AS AMARRAS”
[By Içami Tiba]

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Um dia vou a uma...

... reunião de pais. Hoje foi o dia.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Pensamentos sextafeirianos #278

terça-feira, 30 de setembro de 2014

"Casava-me já contigo"

Casámos no último dia de Setembro no primeiro Setembro deste século. Estávamos apaixonados, surpreendidos e felizes. Catorze anos depois ainda não acredito na minha sorte.

Quando eu era pequenino e vi um cartaz do filme The Seven Year Itch, de Billy Wilder e de 1955, perguntei à minha mãe o que era. Ela respondeu: "Ao fim de sete anos a novidade do casamento começa a passar".

Ao fim de 14 anos, cada vez que eu olho para a minha mulher, cada dia que acordo ao lado dela, o que mais me comove e impressiona é precisamente a novidade de vê-la, poder amá-la, ter a sorte de ser amado por ela.

Cada coisa que fazemos é ao mesmo tempo antiquíssima – como uma cerimónia que construímos juntos só para nós os dois – e novíssima, pelo desejo e pelo entusiasmo de lá estar, naquele lugar que ela abriu para mim e ela no lugar que só é dela, que sou eu.

O casamento é só uma palavra: é verdade. Mas também pode ser a vontade de casarmos e ficarmos casados, todos os dias, com a mesma pessoa que amamos.

Cada vez nos casamos mais. As diferenças dela vão cabendo cada vez melhor nas minhas. Cada vez somos, a Maria João e eu, mais livres de sermos como somos, cada um de nós, e de sermos como somos, nós os dois.

Ela torna-se mais ela; eu torno-me mais eu, ela e eu com menos medo que o outro fuja por causa disso. Mas com medo à mesma. E ganância de viver e curiosidade em saber como é que o décimo quinto ano vai ser melhor do que este.

Mas vai ser.
[By Miguel Esteves Cardoso in Público]

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Grey's Anatomy: Season #11

Com mais uma irmã que aparece do nada (deja vu). Com a Meredith e os seus dramas pessoais que já não convencem ninguém. Com a Kepner grávida e as suas discussões parvas com Jackson. Com Arizona e Callie envoltas em mais decisões complicadas. Com o Karev e a Baley a disputarem um lugar na administração. Com Owen deprimido. Tudo mau. Mas ainda há pior: sem Cristina Yang! Sem Cristina Yang!
Ninguém aguenta...

Engano

Título original: Deception
Género: Romance
Autor: Philip Roth
Ano: 1990

Sinopse: No centro de Engano estão dois adúlteros no seu esconderijo. Ele é um escritor americano de meia-idade chamado Philip, que vive em Londres, e ela é uma inglesa culta, inteligente e expressiva, refém de um casamento humilhante ao qual, com trinta e poucos anos, já está nervosamente resignada, ou quase. A ação do livro é feita de diálogos - principalmente conversas entre os amantes antes e depois de fazerem amor. Esses diálogos - acutilantes, ricos, espirituosos, dialéticos - são praticamente tudo o que há neste livro, e não é preciso mais nada. (in Wook)

- Uma das injustiças do adultério, quando se compara quem é amante com quem é cônjuge, é que quem é amante nunca se vê naquela situação chata e desagradável de discutir por causa dos legumes, da torrada que se deixou queimar, do telefonema que não se fez, da exigência demasiada que se faz ou se sofre. Tudo isso, penso eu, são coisas que as pessoas deixam deliberadamente de fora das relações extraconjugais. Estou a generalizar a partir da minha própria experiência, que é muito pouca, quase nenhuma. Mas acho que é isso que as pessoas fazem. Porque se não o fizessem, era um desassossego. A não ser para quem goste de ter dois palcos de conflito doméstico, e de andar de um para o outro. 
(extracto retirado da pág. 130)

Único e original são as palavras de ordem desta obra em que todo o enredo se desenrola através de palavras trocadas entre dois amantes após o coito. Excelentes diálogos. O "confronto" entre as opiniões de um escritor americano e uma inglesa inteligente que, apesar de saber que o marido também não lhe é fiel, mantém um casamento infeliz. As discussões passarem por temas tão opostos como judeus, sexo ou traição A fronteira invisível entre o personagem Philip e o autor Philip Roth?

Em algumas passagens senti dificuldade em atribuir as falas ao emissor correcto. O livro ser tão pequeno que fica-se com vontade que o autor tenha escrito um volume dois com mais páginas, mais diálogos e mais partilhas.
(4/5)

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