domingo, 10 de agosto de 2014

SAL

César Mourão, João Manzarra, Rui Unas e Salvador Martinha rumam à ilha do Sal em cabo verde, desune-os a vontade e o desafio de fazerem um filme de ficção científica.
Uma série que mistura o romance, ação, terror, glamour, comédia, e suspense…O espectador fica à espera que tudo isto aconteça e não acontece, daí o suspense!
Pelo meio 8 episódios da melhor série de sempre da televisão portuguesa gravada em cabo verde.
Gostei. Agora é esperar para ver o próximo episódio.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Pensamentos sextafeirianos #270

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

BES e o humor

Como diz Miguel Sousa Tavares, atacar Ricardo Salgado é agora uma espécie de desporto nacional. Há coisas realmente incompreensíveis, neste país. Sucedeu o mesmo com Vale e Azevedo, e também com Oliveira e Costa: só porque eram suspeitos de crimes graves e levaram à ruína as instituições que lideravam, desatou tudo a atacá-los. As duas primeiras ainda se toleram, mas à terceira Sousa Tavares não conseguiu calar o seu grito de revolta. Eu, que prezo muito a originalidade na vida pública, estou com ele. Basta de ataques a Ricardo Salgado. Que diabo, já cansa. Sousa Tavares e eu estamos fartos. É tempo, aliás, de serem desmistificadas algumas mentiras descaradas que a comunicação social tem divulgado acerca do antigo presidente do BES. Por exemplo, tem sido dito que Salgado recebeu uma prenda de 14 milhões de euros. Não é preciso investigar muito para saber que é falso. De uma vez por todas: as pessoas da classe social a que Ricardo Salgado pertence não recebem prendas, recebem presentes. Também não é verdade que a credibilidade do BES tenha ido pela sanita abaixo. Foi pela retrete. Sejam rigorosos.

A detenção de Salgado também me chocou, e espero sinceramente, para bem do país, que a justiça pare de o importunar. Julgar o antigo banqueiro não é apenas injusto, é perigoso: se pusermos Ricardo Salgado no banco dos réus, o mais provável é que o banco dos réus comece a dever dinheiro a toda a gente.
[Escrito pelo sempre enorme Ricardo Araújo Pereira, in Visão]

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Pensamentos sextafeirianos #269

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Matilde e a alimentação #2

Fazer sopa para bebés implica cozer os alimentos a vapor e triturá-los o mais possível. O mercado disponibiliza um vasto leque de soluções, umas mais caras e espectaculares que outras, mas assim que vi um video do robot multifunções da Philips Avent, nunca mais abri o ficheiro com a análise comparativa da bimby, yammi e cooki.

Próprio para confeccionar a comida dos bebés, esta maravilha funciona em três simples passos: 1) cozer a vapor, 2) virar e 3) triturar. Até à data, a única desvantagem que tenho a apontar-lhe é o facto de considerar que tem um copo pequeno: actualmente dá apenas para três doses.

Robot comprado e pronto a ser utilizado. Dispensa e frigorífico abastecidos. E agora? Após a primeiras e óbvias combinações de batata e cenoura, que fazer? Quais as proporcões de cada alimento? Por sugestão do pediatra, comprámos o livro do João Breda e da Maria Antónia Peças e tem sido um fartote de receitas e experiências. Apesar de ser carote (24,40 €), pode ser considerada uma boa compra tendo em conta que tem receitas para crianças até os 3 anos de idade (cerca de 8,133 € por ano). Mais do que receitas, o livro contém textos sobre a importância de cada alimento nas diferentes etapas de crescimento de um bebé.
Depois de alguns problemas com a introdução da batata, que acabou por ser substituída pela batata-doce durante as primeiras sopas, a dieta alimentar da princesa já incluí:
  • Tubérculos e legumes: batata, cenoura, batata-doce, abóbora, alho-francês, nabo, alface, cebola, bróculos, courgete, mandioca, feijão-verde e beringela;
  • Carnes: frango, perú, borrego e coelho;
  • Frutas: maça, pera, papaia, manga e melão.
Agora com os 6 meses feitos, para além de duas refeições de sopa e um lanche que vai alternando entre papa, fruta ou iogurte, é necessário também fazer a introdução do glutén. A papa continua a ser da Nutribén, agora com glutén, e a escolha do iogurte recaiu sobre o "o meu primeiro iogurte" da Danone (num leque muito reduzido de escolhas).
So far, não fez reacção a nenhum alimento e não é esquisita com a comida. É certo que há sopas que gosta menos, mas quem lhe dá frutinha, dá-lhe tudo.

"Os meninos de ninguém"

Não quero saber quem começou a guerra. Não me interessa quem são os culpados. Pouco me importa como se acaba com o conflito. Mas ninguém se devia calar perante imagens como esta. Estas crianças choram a morte dos pais. Foram fotografadas por Mohammed Salem da Agencia Reuters e estão hoje nas páginas da Visão. A casa onde viviam foi bombardeada. Acham que vão ser adultos tolerantes? Que merda de mundo.
[Hélder Silva (RTP), in Cristina Oliveira]

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Shark Tank (2009)

Ambitious entrepreneurs present their breakthrough business concepts. 
Who are the sharks? 
Kevin O'Leary, aka Mr. Wonderful: contador de histórias, não tem problemas em dizer que uma ideia é estúpida ou ridícula. É o homem do licenciamento e dos royalties.
Robert Herjavec: um croata muito ponderado e astuto. Homem das tecnologias, é nesta área que mais investe.
Daymond John: fundador da FUBU, quando o assunto é vestuário ou calçado, este é o vosso homem.
Mark Cuban: dono do Dallas Mavericks, é conhecido por investir grande e "roubar" acordos aos outros sharks.
Barbara Corcoran: é conhecida por apostar em pessoas persistentes, trabalhadoras e que estão dispostas a suar para terem sucesso, mesmo quando a ideia/produto/empresa não é algo com grande retorno.
Lori Greiner: mulher do QVC (Quality, Value, Convenience), canal televisivo de vendas, tem tendência em apostar em produtos que façam sentido para vendas através da televisão.

Os entrepreneurs aparecem com as ideias/produtos/empresas, dos mais espectaculares aos mais ridículos, e os "tubarões" entram com o dinheiro. Todos ficam a ganhar. Sharks, entrepreneurs e espectadores.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Sentimento agridoce

Aquele momento em que saimos de casa e a nossa filha desata num pranto: se por um lado custa saber que ela vai ficar a chorar, por outro lado, saber que nos reconhece e que sente a nossa falta é um sentimento do caraças.

Pensamentos sextafeirianos #268

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Matilde e a alimentação

Até à data, a princesa cá de casa é o que se pode chamar um bom garfo (ou no caso dela uma boa colher de silicone que se dobra para todos os lados). Sempre mamou bem, mas cedo o leite da mama deixou de ser suficiente (também não havia assim tanto) e, com quase 3 meses de vida, iniciou-se no leite adaptado.

Quando se parte para a alimentação "artificial" são muitas as marcas existentes no mercado e, parecendo que não, acabam por dificultar um bocado a decisão dos pais de primeia viagem. O ponto assente era que tinha de ser H.A. (hipoalergénico) e como queríamos comprar uma lata mais pequena para testar a reacção da cachopa, optámos pela Nutribén.

Leite adquirido. Instruções lidas. Próximo passo, e o que veio a revelar-se o pior: "ensinar" a miúda a "pegar" o biberão. Não foi tarefa fácil. Quando a minha irmã soube que estava grávida "impingiu-me" 2 biberões da gama natural da Philips Avent, cuja principal vantagem é reduzir as cólicas. Começamos a aprendizagem por esses.
Custou bastante e não havia forma de fazer a miúda beber leite da mama ou da Nutribén pelo biberão. Em desespero de causa, questionei o formato dos biberões da Avent e fui à procura de um com tetinas diferentes. Saí da Wells com menos 10€, um biberão da bébé confort (daqueles com as tetinas espalmadas de um lado) e algumas palavras de conforto e encorajamento da vendedora. Nada mudou. Voltámos à Avent e continuámos a insistir. Certo dia teve fome e, sem que nada o previsse, bebeu o leite sem fazer fita. Score!

Na consulta dos 4 meses, falou-se sobre a introdução de papa, sopas e frutas. Tendo em conta que o peso assim o permitia, o pediatra decidiu substituir uma refeição de leite por papa. Tinha de ser sem glúten e, como já estávamos a dar o leite da Nutribén, a escolha recaiu sobre o multifrutas sem glúten da mesma marca.
Docinha que só ela, a inclusão da papa na dieta aliementar foi um passeio no parque e ela ficou fã logo à primeira colherada. Durante duas semanas teve papa e leite no menu diário e depois começou nas sopas e frutas.

Próximo capítulo: a introdução da sopa e fruta na vida da princesa e dos pais.

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