domingo, 13 de julho de 2014

And the winner is...

Parabéns, Alemanha. We will meet again in Russia.

sábado, 12 de julho de 2014

My little sister isn't that little anymore!

Não deixa de ser o maior dos clichés, mas parece mesmo que foi ontem que nasceu a minha irmã mais nova e, no entanto, já se passaram 25 anos.
Parabéns, codê! Votos de um dia muito feliz e aceita os beijinhos desta tua mana que te adora muito e da tua afilhada que daqui a nada vai desejar-te feliz aniversário com as suas próprias palavras.

O Jogo do Anjo

Título original: El juego del ángel
Género: Romance
Autor: Carlos Ruiz Zafón
Ano: 2008

Sinopse: Na Barcelona turbulenta dos anos 20, um jovem escritor obcecado com um amor impossível recebe de um misterioso editor a proposta para escrever um livro como nunca existiu a troco de uma fortuna e, talvez, muito mais. Com deslumbrante estilo e impecável precisão narrativa, o autor de A Sombra do Vento transporta-nos de novo para a Barcelona do Cemitério dos Livros Esquecidos, para nos oferecer uma aventura de intriga, romance e tragédia, através de um labirinto de segredos onde o fascínio pelos livros, a paixão e a amizade se conjugam num relato magistral. (in Wook)

- Este lugar é um mistério. Um santuário. Todos os livros, todos os volumes que vês à tua frente, têm alma. A alma de quem os escreveu, a alma daqueles que os leram e viveram e sonharam com eles. De cada vez que um livro muda de mãos, de cada vez que alguém desliza o olhar pelas suas páginas, o seu espírito cresce e torna-se mais forte. Neste lugar, os livros de quem já ninguém se lembra, os livros que ficaram perdidos no tempo, vivem para sempre, à espera de chegar às mãos de um novo leitor, de um no espírito....
(extracto retirado da pág. 556)

O encontro e a relação entre o escritor David Martin e o editor Andeas Corelli. Suspense e muito mistério. Personagens interessantes. A possibilidade de revisitar lugares conhecidos como o Cemitério dos Livros Esquecidos ou a Livraria Sampere. As amizades de Martin e Isabella e Martin e Pedro Vidal. Os diálogos entre o mestre Martin e a aprendiz Isabella. Barcelona sobre um manto escuro e sombrio. O desenlace final da história.

Muitas páginas que acabam por produzir pouco contéudo. Voltar aos lugares conhecidos também tem a desvantagem de levar o leitor a repetir experiências, como por exemplo ter de ser confrantoda novamente com os detalhes sobre o funcionamento do Cemitério dos Livros Esquecidos. Em comparação com A Sombra do Vento, o outro livro da trilogia de Zafón que já li, este fica um bocado atrás.
(3/5)

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Pensamentos sextafeirianos #266

terça-feira, 8 de julho de 2014

Matilde e as cólicas

Escrever um texto sobre as cólicas (ou aquilo que nós entendemos como cólicas) da nossa filha é também escrever sobre como o espinafre entrou nas nossas vidas e passou a fazer parte da nossa dieta aliementar.

Numa das visitas à casa dos avós, ainda menina com pouco mais de um mês de vida, a princesa resolveu presentear os demais com um dos seus episódios de sofrimento ao tentar fazer cocó, acompanhado de um choro estridente e agudo. Apesar da nossa pouca experiência, eu e o esposo sabíamos que choro de fim de tarde a decibéis proibitivos, aliado a um dia inteiro sem evacuar, tinha apenas um nome: cólicas.

Quando o assunto é bebés todos têm uma ideia/teoria ou conhecem "a" forma milagrosa de resolver os problemas. De entre sugestões mais conhecidas como "fazer massagem" ou "virar a bebé de barriga para baixo", eis que aparece, de fininho, o culto do espinafre. A reacção é unânime. Os presentes nunca tinham ouvido falar em tal milagre. A avodrinha (madrinha do pai) da pequena, assente sobre a sua experência de mãe, advoga a favor do espinafre e declara que foi o principal responsável pelo excelente funcionamento do aparelho digestivo do seu petiz.
Eu, capaz de fazer de um tudo para não ver a minha filha naquele sofrimento atroz, disse: tragam os espinafres. Assim começou o desfile: esparregados, salteados, crus em salada, na sopa, com bacalhau, etc.

Os sogros, que já tinham espinafres na estufa, reforçaram a plantação e a minha casa passou a ser invadida, semanalmente, por sacos e sacos da iguaria preferida do popeye. As receitas multiplicavam-se e o congelador acabou por ser a salvação de muitos espinafres. Agora comemos menos, mas continua a aparecer esporadicamente nos nossos menus semanais.

Se resultou? Não faço ideia, mas a verdade é que uma mãe é capaz de fazer tudo (por tudo entenda-se coisas que achamos razoáveis), para não ver um filho a sofrer e se esse tudo é comer espinafres, que venham eles.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

O pior do verão...

Rabos à mostra. Ou melhor dizendo, "maus" rabos deixados à mostra por aqueles mini-calções que mais parecem cuecas.

sábado, 5 de julho de 2014

5 Julho 1975 - 5 Julho de 2014


Já lá vão 39 anos que Cabo-Verde conquistou, juntamente com a Gunié-Bissau, a sua independência e deixou de ser uma colónia portuguesa. Viva a independência! Viva Cabo-Verde!

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Pensamentos sextafeirianos #265

"O que deve saber uma criança de 4 anos?"

(...)

“A minha filha de 4 anos sabe o alfabeto completo, soletra 10 palavras, e sabe fazer contagem decrescente desde o 100. Anda de bicicleta, monociclo e faz surf. Mas claro, o surf é só nos dias que não vai para o Ballet, porque a dança é mesmo a sua paixão desde os 2 anos… E a sua filha, o que é que faz?”

“A minha filha brinca!”

E vejo aquela cara de suspense à espera que eu acabe a frase, como se fosse obrigatório acrescentar mais qualquer coisa.
Esta moda de que crianças têm de saber fazer várias coisas para se tornarem adultos de sucesso e, devem frequentar várias atividades para desenvolver mais competências (e o tempo para brincar, onde fica?) não podia ser mais absurda.

(...)

Afinal, que precisa uma criança de 4 anos?
Muito menos do que no apercebemos, e muito mais…
[Excerto retirado deste artigo escrito no Up To Lisbon Kids

Vamos deixar as nossas crianças brincarem, tenham elas 4 ou outra idade qualquer? Eu vou fazer por isso.

terça-feira, 1 de julho de 2014

A família não pára de crescer!

Bem-vindo, Diogo e votos de uma vida cheia de coisas boas. A Matilde já tem dois primos: um mais velho e um mais novo.

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