segunda-feira, 16 de junho de 2014

Alemanha-Portugal

[Mats Hummels, 25 anos]

P.S: podia ter colocado aqui esta fotografia do Hugo Almeida e do Raul Meireles, mas não queria estar a humilhar o Hummels.

Matilde e a creche

O pagamento da inscrição e a factura, com o contribuinte da própria Matilde, garantem que ela já tem um lugar assegurado no berçario. Começa a 1 de Setembro.

Escolher o lugar e as pessoas que vão ficar com os nossos filhos, mais de 8/9 horas por dia, é uma responsabilidade muito grande e requer pesquisas, investigações, visitas e muitas perguntas. Para além de boas instalações, bons profissionais e bom tratamento aos meninos, foi necessário adicionar mais duas variáveis à equação: o preço (se for uma IPSS é uma grande ajuda) e a localização (convinha que fosse no caminho do trabalho ou então que não obrigasse a grandes desvios).

As informações recolhidas através dos contactos das redes socias (de pessoas que têm filhos ou conhece alguém que tem filhos) e a consulta ao site cartasocial (para conhecer a oferta em termos de IPSS na nossa área de residência) deu origem a uma lista com 8 creches. Da primeira análise de prós e contras, foram excluídas, logo à partida, duas por causa do preço e da localização. Com 6 é mais fácil escolher. Ou não!

Telefonemas às instituições para se conhecer pormenores como: horários de funcionamento, em que altura do ano fecham, se têm vagas e a possibilidade de marcar uma visita pessoal para conhecer as instalações e a pessoa responsável, reduziram a lista para 3 creches.

Fica-se com o melhor dos melhores:
  • 1ª opção: a localização é razoável, as instalações são óptimas, trabalha lá uma pessoa que conheço há muitos anos e em quem confio, têm vaga em qualquer altura, mas o preço é muito mais do que estávamos a contar;
  • 2ª opção: a localização é razoável, as instalações são óptimas, um colega de trabalho tem lá a filha de 2 anos, só têm vaga para Setembro e o preço é óptimo;
  • 3ª opção: a localização é excelente, as instalações são fraquinhas, há alguns comentários negativos de pessoas conhecidas (muita humidade, dar aos meninos pão de forma ao lanche, etc.), podem ter vaga mais cedo que Setembro e o preço é igual à 2ª opção.
Como mais vale prevenir que remediar e com a saúde da menina não se brinca, a 3ª opção fica excluída da corrida (dava para ir a pé e tudo).

Depois de todos os cortes, sobram duas creches: uma barata e sem vaga e outra com vaga e cara (mais de 50€ de diferença). Com a nossa licença a terminar a 19 de Julho, o termos de trabalhar e o factor de não podermos levar a miúda ao escritório, a escolha estava a fazer-se sozinha. No entanto, quando parecia mais que decidido, entra a minha sogra e resolve tirar da mesa a variável vaga oferecendo-se para ficar com a neta até Setembro (e que sacrifício vai ser para ela).

E assim concluí-se a saga da procura da creche. Ganha a 2ª opção, mas fiquei cheia de pena por não deixar a minha filha numa instituição onde trabalha alguém que conheço bem.
Espero ter feito uma boa escolha, mas isso, só o tempo o dirá.

domingo, 15 de junho de 2014

O Café do Amor

Título original: The Crossroads Cafe
Género: Romance
Autor: Deborah Smith
Ano: 2006

Sinopse:
Uma mulher bela marcada para a vida
Um homem amargurado em busca de redenção
Unidos pelo destino num lugar mágico

Cathryn Deen vivia num mundo de sonho: atriz famosa, idolatrada, era considerada a mulher mais bela do planeta. A fama era tudo na sua vida. Mas após sofrer um trágico acidente de automóvel, que a deixa marcada para sempre, decide ocultar-se de tudo e todos. Escondida na casa da sua avó materna nas montanhas da Carolina do Norte, Cathryn tenta ultrapassar os seus traumas com a ajuda da sua grande prima Delta, uma mulher roliça e bem-disposta, dona do café local. Considerada por todos a alma daquele vale, Delta alimenta com os seus cozinhados e biscoitos deliciosos o corpo e o espírito dos mais carentes. Um dos seus protegidos é Thomas Mitternich, um famoso arquiteto, fugido de Nova Iorque, após os atentados às Torres Gémeas lhe terem roubado o que de mais valioso tinha na vida: a mulher e o filho. Atormentado pela culpa, Thomas acredita que nada nem ninguém lhe poderá devolver a razão de viver e, entregue ao álcool e ao desespero, espera um dia ganhar coragem para se juntar àqueles que mais amava. O destino irá cruzar os caminhos de Cathryn e Thomas numa história magnífica de superação, ensinando-os a transformar as adversidades em oportunidades e a valorizar a beleza que existe em tudo o que os rodeia. (in Wook)

O melhor sexo transporta-nos a qualquer lado. A um lugar quente e expansivo, um paraíso de luxúria e felicidade. O sexo é e deve ser, apesar de o raramente o ser, um ato de comunhão com algo maior do que nós. As pessoas dizem que os homens fodem e as mulheres fazem amor, mas nós, os homens, fazemos amor quando fodemos uma mulher que adoramos; para nós, não há diferença. Somos sinceros. Havia lugares dentro de mim que só a Cathy podia preencher com o seu corpo e eu fazia-a feliz com o meu corpo mais do que alguma vez me julguei capaz. 
(extracto retirado da pág. 402)

O passado de Thomas e, mais importante ainda, a forma como a autora optou por contar a sua história aos poucos e através da introdução da cunhada e dos seus presentes maléficos. A narração dos acontecimentos ter sido feita na perspectiva dos dois personagens centrais do livro: Cathryn e Thomas. Alguns personagens marcantes por diferentes razões: a Delta, pela sua doçura e vontade de alimentar toda a gente ou a lésbica Alberta, sem papas na língua e sempre com o seu "ar" autoritário e "machão". A escrita é simples. Lê-se num fôlego.

Nada de novo com o enredo, ou seja, mais da mesma receita: rapaz e rapariga têm problemas em suas vidas, conhecem-se, apaixonam-se, zangam-se por alguma razão, reconciliam-se e vivem felizes para sempre. Não senti empatia pela Cathryn e não consegui "sofrer" com o seu acidente ou com o processo de recuperação dela. Previsível.

Not that memorable...
(2/5)

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Pensamentos sextafeirianos #262

Uma pessoa percebe que está velha quando...

... durante o tradicional fim de semana com os amigos do curso, que começou em 2010 e tinha apenas uma criança, para além da foto de grupo, também se faz a foto de grupo das crias. Eram 7 no total. Em tudo correndo bem, e tenho a certeza que vai correr, no próximo ano a segunda geração chegará às 11 criaturinhas.
Parece que foi ontem que andávamos a tirar o curso e a fazer maluquices que não podem ser aqui divulgadas.

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Last maternity leave week...

... because there's still plenty of time to freak out next week.

sábado, 7 de junho de 2014

Parece que foi ontem...

Acompanhei (via facebook) o teu nascimento. Uma sexta-feira normal de trabalho. Enquanto conversava com a tua mãe, que já estava preparada para receber-te, só me apercebi que estavas quase a chegar quando ela pediu para desligar porque tinha entrado a equipa médica. Nervoso miudinho e depois felicidade. Muita felicidade. Parece que foi ontem, mas já passou 1 ano.
Parabéns, meu sobrinho amado e votos que esta data não pare de repetir-se por longos e felizes anos de vida.

P.S: hoje faz também um ano que contei ao meus pais que se corresse tudo bem iam ter, em Janeiro, mais um neto(a). 

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Pensamentos sextafeirianos #261

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Dúvidas de mãe...

Desde que a Matilde começou a beber leite adaptado 2 vezes ao dia (o leite da mama não estava a chegar à menina), de cada vez que preparo um biberão e tenho de repetir os passos esterilizar, verificar se a água está à temperatura indicada, medir a quantidade de água certinha, contar as doses sem me enganar e no fim lavar os biberões para na próxima mamada começar tudo de novo, não deixo de questionar como é que há mulheres que escolheram, de livre vontade, ter toda esta trabalheira, 6/7 vezes dia e noite, em vez do simples gesto: sacar da mama e fazer pontaria para a boca do bebé?
Se calhar sou eu que sou muito preguiçosa e prefiro algo que está sempre à mão, sem verificação de temperatura ou medição e, melhor de tudo, sem desperdícios.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Ir para fora com uma bebé de 4 meses e meio...

... é o mesmo que levar atrás coisas para encher um mini-apartamento. Só espero conseguir levar tudo (vestuário, de frio e de calor por causa deste tempo horrível, alimentação, banhos, brinquedos, alcofa, espreguiçadeira, etc.) e que consigamos sobreviver sem grandes sobressaltos. Estou cansada só de pensar na quantidade de tralhas que tenho de arrumar para levar.

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