sexta-feira, 30 de maio de 2014
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Os bebés nas novelas
Antes olhava para um bebé numa série/novela/filme, torcia o nariz e continuava a minha vida normalmente. Apesar de achar estranho, a verdade é que pareciam sempre maiores que as idades que estavam a representar: ou é porque nascem com tamanho de bebé que já gatinha ou porque, principalmente nos primeiros dias, crescem à velocidade da luz.
Depois de ter passado pela experiência de ter e tratar da Matilde, passei a olhar para este assunto de outra forma. Eu, actualmente com uma bebé de 4 meses e 8 dias, dou por mim a imaginar o quão estranho deve ser para um bebé ser arrancado da tranquilidade da sua casa para ser posta nos sets, onde nunca estive, mas imagino que sejam lugares barulhentos, cheios de luzes e com pessoas diferentes a deambularem de um lado para o outro.
Hoje caiu-me o queixo. Apareceu, na novela Belmonte da TVI, o recém-nascido mais pequeno que alguma vez vi na televisão. Nota-se pela carinha dele e pelo corpo molinho que não deve ter mais que alguns dias.
Publicada por Mary à(s) 10:43 da tarde 0 Comentário(s)
Etiquetas: Bebés, Pensamentos
terça-feira, 27 de maio de 2014
Brasil 2014
Com o aproximar do início do mundial, começam a aparecer as músicas de apoio (pelo menos é o que eles acham) à selecção. A primeira que ouvi é o hino da RTP. A estação do estado resolveu pedir à Catarina Furtado, Jorge Gabriel, Sónia Araújo, Sílvia Alberto, as meninas do Só Visto, o pessoal de Beirais, Mariana Monteiro (que teve como única exigência ter de usar uns calções ridículos) e mais um punhado de gente para mostrar a Paulo Bento e os seus 23 meninos que o "mundial somos nós" e isso implica, ao som de uma música com samba no fundo, dizer coisas como "ginga, balança, amarra-me
nesse teu jeito/ show de graça, de dono da taça de jogo perfeito".
Ai mundial, ainda demoras a terminar?
Publicada por Mary à(s) 11:57 da tarde 0 Comentário(s)
Etiquetas: Futebol, Pensamentos
Come a papa, Matilde come a papa...
Próxima fase: sopas.
Publicada por Mary à(s) 1:06 da manhã 0 Comentário(s)
Etiquetas: Matilde
domingo, 25 de maio de 2014
Minhas plantações: ervas aromáticas e outras
A licença de maternidade deu-me para duas coisas (para além de cuidar/brincar/mimar a pequena, como não podia deixar de ser): arrumações (casa, roupas, sapatos, bijuterias, etc.) e aumentar o verde cá de casa. Para tal, meti mãos à obra e passei a cuidar melhor das plantas de interior e criei, na varanda, um pequeno jardim onde já não faltam flores, ervas aromáticas e outras pequenas conquistas.
| Bambu (4 anos e 1 mês), Orquídia da sala (1 mês) e Orquídia da cozinha (quase 3 anos) |
| Rúcula, hortelã pimenta e tomate cherry |
| Salsa, coentro, oregãos, segurelho, tomilho (vaso da esquerda) e cebolinho |
Publicada por Mary à(s) 9:35 da tarde 0 Comentário(s)
Etiquetas: Coisas de Mulher, Likes, Plantas
sexta-feira, 23 de maio de 2014
Pensamentos sextafeirianos #259
Publicada por Mary à(s) 3:34 da tarde 0 Comentário(s)
Etiquetas: Pensamentos
Anna Karénina
Título original: Анна Каренина
Género: Romance
Autor: Lev Tolstoi
Ano: entre 1873 e 1877
Sinopse: «Embora seja uma das maiores histórias de amor da literatura mundial, Anna Karénina não é apenas um romance de aventura. Verdadeiramente interessado por temas morais, Tolstoi era um eterno preocupado com questões que são importantes para a humanidade em todas as épocas. Bom, há uma questão moral em Anna Karénina, embora não aquela que o leitor habitual possa crer que seja. Esta moral não é certamente o ter cometido adultério, Anna pagou por isso (num sentido vago pode dizer-se que é esta a moral do final de Madame Bovary). Não é isto, seguramente, por razões óbvias: se Anna ficasse com Karenin e escondesse do mundo o seu affair, não pagaria por isso primeiro com a felicidade e depois com a própria vida. Anna não foi castigada pelo seu pecado (podia muito bem ter-se safado deste) nem por violar as convenções da sociedade, muito temporais como aliás são todas as convenções e sem ter nada a ver com as eternas exigências da moralidade. Qual era então a «mensagem» moral que Tolstoi queria passar neste romance? Entendemo-la melhor se olharmos o resto do livro e compararmos a história de Lévin e Kiti com a de Vronski e Anna. O casamento de Lévin é baseado num conceito metafísico, não apenas físico, do amor, na boa-vontade e no sacrifício, no respeito mútuo. A aliança Anna-Vronski é fundada apenas no amor carnal e é aqui que reside a sua ruína.»
Do Posfácio, de Vladimir Nabokov (in Wook)
Para se tomarem medidas na vida familiar, é necessário que haja entre marido e mulher uma completa discórdia, ou uma amorosa concordância. Mas quando as relações entre os esposos são interderminadas e não há uma coisa nem outra, nada se pode concluir.
Muitas famílias permanecem anos nos mesmos antigos lugares, odiosos para um e para o outro, apenas porque não existe nem discórdia, nem harmonia.
Os personagens únicos. O enredo elaborado. A escrita peculiar e muito descritiva, onde cada argumento ou explicação é esmiuçado até à exaustão (muitas vezes tornado-se um nada cansativo quando se falava de agricultura, por exemplo). Lévin. Bem sei que Anna é o centro do livro, mas, na minha opinião, o personagem principal foi o Lévin. O livro ter sido escrito há mais de 100 anos e continuar actual. O posfácio do Vladimir Nabokov, um ponto positivo da edição do Relógio d'Água, onde ele faz uma análise detalhada do livro e deixa a sua opinião sobre o enredo, a escrita e as principais características dos personagens criado por Tolstoi.
O romance de Anna e Vronski, muito artificial (intenção do autor em mostrar que o amor carnal não tem futuro), cheio de ciúmes que, a determinada altura da leitura, fazia-me lembrar uma novela. Não simpatizei com Anna e não consegui sofrer com ela. Os nomes dos personagens russos e suas inúmeras variações continuam a ser o meu calcanhar de aquiles. A realçar, não um ponto negativo do livro, mas da minha edição: as notas não estarem em rodapé, mas sim no fim do livro. Tratando-se de um livro com muitas páginas, torna-se cansativo e obrigou-me a usar dois marcadores: uma para a história e outra para as notas.



(4/5)Publicada por Mary à(s) 12:54 da tarde 0 Comentário(s)
Etiquetas: Leituras 2014, Lev Tolstoi, Livros, Vícios
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Goodbye, pavlik harness!
Doze semanas depois, mandámos o senhor pavlik embora com a garantia que não sentiremos saudades.
![]() |
| Aparelho que serve para "curar" uma malformação designada por luxação congénita da anca |
Arranjámos consulta no gurú cá da zona (aparentemente tudo que está relacionado com ortopedia infantil vai parar ao consultório dele) e, à hora marcada, aparecemos no consultório. Criança despida, eco à perna esquerda, eco à perna perna direita e o diagnóstico é uma ligeira luxação na anca direita. A menina precisa usar um aparelho, sentenciou o médico. Eu, que não tinha visto nada na internet sobre o assunto, quando ouvi a palavra aparelho, paniquei. Aparelho? Mas assim tão novinha? Ele apresenta o dito cujo, eu que já tinha imaginado o mais cruel dos instrumentos de tortura, não o achei assim tão mau. São apenas fitas com velcros. Durante quanto tempo? No mínimo 3 meses. Oh não!!!!!!!
Enquanto ele aparelha a menina, vai explicando e fazendo as devidas marcações para podermos depois fazer em casa. Ela chora. Ele conversa connosco. Ela grita. Ele aperta mais. Ela grita ainda mais. Marquem consulta para daqui a 2 semanas para afinar, disse o médico. Ela continua a chorar. Adeus e até à próxima.
Com apenas 1 mês e 6 dias limitaram os movimentos à nossa filhota. Vê-la com as perninhas presas e a chorar sem parar foi demais para mim. Não aguentei e chorei com ela no estacionamento. Não calava por nada. Sem pensar que estava num estacionamento, dei-lhe de mamar, sossegou e acabou por adormecer. Não mais chorou por causa do aparelho.
Os primeiros dias foram confusos e muito difíceis. Começámos por refazer o guarda-roupa. Comprar meias altas (não tão fáceis de encontrar) e vestidos compridos e desfazer das calças, sapatos e babygrows (logo eu que adoro ver bebés com babygrows). A afinação da segunda semana correu bem e estava tudo óptimo, segundo os parâmetros do médico. Com o passar das semanas tornámo-nos prós a lidar com o senhor pavlik, não obstante algumas dificuldades nas saídas, em ter que explicar porque ela tem as perninhas abertas ou a trabalheira que era ir ao centro de saúde pesá-la. As semanas foram passando.
Na consulta das 6 semanas (a metade do percurso em tudo correndo bem), as notícias não podiam ser melhores: a evolução estava a ser excelente e, se tudo continuasse assim, seriam precisas "apenas" mais 6 semanas. Enchemo-nos de esperança. Mas também de receio em criar falsas expectativas. As semanas foram passando.
À medida que aproximava a data da próxima consulta, aumentava a minha ansiedade. Se por um lado queria estar optimista, por outro lado estava com medo da desilusão que seria se o médico achasse que seriam precisas mais 6 semanas. Ontem, com 4 meses e 1 dia, a nossa filhota recebeu ordem de soltura e saiu daquele aparelho horrível que manteve as suas perninhas presas durante 12 semanas.
Adeus senhor pavlik e que venham as calças, os macacões, os babygrows, os sapatos e, o mais importante de tudo, a liberdade das perninhas.
Publicada por Mary à(s) 10:56 da tarde 0 Comentário(s)
Etiquetas: Matilde
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Faltam 17 dias...
2010. 2011. 2012. 2013
Se estes encontros tivessem um lema, este 2014 seria o ano do Mais: mais adultos, mais crianças, mais noites e estou, desde já, a contar com mais diversão, mais descanso, mais palhaçadas, mais risos, mais jogos, mais comida, mais paciência, mais conversas, etc.
Que venha o fim de semana prolongado.
Publicada por Mary à(s) 1:49 da manhã 0 Comentário(s)
Etiquetas: Amigos, Fim-de-semana
Eu...
Mãe. Esposa. Profissional.
Responsável. Organizada. Ambiciosa. Teimosa. Orgulhosa. Precipitada. Realista. Prática. Viciada e muito apaixonada pela vida e pelas pessoas da minha vida.
Amo a minha família e prezo muito as minhas amizades.
Actual leitura...
Acabou tudo para Simon Axler, o protagonista do novo e surpreendente livro de Philip Roth. Um dos mais destacados actores de teatro americanos da sua geração, agora na casa dos sessenta, perdeu a magia, o talento e a confiança. (mais)
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