sexta-feira, 18 de abril de 2014
quinta-feira, 17 de abril de 2014
quarta-feira, 16 de abril de 2014
33
Um ano que ficará marcado pelas melhores e piores razões: o nascimento da Matilde e o desaparecimento da minha avó.
Publicada por Mary à(s) 11:55 da tarde 0 Comentário(s)
Etiquetas: Aniversário
A Rainha Cativa
Título original: The Queen’s Captive
Género: Romance histórico
Autor: Barbara Kyle
Ano: 2010
Sinopse: Inglaterra, 1554. No rescaldo da fracassada Revolta de Wyatt, uma rainha Maria vingativa manda capturar e executar todos os conspiradores. Entre os detidos encontra-se a irmã, Isabel, de vinte e um anos. Isabel declara-se inocente, atitude que intensifica ainda mais a raiva de Maria.
Isabel anseia por recuperar a liberdade - e conquistar a coroa da irmã. Em Honor e Richard Thornleigh e no filho de ambos, Adam, a jovem princesa encontra aliados leais. Revoltada com a intenção proclamada por Maria de queimar todos os hereges, Honor visita Isabel, presa na Torre, e as duas mulheres tornam-se amigas. E quando Adam desmascara um potencial assassino, a gratidão de Isabel transforma-se numa atracção forte e mútua. Mas embora Honor esteja disposta a pôr em risco a sua segurança pela futura rainha, a participação numa nova revolta contra a impiedosa Maria obriga-a a fazer uma escolha impossível… (in Wook)
Arrancou-a do fio. Estava demasiado quente, de modo que embrulhou a mão na roda da saia. Era tão bela. E tão querida, um presente de Richard no dia em que se casaram. Brilhando ao sol, reflectia vinte e três anos de recordações. Os dois a fazerem amor. A comentarem o primeiro dente de Isabel, os estudos do Adam, o navio, os negócios, rumores, Natal, livros. Amor.
As aventuras de Honor, Richard e Adam Thornleigh. A combinação entre factos verídicos com os ficcionados pela Barbara. Os últimos dias e o declínio de uma rainha sangrenta, Maria, e os caminhos percorridos para a ascenção de uma rainha do povo, Isabel. A escrita que continua simples e os factos narrados de forma emocionante.
Mais do mesmo. Durante a leitura deste 3º capítulo, o leitor fica com a sensação que está a viver quase as mesmas conspirações, traições, intrigas e resultados dos livros anteriores, A Aia da Rainha e A Filha do Rei, onde mudam apenas alguns protagonistas e cenários.



(2/5)Publicada por Mary à(s) 3:58 da tarde 0 Comentário(s)
Etiquetas: Barbara Kyle, Leituras 2014, Livros, Vícios
terça-feira, 15 de abril de 2014
Palavras dos outros...
(* neste caso é mais as ilustrações do outro)
Cenas e coisas que acontecem na vida de um Pai pela primeira vez.
A partir de hoje relato (rabisco) na primeira pessoa o que é ser um Pai... partilhas diárias de uma nova vida que promete mudar o meu mundo.
A forma diferente e muito original que o Hugo Cavaco encontrou para contar a sua experiência de recém-pai.
Publicada por Mary à(s) 11:52 da tarde 0 Comentário(s)
domingo, 13 de abril de 2014
Matilde: as primeiras vezes
Depois de nascerem (e passarem por aqueles passos todos até ao internamento), passam a ser responsabilidade nossa. Nós, estreantes na lide de objectos frágeis, pequeninos e importantes, accionámos, automaticamente, o modo pânico. O lado racional manda-nos pensar que o pessoal do hospital está a um toque da campainha de distância, mas há aquela vozinha que insiste em sussurrar coisas como: e se eu adormecer e nao der por nada?, e se não ouvirem a campainha?, e se demorarem a chegar?, como saberei que ela tem fome?, e se o choro é por causa de dores, etc.
No entanto, como a vida vive-se vivendo, é hora de tomarmos as rédeas da viagem, aprendermos com as descobertas e experiências (umas mais agradáveis que outras) e, em caso de dúvida, usarmos como base o nosso instinto.
Amamentação
Quando ouvi a enfermeira dizer que a menina não parava de chorar porque tinha fome (ver post Matilde: o nascimento), olhei para as minhas mamas e não consegui visualizar-me a ser fonte de comida para a minha filha (sei que parece mentira, mas ainda não tinha pensado nisso de ter leite assim que ela nascesse). As minhas mamas continuavam iguais ao dia anterior ou mesmo à semana anterior. Onde estaria o leite? Apesar disso, não fui a medo. Quando olhei para a minha filha a chorar, entreguei-me ao momento. Não pensei em dores ou no facto de não saber como se faz. Tirei a mama para fora para saciar a fome dela. Um momento altruísta (nada contra as mães que optam por não dar de mamar) e centrado, exclusivamente, nas necessidades dela. Mamou e mamou bem. A banda sonora do quarto passou do choro ao mais reconfortante barulho de um recém-nascido a comer (glug, glug, glug). Afinal havia leite (colostro).
Banho
O primeiro banho é "ministrado" pelas enfermeiras, connosco a assistir, numa espécie de aula de preparação para o teste. O próximo banho é responsabilidade nossa. MEDO!!. Eu, drogada até à ponta dos cabelos, vou apanhando algumas das coisas que estão a descrever enquanto fazem: banheira tem de estar com este sinal verde que indica que está desinfectada, gancho estilo tesoura para pegar bebé, lavar a cara com algodão molhado, o pipi é o último a ser lavado, vira-se o bebé assim (uh, WTF???), etc. Parece tudo tão complicado. Será que os bebés precisam mesmo de banho??
Chegou a nossa vez. Roupinha preparada, toalha, fralda, bebé e começa a aventura. Entrámos a medo na salinha que estava vazia. A sensação é que vamos fazer aquele exame que irá decidir o sucesso ou fracasso do ano escolar. A matéria foi estudada, mas de repente começamos a questionar se ouvimos tudo na aula de preparação. Banheira desinfectada: check. Criança nua. Água à temperatura esperada. Cara lavada. Gancho. Cabeça lavada. Corpo lavado. Hora de virar. Como é que era mesmo aquela forma de virar? Esquece, vira-se assim. Costas lavadas. Pipi lavado. Secar. Vestir. Respirar de alívio. Sobrevivemos ao primeiro banho sem acontecer nada de mal à cria.
Susto
Naquela de ver se estávamos mesmos preparados para assumir a responsabilidade de zelar pelo seu bem estar, a nossa filha resolve, ao 2º dia de vida, pregar-nos um grande susto. Estou meio deitada meio sentada na cama, o esposo no lado direito e o berço da Matilde no lado esquerdo. Conversávamos sobre qualquer coisa que agora não me lembro. De repente, o esposo aponta para o berço com um ar assustadíssimo. Virei a cara e dei com uma filha agitada, com dificuldade em respirar e a ficar com a cara escura. Enquanto alcanço a campaínha, o esposo dá à volta, pega-a ao colo, coloca-a meio de lado e ela começa a ganhar cor na cara. Eu e o esposo nem por isso. Chega a auxiliar. Agarra nela. Aperta-lhe a barriga e começa a sair-lhe uma espuma branca pela boca. Passado uns minutos ela fica bem. Nós é que nem por isso.
Sorriso
Involuntário ou não (há quem diga que os primeiros sorrisos são apenas contracções da cara), a primeira vez que a Matilde rasgou um sorriso entrou para a lista de momentos mais giros e surreais da minha vida.
Dias em casa
Fartos de estar naquele ambiente hospitalar, é impossível esconder o sorriso quando anunciam que estão a assinar a nossa alta. Uns milésimos de segundos depois caímos em nós e apetece perguntar se podem dispensar 2 estagiárias, 1 enfermeira e 1 auxiliar para levarmos para casa, caso seja preciso alguma coisa. Das 23526478 coisas que achamos que podem correr mal, mete mais medo aquela ideia de não saber tratar bem dela, não saber interpretar os choros, não ser capaz de prestar-lhe os primeiros socorros, etc.
Na primeira noite tentámos deitá-la no berço, mas acabou por passar a maior parte do tempo na cama comigo a mamar ou a mimar. Nos dias seguintes dormiu na alcofa, bem mais aconchegadinha e de onde só saiu depois dos 2 meses.
Fim de semana fora
Com um mês e dois dias (depois da consulta de 1 mês em que o pediatra assegurou que estava tudo bem com a cachopa), resolvemos ir passar o fim de semana à casa dos avós. Maior que a trabalheira de organizar toda a logística para sair de casa com um recém-nascido, é o receio que não se adapte bem ao local ou que passe os dias e as noites a chorar. Foi uma experiência tranquila com todos a adorarem a menina. O fim de semana acabou por não ser interrompido a meio.
Assim vamos vivendo um dia de cada vez e a aproveitar o máximo as experiências e as descobertas que daqui a nada é altura de voltar para o trabalho.
Publicada por Mary à(s) 11:58 da tarde 0 Comentário(s)
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Pensamentos sextafeirianos #253
Publicada por Mary à(s) 3:08 da tarde 0 Comentário(s)
Etiquetas: Pensamentos
quarta-feira, 9 de abril de 2014
29 de Maio de 1920 - 9 de Abril de 2014
Desejo de um descanso eterno em paz, vovó.
Publicada por Mary à(s) 6:51 da tarde 0 Comentário(s)
Etiquetas: Família
segunda-feira, 7 de abril de 2014
A Vida no Céu
Título original: A Vida no Céu
Género: Romance
Autor: José Eduardo Agualusa
Ano: 2013
Sinopse: A Vida no Céu é um romance distópico, num futuro que se segue ao Grande Desastre, e em que o Mundo deixou de ser onde e como o conhecemos. Encontrando-se o globo terrestre inteiramente coberto por água, e a temperatura, à superfície, intolerável, restou ao Homem subir aos céus. Mas essa ascensão é literal (não é alusiva ou simbólica): a Humanidade, reduzida agora a um par de milhões de pessoas, habita aldeias suspensas e cidades flutuantes - dirigíveis gigantescos denominados Tóquio, Xangai ou São Paulo -, e os mais pobres navegam o ar em pequenas balsas rudimentares. Carlos Benjamim Moco é o narrador da história. Tem 16 anos e nasceu numa aldeia, Luanda, que junta mais de cem balsas. O desaparecimento do pai fará com que Benjamim decida partir à sua procura. (in Wook)
- É bonito, o céu? - Sim, o céu é bonito.
- Mais bonito do que a terra?
Não respondi logo. Pensei um momento:
- Há coisas que só começo a compreender agora. Por exemplo, que o céu é mais bonito havendo o mar e havendo a terra. Que uma terra sem céu também não seria bonita.
A originalidade do enredo. A criação de um mundo credível o suficiente para levar o leitor a imaginar a possibilidade de viver-se, literalmente, no céu. A existência das cidades "espelhos" das terrenas, como por exemplo: Luanda, São Paulo, Paris, Xangai, etc. A utilização de conceitos actuais como o facebook ou o Skypedia (motor de pesquisa de dirigíveis, balsas ou outros objectos voadores). As diferentes formas de pensar, as opiniões e os gostos das pessoas que nasceram na terra, e agora são obrigadas a viverem no céu, daquelas que só conheceram o céu como morada. As questões ecológicas.
O livro ter mesmo poucas páginas (186, para ser mais precisa). No fim, fica-se com a ideia que existia espaço para desenvolver mais os personagens e suas histórias e, quem sabe, criar mais aventuras à volta deste mundo "suspenso" que o Agualusa imaginou e deu vida. Ter ficado por explicar a história da pequena Vera e dos papagaios encontrados na balsa a vaguear.



(4/5)Publicada por Mary à(s) 6:57 da tarde 2 Comentário(s)
Etiquetas: José Eduardo Agualusa, Leituras 2014, Livros, Vícios
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Pensamentos sextafeirianos #252
Publicada por Mary à(s) 11:00 da tarde 0 Comentário(s)
Etiquetas: Pensamentos
Eu...
Mãe. Esposa. Profissional.
Responsável. Organizada. Ambiciosa. Teimosa. Orgulhosa. Precipitada. Realista. Prática. Viciada e muito apaixonada pela vida e pelas pessoas da minha vida.
Amo a minha família e prezo muito as minhas amizades.
Actual leitura...
Acabou tudo para Simon Axler, o protagonista do novo e surpreendente livro de Philip Roth. Um dos mais destacados actores de teatro americanos da sua geração, agora na casa dos sessenta, perdeu a magia, o talento e a confiança. (mais)
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