segunda-feira, 24 de maio de 2010

Um Homem com Sorte

Género: Romance

Título original: The Lucky One
Autor: Nicholas Sparks

Sinopse: Depois de um ano de interregno Nicholas Sparks regressa com o seu mais recente romance para encantar os leitores portugueses. Logan Thibault sempre foi um homem que em tudo se pode considerar comum. No entanto a sua vida estava prestes a mudar… A combater no Iraque, Thibault encontra a fotografia de uma mulher nas areias do deserto, e apanha-a pensando que alguém acabará por a reclamar. Mas ninguém aparece e, apesar de rejeitar a ideia, a fotografia passa a ser encarada como um talismã da sorte que faz com que Thibault sobreviva, sem ferimentos graves, a situações de indescritível perigo. De regresso aos EUA, o militar não consegue esquecer a mulher da fotografia decidindo procurá-la pelo país. Mas assim que a encontra a sua vida toma um rumo inesperado e o segredo que Thibault guarda pode custar-lhe tudo aquilo que lhe é querido. Uma história apaixonante sobre a força avassaladora do destino. (in Wook)

Logan Thibault, recentemente regressado da sua última missão no Iraque, parte em busca daquela que muitos dizem ser a responsável pela sua sorte durante a guerra. Segundo o Viktor, a fotografia encontrada numa manhã igual a tantas outras, tinha-lhe protegido ao longo das batalhas e ajudado nos jogos de poker.
Chegado a Hampton, Thibault conhece a mulher da fotografia, mas não tem coragem de contar-lhe o objectivo da sua viagem e estadia. Ela é Elisabeth, professora, ex-mulher de Clayton, com um filho de 10 anos e neta da dona do canil, onde Logan arranja trabalho.
O que pensará Elisabeth quando descobrir o verdadeiro motivo da estadia de Logan?
Porém, não estava noutra altura, nem noutro lugar, e a situação nada tinha de normal. Transportara a fotografia dela durante mais de cinco anos. Vasculhara o país à procura dela. Chegara a Hampton e arranjara um emprego que o mantinha perto dela. Tornara-se amigo da avó, do filho e, finalmente, dela própria. E faltavam poucos minutos para a sua saída de namorados.
É mais um livro à Nicholas Sparks: uma história de amor, com pitadas de sofrimento, contada de forma emocionante e com um final surpreendente q.b.
Embora seja um autor que gosto, este livro está na categoria de "mais do mesmo", não tendo trazido nada de novo aos enredos ou à escrita.
Servindo-se do canil e do treino de cães, Sparks aproveita para deixar alguns factos engraçados e interessantes sobre estes animais e as técnicas de treinamento dos mesmos.

Amor. Romance. Perda. Sofrimento. Felicidade. Traição. Animais. Família. Morte. Ciúmes. Guerra. Mentiras.

Um livro recomendado apenas aos fãs do Nicholas Sparks.

Hot Monday#41

Esta Segunda-feira marca o fim de uma das séries mais vistas dos últimos 6 anos. Mais uma das muitas razões que fazem um post com um homem (repetido, mas dado o tema, faz sentido) e uma mulher giros, da série Lost, tão necessário.


[Josh Holloway, 40 anos e Evangeline Lilly, 30 anos]

domingo, 23 de maio de 2010

A Ilha debaixo do Mar

Género: Religião/aventura

Título original: Siddhartha
Autor: Isabel Allende

Sinopse: para quem era uma escrava na Saint-Domingue dos finais do século XVIII, Zarité tinha tido uma boa estrela: aos nove anos foi vendida a Toulouse Valmorain, um rico fazendeiro, mas não conheceu nem o esgotamento das plantações de cana, nem a asfixia e o sofrimento dos moinhos, porque foi sempre uma escrava doméstica. A sua bondade natural, força de espírito e noção de honra permitiram-lhe partilhar os segredos e a espiritualidade que ajudavam os seus, os escravos, a sobreviver, e a conhecer as misérias dos amos, os brancos. Zarité converteu-se no centro de um microcosmos que era um reflexo do mundo da colónia: o amo Valmorain, a sua frágil esposa espanhola e o seu sensível filho Maurice, o sábio Parmentier, o militar Relais e a cortesã mulata Violette, Tante Rose, a curandeira, Gambo, o galante escravo rebelde… e outras personagens de uma cruel conflagração que acabaria por arrasar a sua terra e atirá-los para longe dela. Quando foi levada pelo seu amo para Nova Orleães, Zarité iniciou uma nova etapa onde alcançaria a sua maior aspiração: a liberdade. Para lá da dor e do amor, da submissão e da independência, dos seus desejos e os que lhe tinham imposto ao longo da sua vida, Zarité podia contemplá-la com serenidade e concluir que tinha tido uma boa estrela. (in Wook)

Depois de ter sido comprada por Toulouse Valmorain, como escrava de casa, Zarité inicia uma nova etapa de sua vida. Com apenas 9 anos, a menina prova ter aprendido bem com a sua antiga dona os cuidados da casa. Cresceu na companhia de Tante Rose, com quem aprendeu a cuidar das doenças, e transformou-se numa mulher habilidosa e carinhosa. Cuidou do primeiro filho do amo, acompanhou a esposa do amo durante os seus períodos de loucura, conheceu pessoas contra a escravatura, conheceu o amor e viveu a maior as dores. No entanto, é quando a família parte para Nova Orleães que Zarité começa a vislumbrar o dia da sua liberdade cada vez mais perto.
- Vamos, Teté, responde sem medo. Estou à espera...
- O amo tem sempre razão (...).
- Ou seja, és da opinião de que os negros não são completamente humanos.
- Um ser que não é humano não tem opinião, amo.
Neste obra, Isabel Allende escreve sobre a escravatura e fê-lo através de uma escrita fácil, comovente, dramática e muito envolvente.
Com a escravatura, é inevitável não sermos confrontados com a cultura dos negros, carregada de magia e elementos sobrenaturais, desde as ervas e rituais para curar as doenças até os demónios e deuses que vivem nos homens ou no meio deles.
A par da escravatura está a liberdade: o desejo de ser livre, o percurso, as perdas, as guerras, as mortes, o sofrimento e a alegria de ser livre.

Escravatura. Amor. Morte. Liberdade. Desencontros. Paixões. Crueldade. Felicidade. Sofrimento. Traição. Perdão.

Um livro muito recomendado, principalmente para pessoas que gostam do tema como eu. Custa a acreditar que ainda existam escravos e amos nas nossas sociedades.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Das 20 músicas em 20 dias... #20

#20 - my favorite song at this time last year.

One, by U2 and Mary J. Blige


E assim, com One, termino as 20 músicas em 20 dias (não foi exactamente uma por dia todos os dias, mas esforcei-me para cumprir o desafio).
Algumas foram bem difíceis...

Pensamentos sextafeirianos #60

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Das 20 músicas em 20 dias... #19

#19 - A song that makes me laugh

Bois don't cry, by Mamonas Assassinas

Do fim de semana...#2

Sexta-feira. Trabalhar. Arrumar as coisas. Sair de casa. Chegar a Levegadas. Cortar à direita. Beco sem saída. Pedir indicações. Seguir instintos. Cortar à direita. Andar um bocado.
Chegada: Casa da Ilha.

Leitão. Sorrisos. Piscina. Conversas. Churrasco. Poker. Gargalhadas. Lembranças. Fotografias. Andar de barco. Apanhar sol. Ler. Dormir. Party&Cº. Bimbirinha (caipirinha feita na bimby). Bacalhau com broa. Sumos. Restos. Aperitivos. Passeios. Bebida verde (diz que é vodka preta com ervas aromáticas). Pão feito na hora. Corte-e-costura. Brincar com a criança. Minis. Planos...Domingo. Fim.

Tudo isto e muito mais, na melhor das companhias e no melhor dos sítios. Diz que para o ano há mais e espero bem que sim.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Das 20 músicas em 20 dias... #18

#18 - A song that i want to play at my funeral.

Angel, by Sarah McLachlan


Embora não faça questão que haja música no meu funeral...

De coisas que não entendo...

[in http://www.glamorous.pt/]

Eu adoro malas, mas alugar??

Do humor...

Forget (via fueledbyphotos)

It’s easy, just jump off that pier and don’t fight it. While you’re down there drowning, see if you see the space bar. Because I can only assume it’s dead too, based on the fact that you didn’t use it at all between those words. Unless you actually meant to use the word iwishicouldforget (verb) meaning “to poorly lay out text.”

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