quinta-feira, 29 de abril de 2010

Das 20 músicas em 20 dias... #2

#2 - My least favorite song

Eu Não Sei Quem Te Perdeu, by Pedro Abrunhosa


Escolher a menos favorita é ainda mais complicado que escolher a favorita. Que fique bem assente: adoro esta música!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Dos seres vivos lá de casa...

Para além das formigas, que durante bastante tempo assentaram arraial lá em casa, eu e o esposo (mais ele que eu, assim para o 60/40) temos uma enorme capacidade de matar/deixar morrer os seres vivos que aparecem por lá.

So far, já matamos uma planta (prenda da sogra) e um peixe, sem contar com as plantas do escritório onde trabalhamos.

Desde domingo, que a casa tem mais dois moradores: bambus oferecidos pelos noivos aos convidados (coitadinha das plantas). Segundo entendidos, estas plantas não precisam de grande manutenção e sendo assim, já estão num vaso e com água até aos joelhos.
Estou para ver quanto tempo duram. O chato é que eu gosto muito de plantas, não tenho é jeito/paciência para tratar delas.

Das 20 músicas em 20 dias... #1

#1 - My favorite song

Father and Son, by Cat Stevens


... porque gostava de ter nascido homem para ouvir estas palavras do meu pai ou dizê-las ao meu filho.
... porque todas as vezes que a oiço, arrepio-me.
... porque é a primeira música que me vem à cabeça quando penso nas minhas músicas favoritas.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Das 20 músicas em 20 dias

Já agora, alguém me quer acompanhar e aceitar este desafio, também?

Eu quero tentar...

#1 - Your favorite song. #2 - Your least favorite song. #03 - A song that makes you happy. #4 - A song that makes you sad. #5 - A song that reminds you of someone. #6 - A song that reminds of you of somewhere. #7 - A song that reminds you of a certain event. #8 - A song that you can dance to. #9 - A song that makes you fall asleep. #10 - A song from your favorite band. #11 - A song that no one would expect you to love. #12 - A song that describes you. #13 - A song from your favorite album. #14 - A song that you listen to when you’re angry. #15 - A song that you listen to when you’re happy. #16 - A song that you listen to when you’re sad. #17 - A song that you want to play at your wedding. #18 - A song that you want to play at your funeral. #19 - A song that makes you laugh. #20 - Your favorite song at this time last year.

1...2....3...partida!

Dos cabeleireiros e os caracóis...

Concordo com a minha cunhada (que também tem caracóis) quando diz que os cabeleireiros assustam-se ao ver caracóis e ficam sem saber por onde começar ou o que fazer.


Um dia, encontrarei um cabeleireiro que, para além de ser capaz de cortar-me o cabelo, também consiga fazer-me um penteado maneirinho. Sábado não foi o dia.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Hot Monday#37

Esta Segunda-feira Armando Vara é ouvido pela comissão de inquérito, apesar de todos sabermos qual será o resultado. Mais uma das muitas razões que fazem um post com um homem e uma mulher giros, dedicados à minha irmã que fez anos no Sábado, tão necessário.

[Rob Lowe, 46 anos e Emily VanCamp, 23 anos]

domingo, 25 de abril de 2010

Dos casamentos...

Serei a única a não gostar da moda dos casais combinarem o outfit dela com a gravata dele?
Tendo em conta que a actual cor predominante é o roxo/lilás, deixo o resto à consideração de cada um.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Do Dia Mundial do Livro...

Ler um livro é para o bom leitor conhecer a pessoa e o modo de pensar de alguém que lhe é estranho. É procurar compreendê-lo e, sempre que possível, fazer dele um amigo.
Herman Hesse

Pensamentos sextafeirianos #56

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Os Dois Irmãos

Género: Romance
Título original: Os Dois Irmãos
Autor: Germano Almeida

Sinopse: «A história que serve de suporte a esta estória aconteceu lá pelos anos de 1976, algures na ilha de Santiago. Como agente do Ministério Público fui responsável pela acusação de "André" pelo crime de fraticídio. Só muitos anos depois percebi que "André" nunca mais me tinha deixado em paz. Devo-lhe por isso este livro no qual a realidade se confunde com a ficção.»
E destas palavras do próprio autor surgiu um belíssimo texto sobre a lei, as convenções sociais, a tradição e os sentimentos pessoais mais íntimos. (in, Wook).


Com apenas 19 anos e recém-casado, André abandona o seu país natal para aventurar-se numa nova vida em Lisboa. Aluga um quarto com amigos, arranja um emprego e, apesar da adaptação ter sido complicada, fácilmente habitua-se ao frio e às vivências locais.
Uma missiva do pai, a dar-lhe conta da traição da mulher com o próprio irmão, levaria André a deixar para trás uma Lisboa que começava a gostar e enfrentar uma aldeia à espera de ver-lhe lavar a sua honra e a da família com sangue.
Com um sentimento de desencantada vergonha o povoado verificava que, numa promiscuidade aviltante, André continuava tranquilamente a conviver com a própria desonra e a da sua família, quando o que dele se esperava era que soubesse enfrentar com dignidade de macho o irrecusável desfecho que todos sabiam inevitável.

Em Dois Irmãos, Germano Almeida retrata as pessoas e vivências de uma sociedade tradicionalista e assente sobre fortes valores morais, de que são exemplos, a honra das famílias ou o respeito aos mais velhos.
André, após ter vivido alguns anos na Europa, já não partilha os costumes e valores da aldeia, mas, para a aldeia, esta mudança não faz sentido e o jovem emigrante acaba sendo renegado e desprezado por todos.

O livro começa e acaba com o julgamento de André. Como testemunha, familiar ou meros espectadores, desfilam pelo tribunal os pontos de vista de cada um dos intervinientes na história.
Sendo um livro sobre julgamento e narrado por um advogado, está repleto de expressões de direito penal e, muitas vezes, torna-se cansativo e de difícil compreensão para desconhecedores da área.
Apesar de escrito em português, o livro contém muitas expressões caboverdeanas que não serão fácilmente ententidas por todos os leitores.

Apesar de já ter visto a adaptação para cinema de um dos mais conhecidos livros do autor (O Testamento do Sr. Napumoceno), este é o primeiro livro do Germano que leio (shame on me).
Aconselho-o, mas com cautela.

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