quarta-feira, 14 de abril de 2010

O Mundo Invisível

Género: Romance
Título original: The World Unseen
Autor: Shamim Sarif

Sinopse: África do Sul. 1950. As primeiras leis raciais do Apartheid começam a ser implementadas. Amina é uma jovem de espírito livre que desafiou as convenções da comunidade indiana em que cresceu e decidiu trabalhar por conta própria. É dona de um café, um sítio cheio de boa disposição, música, comida caseira… e mistura de raças. O seu sócio é negro, a sua empregada é mestiça, a clientela é de todas as cores e feitios - e Amina tem muitas vezes de subornar a polícia para conseguir manter o café aberto.
Miriam é uma jovem indiana mãe de família, tradicional e subserviente. O seu casamento foi combinado pela família e ela faz todos os possíveis para manter um bom ambiente em sua casa - apesar dos acessos de raiva do marido.
Quando estas duas mulheres se conhecem, o encontro entre os seus dois mundos vai transformar as suas vidas… (in, Wook).

Amina é o protótipo de rapariga do século XXI: livre, independente, trabalhadora e dona do seu próprio nariz. Miriam é uma esposa de época, como mandam os bons costumes. Tem 3 filhos e, para além de cuidar da casa, ajuda na loja que mantém com o marido.
Um sorriso depois de 10 dias. Uma amizade. Uma necessidade de estarem juntas. Um amor possível?

É uma África do Sul racista e a viver os primeiros anos do Apartheid, que Sarif escolhe como cenário para um romance controverso e fora dos ditos padrões normais. Através do par Amina e Miriam e um conjunto de personagens que gravitam à volta das primeiras, a autora conta uma estória sobre amor, racismo, homossexualidade, costumes e tradições, preconceitos, amizade, traição, diferenças culturais, etc.


Adorei esta leitura, não tanto pelo enredo (que é muito bom), mas mais pela componente informativa do livro, de que são exemplos, o Apartheid e algumas leis da altura. Outro ponto positivo do livro foi o desfecho, onde a autora deixa tudo em aberto (mal comparado, se fosse um filme, uma sequela era quase certa).

Acabada que está a leitura, já posso ver a adaptação para cinema, com Shamim Sarif no papel de escritora e realizadora.
Fiquei com bastante curiosidade de ler outro livro da autora e aconselho o livro a todos!

terça-feira, 13 de abril de 2010

Do verbo beijar...

Apaixonado. Roubado. Com língua. De amigo. Esquimó. No escurinho. Silencioso. Na testa. Barulhento. Para cumprimentar. Demorado. Para despedidas. Rápido. Para despachar.

Beijem muito, seja lá de que forma for...

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Dos aniversários e das prendas...

O esposo está a trabalhar em Lisboa e só volta na Sexta (16), que é, nem mais nem menos, o meu dia de anos.
Eu, que não sou de todo menina dada a pedinchar prendas, este ano vou abrir uma excepção: que tal uma ou duas dúzias de cupcakes? Era sorriso, de orelha a orelha, garantidíssimo.

Hot Monday#35

Esta Segunda-feira o esposo vai trabalhar para Lisboa e só volta na Sexta. Mais uma das muitas razões que fazem um post com um homem e uma mulher giros, ainda que longe daqui, tão necessário.

[Paul Adelstein, 40 anos e Emily Blunt, 27 anos]

domingo, 11 de abril de 2010

Da minha cozinha...

A minha cozinha é feia. Melhor dizendo, a minha cozinha é muito feia. Os azulejos são feios, o chão é feio, os móveis idem aspas. Resumindo, não gosto da minha cozinha.
Quero uma cozinha assim, mas com mais móveis e uma ou outra corzita para contrastar com o preto (cinza claro, bege ou branco).
Podia candidatar-me ao passatempo "Cozinha mais feia de Portugal", mas há por aí cozinhas que não dão nenhuma chance à minha. A maior parte são cozinhas sujas e desarrumadas, mas o o 126 (com vacas nos cortinados, nos azulejos e nos electrodomésticos) é coisa para dar 5-0 à minha.
Não vale a vergonha.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Pensamentos sextafeirianos #54

[http://thingsweforget.blogspot.com/]

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Das coisas que tenho saudades...

.. escrever e receber cartas.
Os estudos obrigaram-me desde muito nova a viver longe de casa e dos meus amigos. Numa era que telemóvel nem vê-lo e telefonemas com moedas, só mesmo quando havia algo urgente para contar, as cartas faziam magias. Os males de amor, as novas amizades, os novos colegas, as novas experiências, os novos amores, etc. eram contados em enormes missivas semanais.


Tenho saudades de chegar a casa e ter uma carta tua a contar-me como foi a tua semana ou as borboletas que sentes no estômago quando estás ao pé daquela pessoa especial.
Tenho saudades de gravar todos os pormenores para depois contar-te tudo, tudo.

Email? Facebook? Hi5? Twitter? Não é a mesma coisa.

Dos planos...

Se tudo correr bem, o fim de semana de 15 de Maio será passado por estas bandas na companhia dos melhores amigos do mundo. Os meus, claro está!!

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Do trabalhar demais...

Hoje é só quarta-feira, mas parece que estou a trabalhar sem parar vai para lá de 15 dias.
Quero férias e urgente...

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Da constipação que nunca falha

Garganta dorida. Nariz entupido e irritado. Dores de cabeça. Corpo a pedir cama. Espirros que não param. Frio. Sem apetite. Rabugice.
Então seja bem aparecida, senhora constipação. Sinta-se em casa, mas não se esqueça que tenho de trabalhar para termos esta casa.

  © Blogger template 'Morning Drink' by Ourblogtemplates.com 2008

Back to TOP