quarta-feira, 10 de março de 2010

Un education

Jenny: If you never do anything, you never become anyone.
***
Miss Stubbs: You seem to be old and wise.
Jenny: I feel old. But not very wise.
***
Jenny: If people die the moment that they graduate, then surely it's the things we do beforehand that count.

Um excelente filme.

terça-feira, 9 de março de 2010

Da viagem que já acabou

Como não podia deixar de ser, a viagem foi para lá de boa e ainda tive o bónus de ver nevar pela primeira vez.

Como disse o meu pai, assim vale a pena trabalhar.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Do rescaldo dos Óscares 2010

A academia fez as suas nomeações. Escolhi os 23 filmes que queria ver antes da cerimónia. Vi 13. Não consegui vê-los todos porque, desde 5ª-feira, que estava fora do país e estava convencida que 07/03 era só no próximo fim de semana. Não consegui ver a cerimónia. Tentei, mas à 1:25 o meu corpo cedeu.


Eis alguns dos grandes vencedores da noite:


Melhor filme (The Hurt Locker), melhor realizador (Kathryn Bigelow), melhor actriz principal (Sandra Bullock), melhor actor principal (Jeff Bridges), melhor actriz secundária (Mo'Nique), melhor actor secundário (Christoph Waltz) e melhor filme de animação (Up).

Os grandes derrotados da noite foram Avatar, na categoria de melhor filme, e Meryl Streep, de melhor actriz principal (que ela merecia, na minha opinião).

Hot Monday#30

Esta Segunda-feira comemora-se o dia Internacional da Mulher. Mais uma das muitas razões que fazem um post com um homem e uma mulher giros, dedicado a todas as mulheres do mundo, tão necessário.

[George Clooney, 48 anos e Vera Farmiga, 36 anos]

sexta-feira, 5 de março de 2010

Pensamentos sextafeirianos #49

quinta-feira, 4 de março de 2010

A Casa Quieta

Género: Romance
Título original: A Casa Quieta
Autor: Rodrigo Guedes de Carvalho


Sinopse: Quero acreditar que já não estarias em casa por alturas em que cheguei mas não sei dizer. A verdade é que não te procurei. Mais uma vez. Penso que fiz as coisas do costume, penso hoje quando penso nisso que fiz as coisas do costume, terei deixado o sobretudo ao acaso, abri o frigorífico fechei abri uma outra vez, sem saber bem o que procuro, acontece-me quase sempre. As coisas do costume. Vagueei sem saber bem, o sobretudo caído alguém há-de arrumar, tu tratas disso. Do frigorífico abro fecho abro outra vez, quero pouco, não sei que quero, deixei de beber prometi-te acho que te prometi, não sei que beba." (in, Wook).

Salvador, arquitecto, é casado com Mariana, professora. Os dois vivem num casa com três quartos vazios. Não têm filhos. O primeiro tem um irmão doente e mantém um ritual semanal com pai: encontram-se uma vez por semana para almoçar, sempre no mesmo restaurante. Mariana é orfã e tem 2 irmãs que vivem no Canadá com os seus esposos e filhos.
Novembro 2005. Mariana partiu. Salvador está sozinho numa casa quieta.

Repara bem. A vida olhada como uma moeda. Nada de mais redondo, conclusivo, perfeito. Simétrico.
Olha pois. Amacia-a entre os dedos, sente-lhe o peso, avalia as possibilidades.
Escolhe uma face ou deixa que uma face te escolha.

A narrativa começa em Novembro de 2005. O leitor entra numa máquina, com saltos temporais que o transporta até 1985, 1995 e novamente a 2005. O leitor conhece o término das várias histórias, mas falta-lhe conhecer os detalhes, bem como a ordem dos acontecimentos. Cada personagem é, em determinada altura, o narrador da sua história.

Na minha opinião, este não é um livro de fácil leitura. É um torbilhão de pensamentos. Fica-se com a sensação que o autor escreve o que está a pensar, sem estabelecer ordem ou revisão final. É uma leitura refrescante.

Rodrigo Guedes de Carvalho escreve sobre amor, perda, solidão, doença, traição, sofrimento, morte, silêncio, etc.
Esta leitura foi uma excelente surpresa, em parte porque não tinha grandes expectativas em relação à escrita do jornalista. Gostei tanto que já mandei vir o "Mulher em Branco", do mesmo autor.

Se tiverem oportunidade, leiam-no.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Béjar - Round III

Os desportistas (os outros) vão usar estas pistas durante dois dias.



A preguiçosa sem jeito para o desporto (eu) vai tentar usar esta. Bem mais o meu estilo de desporto.

terça-feira, 2 de março de 2010

O Principezinho

Género: Narrativa, fantasia
Título original: The Little Prince
Autor: Antoine de Saint-Exupéry


Sinopse: o narrador da obra é um piloto com um avião avariado no deserto do Sahara, que, tenta desesperadamente, reparar os danos causados no seu aparelho. Um belo dia os seus esforços são interrompidos devido à aparição de um pequeno príncipe, que lhe pede que desenhe uma ovelha. Perante um domínio tão misterioso, o piloto não se atreveu a desobedecer e, por muito absurdo que pareça - a mais de mil milhas das próximas regiões habitadas e correndo perigo de vida - pegou num pedaço de papel e numa caneta e fez o que o principezinho tinha pedido. E assim tem início um diálogo que expande a imaginação do narrador para todo o género de infantis e surpreendentes direcções. «O Principezinho» conta a sua viagem de planeta em planeta, cada um sendo um pequeno mundo povoado com um único adulto. (in, Wook).

Depois de uma aterragem no deserto do Sahara, o narrador conhece o príncipezinho, um menino que chegou de um pequeno planeta onde existem 3 vulcões, um deles extinto, uma rosa vaidosa e embondeiros. É através dos diálogos travados entre os dois protagonistas, que o leitor fica a conhecer cada um dos intervenientes na história.

É muito simples: só se vê com o coração. O Essencial é invisível aos olhos.

Antoine de Saint-Exupéry usa uma linguagem simples e acessível para deixar uma mensagem de amor, responsabilidade, saudades, disponibilidade, respeito e um pedido aos adultos para verem/olharem o mundo através dos olhos de uma criança. Antoine escreve este livro como se fosse ele próprio uma criança e isso faz dele, na minha opinião, um excelente autor.

Não tenho memória de alguma vez ler lido este livro, mas conhecia algumas das passagens o que levou-me a pensar que, em determinada altura da minha vida, alguém leu-mo.

Um livro simples, grandioso e apropriado a todas as idades. Este será o primeiro livro que oferecerei ao meu filho.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Da música que acompanha-me no trabalho

O escritório está vazio. Sozinha, resta-me a companhia da Maria Gadú nos phones. Há qualquer coisa no panorama musical brasileiro que me fascina (as novelas vão servindo para descobrir músicas novas).


Hot Monday#29

O Porto perdeu com o Sporting, em Alvalade, e perdeu de forma muito feia (3-0). Mais uma das muitas razões que fazem um post com um homem e uma mulher giros, tão necessário.

[Christian Bale, 36 anos e Kate Hudson, 30 anos]

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