terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Globos de Ouro: a bela e a mostra

Kate Winslet - envergou um vestido preto simples, um penteado a condizer e acessórios q.b. Linda e muito elegante. Sempre igual a si mesma. Nunca está mal.

Christina Hendricks - o vestido não é, nem de perto nem de longe, o o pior (a Cher não deixa ninguém ir pior que ela e vi uma menina com um lençol branco enrolado ao corpo), mas convenhamos que as mamas da senhora não ajudam, em nada, o figurino. A cor é um bocadinho sem sal e não morro de amores pelos folhos.

Houve muita gente de vestidos "cai-cai" (ou tomara-que-caia, como são conhecidos no Brasil) que merecia uns bons açoites...

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Hot Monday#22

Esta Segunda-feira poderá ficar marcada como o dia que o meu disco externo, de 1TB com menos de 100GB livres, foi desta para melhor (a confirmação poderá chegar logo à noite e Deus queira que seja apenas problemas com os cabos). Mais uma das muitas razões que fazem um post com um homem e uma mulher giros, com pele de chocolate, tão necessário.

[Shemar Moore, 39 anos e Halle Barry, 43 anos]

sábado, 16 de janeiro de 2010

Dos ídolos - parte II

Versados que estão os temas apresentadores e jurados dos ídolos, é hora de dissertar sobre o núcleo forte do programa: os concorrentes (para simplificar as coisas, só vou comentar os que ainda estão em concurso.)

Inês - 16 anos
Apesar de bastante nova, há várias pessoas que apelidam-na de pequena Björk. Tem uma voz poderosa, mas não morro de amores por ela.
Ainda não estou convencida que possa ser uma menina versátil e acho que não pode ser enquadrada no perfil pop que o programa procura.



Solange - 16 anos
Devido aos seus desempenhos na fase de castings, chegou a figurar, durante muito tempo, no meu top 3 de preferências. No entanto, à medida que o programa avança, tenho notado a sua estagnação e tenho dúvidas que tenha mais a mostrar.
Tem uma voz doce e uma presença de palco maior que a sua idade. Falta-lhe crescer mais alguns anos.

Carlos - 17 anos
É o típico artista pop e o target do programa: jovem, com um look diferente, que canta, que dança, que esperneia, que salta, que sacode o cabelo, etc.
Nunca gostei dele, mas reconheço que ele tem uma estratégia e isso reflecte-se nas suas escolhas musicais e nas suas entrevistas.
Arrisco a dizer que ele será o próximo ídolo de Portugal.

Filipe - 21 anos
Tímido, humilde, amigo do ambiente e dono de uma voz que não deixa ninguém indiferente. É um dos meus favoritos (juntamente com a Diana).
Ao contrário da Solange, ele tem vindo a crescer a cada gala. Está mais solto e isso é notório na forma como se movimenta no palco e interage com o público.


Diana - 24 anos
É a mais velha e isso está patente no seu comportamento como pessoa e como cantora. Ela é a artista do programa. Canta com a alma, sabe estar num palco e envolve o público nas suas actuações.
Poderá ser prejudicada por ser sobrinha do Manel, mas se houvesse justiça na votação do público, ela seria, sem margens para dúvidas, a vencedora.

Dos restantes finalistas, gostava da Catarina (um vozeirão) e da Carolina (pela voz, presença no palco e personalidade).

Cenas do próximo capítulo: polémicas.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Pensamentos sextafeirianos #42

É perante estes cenários, que os nossos problemas transformam-se em problemazitos, sem importância.

[REUTERS/Eduardo Munoz]

Um sismo de magnitude 7.0 na escala de Richter atingiu o Haiti a 12 de Janeiro. Trinta segundos bastaram para destruir quase totalmente a capital Port-au-Prince. A maioria dos edifícios ficou destruída, desde o palácio presidencial a hospitais e prisões. A Cruz Vermelha Internacional estima que três milhões de haitianos tenham sido afectados. O Governo do Haiti calcula que tenham morrido 100 mil pessoas. (in SIC Online)

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

A Ofensa

Género: Romance

Título original: La Ofensa
Autor: Ricardo Menéndez Salmón
Sinopse: se o corpo é a fronteira entre cada um de nós e o mundo, como pode o corpo defender-nos do horror? Quanta dor pode um homem suportar? Pode o amor salvar aquele que perdeu a esperança? São estas algumas das perguntas implícitas em A Ofensa, a história de Kurt Crüwell, um jovem alfaiate alemão empurrado pelo nazismo para o vórtice de uma experiência radical e insólita.
Metáfora de um século trágico, viagem vertiginosa às raízes do Mal, A Ofensa afirmou Ricardo Menéndez Salmón como um dos grandes nomes da jovem ficção espanhola (in, Wook).

O livro versa a história de um jovem alfaiate alemão, morador de um bairro de Bielefield e que responde pelo nome Kurt Crüwell. Um dia após completar 24 primaveras e Hitler ter invadido a Polónia, Kurt é informado que terá de alistar-se no exército. Kurt parte e deixa pai, também alfaite, mãe, irmã e uma namorada judia.
Kurt deixa para trás a pacata vida de alfaiate para encarnar o papel de soldado, numa guerra onde é obrigado a viver e conviver com as piores atrocidades que os homens podem cometer contra outros homens. Estas experiências moldam Kurt, transformando-o num homem completamente distinto do jovem alfaite de 24 anos.

O livro tem poucas páginas, mas é rico em contéudo. Na minha singela opinião, um bom livro ou uma boa escrita, é também aquele que nos faz questionar aspectos da nossa vida que, no caso em questão, são os nossos limites.
Ricardo Menéndez Salmón segura o leitor desde a primeira página. Usa a vida e história de Kurt para fazer-nos questionar que dores o ser humano é capaz de aguentar, que subtérfugios usa para camuflá-la e em que se segura para nunca mais ter de passar pelos mesmos sofrimentos.

(...) Porque o homem enfraquece, distrai-se, corrompe-se, mas a sua memória permance firme, sempre na primeira linha, icorruptível; de maneira que, enquanto o homem tropeça, ou arrefece, ou perde os dentes, ou ergue muralhas, ou se disfarça, ou devora os seus semelhantes, ela permanece alerta, absorvendo tudo, guardando tudo, classificando tudo: cavando, cavando, cavando.

É uma história muito triste, contada de forma simples e acessível, sobre o sofrimento e os limites do ser humano, temperado com pitadas de amor, romance, esperança e mistério.

Este livro foi uma recomendação do "O Caso das Mangas Explosivas". É o primeiro que leio do autor e gostei bastante. Recomendo!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Dos ídolos

Todos os domingos, sento-me em frente à televisão para ver os Ídolos ao mesmo tempo que troco comentários, via twitter, com mais um punhado de followers que estão a fazer o mesmo.
O referido programa tem a pretensão de encontrar o próximo ídolo de Portugal e já vai na sua 3ª edição. Sim, houve mais duas edições embora, ninguém sabe ao certo onde foram parar os tais ídolos.

Primeiro são os castings, onde pessoas sem jeito para a coisa têm os seus 15 segundos de fama. Os melhores chegam à fase do teatro e 15 vêem os seus passaportes carimbados para as galas com actuações ao vivo.

Apresentadores
- não tenho nada contra a Claúdia e o Manzarra, mas se cheguei a perdoar-lhes os deslizes nas primeiras galas, actualmente, acho que certas coisas são inaceitáveis (falar em cima dos separadores é apenas um exemplo);
- o Manzarra é o moço das graçolas e é o ídolo de grande parte do mulherio. É-me completamente indiferente e não consigo achar-lhe graça.
- às vezes, a Claúdia aparece com endumentárias que não lembram ao diabo (bem sei que isso não é culpa da menina) e que realçam cada vez mais as 3 crianças que vai parir (teoria minha: uma na barriga e uma em cada mama). Tenta entrar nas piadas do Manzarra e é aí que, na minha opinião, espalha-se ao comprido.
- o par de mamas que acompanha-a também contribui para aumentar o share (há sempre a probabilidade de umas delas saltar do vestido e ninguém quer perder tamanho momento televisivo).
- já não tenha pachorra para ouvi-los falar sobre a cria da miúda.

Júris
- o Manuel (ou Manel) é um azeiteiro e tenta imitar o Simon. Ele que pare, por favor!!!
- a Roberta só sabe falar de "atitude" e todas as noites volta a dizer a mesma coisa. Mais que 3 vezes, cansa.
- o Laurent, talvez por ser músico, parece-me ser o único que percebe realmente do que está a fazer-se aí.
- o Boucherie já todos perceberam que é um convencido e acha-se um sabichão de primeira. Já irrita estar sempre a querer mostrar que percebe muito de música quando recita informações sobre álbuns e artistas.

Cenas do próximo capítulo: concorrentes e polémicas.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Palavra de constructor*

2009 era suposto ser o ano em que as obras do quarto de casal, da casa de banho, do actual escritório (futuro quarto da cria) e do hall ficariam concluídas.


Em Setembro último, recebemos o constructor I em casa para as devidas medições e orçamento. Duas semanas depois, e sem recebermos nenhum sinal do senhor, o esposo telefonou a saber a razão da demora. Desculpa 1) "já tenho o orçamento, mas perdi o seu número de telefone". Dois dias depois, sms com o orçamento. Uau, tanto dinheiro??
Orçamento aceite e tudo combinado para começar: estávamos em Outubro.

Depois de algumas semanas sem nem um sinal de fumo que fosse, novo telefonema. Desculpa 2) "a obra em Lisboa demorou e vai demorar mais do que estava à espera. Volte a ligar em Dezembro".
Segunda semana de Dezembro, novo telefonema. Desculpa 3) "estava agora mesmo para telefonar ao meu primo para ver o que podemos fazer em relação à sua obra". Alguns dias depois, constructor I avisa que só pode em Fevereiro. Enough!!

Nova procura, nova marcação e, no mesmo dia, constructor II faz as medições e envia o orçamento. Menos 1500€ que o constructor I. Here we go again.
Esposo telefona para constructor I: "vamos avançar com outro constructor porque temos pressa e Fevereiro fica muito tarde". Ok, obrigado e até à próxima.

Orçamento do constructor II, aceite. No dia seguinte constructor I telefona ao esposo. Desculpa 4) "ah, a obra de Lisboa vai parar durante 2 semanas, por isso, já posso ir fazer a sua obra". Sorry, too late and too expensive.

So far, estamos satisfeitos com constructor II. Em princípio, começa os trabalhos nesta quinta.
Fingers crossed!!!!

(*) - expressão usada por um amigo, que também anda com grandes problemas com os dizeres de um constructor.

Hot Monday#21

Esta Segunda-feira, o frio continuará em máxima força. Mais uma das muitas razões que fazem um post com um homem e uma mulher giros, vindos directamente do verão brasileiro, tão necessário.

[Rodrigo Santoro, 34 anos; Adriana Lima, 28 anos]

domingo, 10 de janeiro de 2010

5 manias

O Paulo, do blog Totó da Cabeça, desafiou-me a enumerar 5 manias pessoais. Não sei se são originais, mas esforcei-me para enumerar aquelas que considero mais importantes. Cá vão.


1) Mexer no cabelo - sempre que não tenho as mãos ocupadas, dou por mim a mexer no cabelo. Gosto do chamada cafuné, enrolar os caracóis no dedo, passar com a unha no couro cabeludo, etc.

2) Organização - detesto ver as coisas fora do sítio.

3) Só mais 10 minutos - programo o despertador para tocar 10 minutos antes da hora, mas chego a fazer o snooze (com intervalos de 9 minutos) durante algum tempo.

4) Comer o miolo do pão - sempre que abro um pão, acabo por comer o miolo antes de fazer seja o que for com o resto.

5) Andar descalça/dormir sem meias - adoro andar descalça pela casa (no inverno ando apenas com meias) e, pode estar a nevar dentro do quarto, que não consigo dormir com meias.

REGRAS: "Cada blogger participante tem de enunciar 5 manias suas, hábitos muito pessoais que os diferenciem do comum dos mortais. E além de dar ao público conhecimento dessas particularidades, tem de escolher 5 outros bloggers para entrarem, igualmente no jogo, não se esquecendo de deixar nos respectivos blogues aviso do recrutamento. Cada participante deve reproduzir este regulamento no seu blogue."

Passo a outros e não aos mesmos...

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Pensamentos sextafeirianos #41

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