segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Hot Monday #18

Hoje começa o inverno (ninguém diria). Mais uma das muitas razões que fazem um post com homens giros, com olhos azuis, tão necessário.

[Jesse Williams, 28 anos]

domingo, 20 de dezembro de 2009

Do frio

Se o tempo continuar assim, um dia desses, terei mesmo de comprar um pijama (de preferência daqueles bem quentinhos..).

Do Natal da empresa

Cor de laranja. Vibra. Liga-se e desliga-se pressionando a unha do dedo grande. Precisa de 3 pilhas para funcionar. Serve para fazer massagens. Calhou-me na troca de prendas com os colegas da empresa. Adorei, adorei, adorei.

Ainda trouxe mais uma garrafa de vinho, prenda do CEO (era suposto ser um chocolate para as meninas, mas troquei o meu pelo vinho).

Foi um belo almoço de Natal.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Pensamentos sextafeirianos #38

Casamento entre pessoas do mesmo sexo - uma quase realidade.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Book@Platina#3

Título: A Vida na Porta do Frigorífico, Alice Kuipers.
Sinopse: há famílias que encontram diferentes registos de comunicação e que apesar de parecerem inusitados à generalidade das pessoas, resultam num perfeito entendimento. Este é o caso deste romance escrito em simples notas deixadas, ao longo de quase um ano, na porta do frigorífico, por mãe e filha. A mãe é uma mulher de 44 anos, divorciada, cuja profissão, médica obstetra, a absorve tanto que não lhe deixa tempo para falar com a filha de 15 anos. Minutos de desencontro que lhe permitem somente deixar pequenas notas coladas na porta do frigorífico da casa onde ambas habitam. Através das notas ficamos a conhecer a vida destas duas protagonistas e a triste notícia de que a mãe sofre de cancro mamário. Um enredo original pautado pelo melodrama. (in, Wook).


Mãe e filha vivem desencontradas e têm pouco tempo para estarem juntas e conversarem. A primeira é obstreta e passa a maior parte do seu dia ocupada com suas pacientes, com o hospital ou a fazer turnos fora de horas. A filha, como qualquer jovem da sua idade, tem outros interesses: estar com os amigos, passear, namorar, etc. É através dos post-its, deixados na porta do frigorífico, que elas comunicam. No entanto, é a súbita doença da mãe que dá um novo alento à relação entra elas e, faz com que, os recados ganhem outro significado na vida de cada uma delas.

Não sendo o livro uma obra-prima, a autora tem grande mérito na forma inteligente e original como optou por contar ao leitor a história das duas mulheres. Todos os pormenores da vida e da relação entre mãe e filha, os familiares, os amigos, os amores e desamores, os passeios, o que fizeram no dia anterior, o ex-marido/pai, os planos para o fim de semana, o primeiro amor, o jantar, etc. são dados a conhecer, ao leitor, através dos conteúdos dos post-its trocados em mãe e filha.

Nunca antes, a frase "o livro foi lido num fôlego" teve tanta verdade como neste caso em particular. Cada página é um post-it e estes podem ser simples recados, a Claire a relembrar a mãe que ainda não lhe deixou a mesada ou a mãe e avisar-lhe que o Michael telefonou 2 vezes, até às mais complicadas e difíceis revelações.
No final da leitura, ficou a sensação de ter sabido a pouco (foi lido em menos de 2 horas) e de ter faltado alguma coisa. Senti que muito mais podia ser dito ou escrito. Arrisco até a sugerir que houve um enorme desperdício de papel, devido ao facto de cada página conter apenas um recado.
Nas últimas páginas, Alice deixa, em jeito de explicação, as razões que levaram-na a escrever este livro e porque neste formato diferente.

Ordens. Pedidos. Desabafos. Recados. Reminders. Revelações. Segredos. Problemas. Tristezas. Alegria. Sofrimento. Aprendizagem. Coragem. Vivências. Prioridades.
Para ler e questionar sobre quais são ou deviam ser as prioridades no nosso dia-a-dia.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Dos filmes...

... que quero muito, muito ver.

Pela fantástica e linda Natalie. Pelo não menos fantástico e lindo Jack. Pela actuação do Tobey, que dizem ser sublime. Pelo poster. Pelo trailer. Pela plot. Pelo filme.

Dos blogs que adoro

E eu sou gémea da Cindy Crawford..., by Bad Girls go everywhere.


Making a long story short:

(....)
Eu não tenho nada contra a Ana Malhoa. Está bem que emputeceu desmedidamente, mas isso importa-me pouco. Qualquer dia ainda aparece aí um fã a dizer que ela levava porradinha muito antes de o Chris Brown ter posto a cara da Rihanna num bolo.

By the way, um destes dias um fã viu esta minha foto no Facebook, e chamou a minha atenção para o facto de a Elle MacPherson também ter pés.
Querem ver que a mula me anda a imitar?

Este é apenas um exemplo das coisas engraçadas que ela escreve e que arrancam-me sempre um sorriso. A cereja em cima do bolo: é adepta do FCP.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Do meu Natal

Sem nunca ter sido a minha festa favorita, o meu Natal já foi como anunciam os postais tão próprios da época: cheio de alegria e felicidade. Hoje em dia, já só chega pela metade.
Um dia, ainda hei-de passar um White Christmas e, de preferência, completo.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Hot Monday#17

O Sporting perdeu, o Benfica empatou e o Porto ganhou. Mais uma das muitas razões que fazem um post com homens giros, para consolar umas e ajudar outras a festejar, tão necessário.

[Josh Holloway, 40 anos]

domingo, 13 de dezembro de 2009

Book@Platina#2

Título: Memória das Minhas Putas Tristes, Gabriel García Márquez.
Sinopse: "Memória das Minhas Putas Tristes" conta a história de um velho jornalista de noventa anos que deseja festejar a sua longa existência de prostitutas, livros e crónicas com uma noite de amor com uma jovem virgem. Inspirado no romance "A Casa das Belas Adormecidas" do Nobel japonês Yasunari Kawabata, o consagrado escritor colombiano submerge-nos, num texto pleno de metáforas, nos amores e desamores de um solitário e sonhador ancião que nunca se deitou com uma mulher sem lhe pagar e nunca imaginou que encontraria assim o verdadeiro amor. Rosa Cabarcas, a dona de um prostíbulo, conduzi-lo-á à adolescente com quem aprenderá que para o amor não há tempo nem idade e que um velho pode morrer de amor em vez de velhice. A escrita incomparável de Gabriel García Márquez num romance que é ao mesmo tempo uma reflexão sobre a velhice e a celebração das alegrias da paixão. (in, Wook).

Um solitário jornalista, prestes a completar 90 anos, resolve experimentar o prazer do sexo com amor nos braços de uma jovem virgem. Com ajuda de Rosa Cabarcas, o velho jornalista conhece aquela que viria a ser Delganina, apaixona-se, vive momentos de paixão e sofrimento e descobre os verdadeiros prazeres da vida.

Gabriel García Márquez é um escritor que adoro ler e de quem já li outros três livros (O Amor nos Tempos de Cólera, Cem anos de Solidão e Crónica de uma Morte Anunciada). A cada novo livro, ele consegue surpreender-me com as suas histórias e personagens.
Pode-se encontrar neste livro as principais características do colombiano: personagens com nomes esquisitos e difíceis de memorizar, palavras complicadas e pouco usadas, tensão sexual recorrendo ao uso de palavrões, lições de vida, pensamentos, etc.
Para quem gosta deste tipo de leitura, é sem dúvida um livro a considerar.

Desde então comecei a medir a vida não pelos anos, mas pelas décadas. A dos cinquenta havia sido decisiva porque tomei consciência de que quase todo mundo era mais moço que eu. A dos sessenta foi a mais intensa pela suspeita de que já não me sobrava tempo para me enganar. A dos setenta foi temível por uma certa possibilidade de que fosse a última. Ainda assim, quando despertei vivo na primeira manhã de meus noventa anos na cama feliz de Delganina, me atravessou uma ideia complacente de que a vida não fosse algo que corre como o rio revolto de Heráclito, mas uma ocasião única de dar a volta na grelha e continuar assando-se do outro lado por noventa anos a mais.
Amor. Velhice. Romance. Prazer. Juventude. Vivência. Sofrimento.

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