quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Dos blogs que adoro
E eu sou gémea da Cindy Crawford..., by Bad Girls go everywhere.
Making a long story short:
(....)
Eu não tenho nada contra a Ana Malhoa. Está bem que emputeceu desmedidamente, mas isso importa-me pouco. Qualquer dia ainda aparece aí um fã a dizer que ela levava porradinha muito antes de o Chris Brown ter posto a cara da Rihanna num bolo.
By the way, um destes dias um fã viu esta minha foto no Facebook, e chamou a minha atenção para o facto de a Elle MacPherson também ter pés.
Querem ver que a mula me anda a imitar?
Este é apenas um exemplo das coisas engraçadas que ela escreve e que arrancam-me sempre um sorriso. A cereja em cima do bolo: é adepta do FCP.
Publicada por Mary à(s) 12:02 da manhã 2 Comentário(s)
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Hot Monday#17
O Sporting perdeu, o Benfica empatou e o Porto ganhou. Mais uma das muitas razões que fazem um post com homens giros, para consolar umas e ajudar outras a festejar, tão necessário.
Publicada por Mary à(s) 12:41 da manhã 2 Comentário(s)
domingo, 13 de dezembro de 2009
Book@Platina#2
Título: Memória das Minhas Putas Tristes, Gabriel García Márquez.
Sinopse: "Memória das Minhas Putas Tristes" conta a história de um velho jornalista de noventa anos que deseja festejar a sua longa existência de prostitutas, livros e crónicas com uma noite de amor com uma jovem virgem. Inspirado no romance "A Casa das Belas Adormecidas" do Nobel japonês Yasunari Kawabata, o consagrado escritor colombiano submerge-nos, num texto pleno de metáforas, nos amores e desamores de um solitário e sonhador ancião que nunca se deitou com uma mulher sem lhe pagar e nunca imaginou que encontraria assim o verdadeiro amor. Rosa Cabarcas, a dona de um prostíbulo, conduzi-lo-á à adolescente com quem aprenderá que para o amor não há tempo nem idade e que um velho pode morrer de amor em vez de velhice. A escrita incomparável de Gabriel García Márquez num romance que é ao mesmo tempo uma reflexão sobre a velhice e a celebração das alegrias da paixão. (in, Wook).
Um solitário jornalista, prestes a completar 90 anos, resolve experimentar o prazer do sexo com amor nos braços de uma jovem virgem. Com ajuda de Rosa Cabarcas, o velho jornalista conhece aquela que viria a ser Delganina, apaixona-se, vive momentos de paixão e sofrimento e descobre os verdadeiros prazeres da vida.
Gabriel García Márquez é um escritor que adoro ler e de quem já li outros três livros (O Amor nos Tempos de Cólera, Cem anos de Solidão e Crónica de uma Morte Anunciada). A cada novo livro, ele consegue surpreender-me com as suas histórias e personagens.
Pode-se encontrar neste livro as principais características do colombiano: personagens com nomes esquisitos e difíceis de memorizar, palavras complicadas e pouco usadas, tensão sexual recorrendo ao uso de palavrões, lições de vida, pensamentos, etc.
Para quem gosta deste tipo de leitura, é sem dúvida um livro a considerar.
Desde então comecei a medir a vida não pelos anos, mas pelas décadas. A dos cinquenta havia sido decisiva porque tomei consciência de que quase todo mundo era mais moço que eu. A dos sessenta foi a mais intensa pela suspeita de que já não me sobrava tempo para me enganar. A dos setenta foi temível por uma certa possibilidade de que fosse a última. Ainda assim, quando despertei vivo na primeira manhã de meus noventa anos na cama feliz de Delganina, me atravessou uma ideia complacente de que a vida não fosse algo que corre como o rio revolto de Heráclito, mas uma ocasião única de dar a volta na grelha e continuar assando-se do outro lado por noventa anos a mais.Amor. Velhice. Romance. Prazer. Juventude. Vivência. Sofrimento.
Publicada por Mary à(s) 1:35 da manhã 2 Comentário(s)
sábado, 12 de dezembro de 2009
Expliquem-me como se fosse uma criança de 5 anos
Nesta altura do ano, ir às lojas e centros comerciais pode muito bem ser considerado um desporto radical. Estão a arrebentar pelas costuras. As pessoas andam todas aos encontrões. Chegar a uma peça pendurada é um suplício. E quando finalmente consegue-se agarrar qualquer coisa de jeito, há que ainda enfrentar as enormes filas para os provadores.
Até aqui, tudo bem. Agora vamos juntar a este desporto, alguns obstáculos.
Eu não sou mãe e, se calhar, esta é uma daquelas questões que apenas as ditas entendem. No entanto, pode houver alguém por aí que saiba explicar: porque raio as pessoas vão andar em lojas minúsculas e abarrotadas de pessoas com autênticos jipes todo-terreno que transportam lá dentro pequenos seres?Durante todo este percurso, há sempre uma constante: a música. Há lojas com música ambiente. Há lojas com música. E há discotecas.
Caros senhores da Bershka,
eu não vou à vossa loja para dançar. Se assim fosse, ia a uma discoteca. Seria agradável poder perguntar à pessoa do lado o que acha deste casaco ou daquela camisola, sem ter de estar sempre a gritar. De qualquer forma, se der muito trabalho baixar a música para a chamada "música ambiente", sugiro que comecem a servir bebidas (para mim podem ser caipirinhas).
De acordo?
A questão, essa permanece: porque a música no volume máximo?
Publicada por Mary à(s) 1:56 da manhã 4 Comentário(s)
Etiquetas: Questões
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Book@Platina#1
Título: A Melodia do Adeus, Nicholas Sparks.
Sinopse: com apenas dezassete anos, Verónica Miller - ou «Ronnie», como é carinhosamente chamada - vê a sua vida virada do avesso quando o casamento dos pais chega ao fim e o pai se muda da cidade de Nova Iorque, onde vivem, para Wrightsville Beach, uma pequena cidade costeira na Carolina do Norte. Três anos não são suficientes para apaziguar o seu ressentimento, e quando passa um Verão na companhia do pai, Ronnie rejeita com rebeldia todas as suas tentativas de aproximação, ameaçando antecipar o seu regresso a Nova Iorque. Mas será na tranquilidade que envolve o correr dos dias em Wrightsville Beach que Ronnie irá descobrir a beleza do primeiro amor, quando conhece Will, e vai afrouxando, uma a uma, todas as suas defesas, deixando-se tomar por uma paixão irrefreável e de efeitos devastadores. Nicholas Sparks é, como sabemos, um mestre da moderna trama amorosa, e, em A Melodia do Adeus, usa de extrema sensibilidade para abordar a força e a vulnerabilidade que envolvem o primeiro encontro com o amor e o seu imenso poder para ferir… e curar. (in, Wook).
A jovem Ronnie, uma adolescente novaiorquina, é forçada a ir passar o verão com o pai e o irmão, em Wrightsville Beach. Devido à complicada relação com o pai, ela tem fracas expectativas de que alguma coisa irá mudar durante as semanas que passarão juntos.
Ronnie não podia estar mais enganada.
Durante esta jornada, ela descobre no pai um homem que não conhecia. Apaixona-se pela primeira vez. Vive a sua primeira desilusão. Cria amizades. Aprende a gostar da vila e das suas pessoas. Uma adolescente rebelde chega a Wrightsville Beach, mas é uma jovem mulher que volta a Nova Iorque.
Quem gosta dos livros do Nicholas Sparks e da sua forma de escrever, sabe para o que vai quando começa mais um livro. Prepara-se para viver os emoções fortes, para ser surpreendido e para conhecer os mais amáveis e controversos personagens. Falar de sentimentos é a assinatura de Sparks. E este livro não é uma excepção.
Apesar de não ter gostado deste livro tanto quanto os anteriores, li-o em dois dias e um dos dias pela madrugada dentro. Não podia deixar de saber o que iria acontecer a Ronnie e ao pai e que final Sparks tinha preparado para cada um dos personagens do enredo. Fiquei satisfeita.
Dizer mais, será levantar demasiado o véu e, quem gosta de ler Sparks, quer ser surpreendido durante a leitura.
Família. Amor. Perdão. Romance. Desilusão. Crescimento. Viagem. Amizade. Perda. Aprendizagem.
Enfim, sentimentos.
Publicada por Mary à(s) 10:13 da tarde 3 Comentário(s)
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Shopping day
Aproveitei o dia de hoje, para andar pelas lojas e pelo centro comercial, à procura de umas prendinhas para mim e para algumas pessoas especiais (eu não tenho hábito de oferecer prendas a muitas pessoas). Foi um dia bastante produtivo.
Prenda dos pais: comprada, embrulhada e enviada.
Prenda dos tios e primos de Lisboa: compradas, embrulhadas e prontas para serem levadas ao almoço de Natal.
Prenda do almoço de jantar da empresa: não consegui arranjar nada de jeito. O objectivo é comprar uma prenda até 5.00€, que seja divertida e, já agora, que sirva tanto para homens como para mulheres. Any ideias?
Ainda houve tempo para comprar umas camisolas e um par de botas para mim e um casaco para o esposo. Foi o dia todo a gastar dinheiro.
A tarde de compras terminou com um belo lanche no Martin & Thomas. Quem conhece ou já ouviu falar do referido sítio percebe que, um passeio pela cidade, acaba obrigatoriamente com uma das suas iguarias à frente (um domingo desses ainda vou lá experimentar o tão famoso brunch...).
Publicada por Mary à(s) 10:10 da tarde 1 Comentário(s)
Eu...
Mãe. Esposa. Profissional.
Responsável. Organizada. Ambiciosa. Teimosa. Orgulhosa. Precipitada. Realista. Prática. Viciada e muito apaixonada pela vida e pelas pessoas da minha vida.
Amo a minha família e prezo muito as minhas amizades.
Actual leitura...
Acabou tudo para Simon Axler, o protagonista do novo e surpreendente livro de Philip Roth. Um dos mais destacados actores de teatro americanos da sua geração, agora na casa dos sessenta, perdeu a magia, o talento e a confiança. (mais)
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