sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Don't you love a man ...

... wearing a scarf?

I know i do.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Book@Platina#1

Título: A Melodia do Adeus, Nicholas Sparks.
Sinopse: com apenas dezassete anos, Verónica Miller - ou «Ronnie», como é carinhosamente chamada - vê a sua vida virada do avesso quando o casamento dos pais chega ao fim e o pai se muda da cidade de Nova Iorque, onde vivem, para Wrightsville Beach, uma pequena cidade costeira na Carolina do Norte. Três anos não são suficientes para apaziguar o seu ressentimento, e quando passa um Verão na companhia do pai, Ronnie rejeita com rebeldia todas as suas tentativas de aproximação, ameaçando antecipar o seu regresso a Nova Iorque. Mas será na tranquilidade que envolve o correr dos dias em Wrightsville Beach que Ronnie irá descobrir a beleza do primeiro amor, quando conhece Will, e vai afrouxando, uma a uma, todas as suas defesas, deixando-se tomar por uma paixão irrefreável e de efeitos devastadores. Nicholas Sparks é, como sabemos, um mestre da moderna trama amorosa, e, em A Melodia do Adeus, usa de extrema sensibilidade para abordar a força e a vulnerabilidade que envolvem o primeiro encontro com o amor e o seu imenso poder para ferir… e curar. (in, Wook).

A jovem Ronnie, uma adolescente novaiorquina, é forçada a ir passar o verão com o pai e o irmão, em Wrightsville Beach. Devido à complicada relação com o pai, ela tem fracas expectativas de que alguma coisa irá mudar durante as semanas que passarão juntos.
Ronnie não podia estar mais enganada.
Durante esta jornada, ela descobre no pai um homem que não conhecia. Apaixona-se pela primeira vez. Vive a sua primeira desilusão. Cria amizades. Aprende a gostar da vila e das suas pessoas. Uma adolescente rebelde chega a Wrightsville Beach, mas é uma jovem mulher que volta a Nova Iorque.

Quem gosta dos livros do Nicholas Sparks e da sua forma de escrever, sabe para o que vai quando começa mais um livro. Prepara-se para viver os emoções fortes, para ser surpreendido e para conhecer os mais amáveis e controversos personagens. Falar de sentimentos é a assinatura de Sparks. E este livro não é uma excepção.

Apesar de não ter gostado deste livro tanto quanto os anteriores, li-o em dois dias e um dos dias pela madrugada dentro. Não podia deixar de saber o que iria acontecer a Ronnie e ao pai e que final Sparks tinha preparado para cada um dos personagens do enredo. Fiquei satisfeita.
Dizer mais, será levantar demasiado o véu e, quem gosta de ler Sparks, quer ser surpreendido durante a leitura.

Família. Amor. Perdão. Romance. Desilusão. Crescimento. Viagem. Amizade. Perda. Aprendizagem.
Enfim, sentimentos.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Shopping day

Aproveitei o dia de hoje, para andar pelas lojas e pelo centro comercial, à procura de umas prendinhas para mim e para algumas pessoas especiais (eu não tenho hábito de oferecer prendas a muitas pessoas). Foi um dia bastante produtivo.

Prenda dos pais: comprada, embrulhada e enviada.

Prenda dos tios e primos de Lisboa: compradas, embrulhadas e prontas para serem levadas ao almoço de Natal.

Prenda do almoço de jantar da empresa: não consegui arranjar nada de jeito. O objectivo é comprar uma prenda até 5.00€, que seja divertida e, já agora, que sirva tanto para homens como para mulheres. Any ideias?


Ainda houve tempo para comprar umas camisolas e um par de botas para mim e um casaco para o esposo. Foi o dia todo a gastar dinheiro.

A tarde de compras terminou com um belo lanche no Martin & Thomas. Quem conhece ou já ouviu falar do referido sítio percebe que, um passeio pela cidade, acaba obrigatoriamente com uma das suas iguarias à frente (um domingo desses ainda vou lá experimentar o tão famoso brunch...).

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Holiday time

Fazer pouco. Sofá. Séries. Portátil. Manta quentinha. Livros. Twitter. Algumas compras. Filmes. Estar offline no MSN. Televisão. Responder apenas a emails urgentes. Tudo isso e mais algumas coisas, durante mais três dias.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Hot Monday#16

Amanhã é outra vez feriado. Iuuuuuuuuuupi! Mais uma das muitas razões que fazem um post com homens giros, dedicado especialmente à Star, tão necessário.

[Matthew Bomer, 32 anos]

sábado, 5 de dezembro de 2009

Tão próprio da época...

Prime Minister: Whenever I get gloomy with the state of the world, I think about the arrivals gate at Heathrow Airport. General opinion's starting to make out that we live in a world of hatred and greed, but I don't see that. It seems to me that love is everywhere. Often, it's not particularly dignified or newsworthy, but it's always there - fathers and sons, mothers and daughters, husbands and wives, boyfriends, girlfriends, old friends. When the planes hit the Twin Towers, as far as I know, none of the phone calls from the people on board were messages of hate or revenge - they were all messages of love. If you look for it, I've got a sneaking suspicion... love actually is all around.
Uma excelente colheita de 2003. Um filme para ser visto e revisto vezes sem conta, não só na quadra natalícia, mas em qualquer altura do ano.
Can a boy be more adorable than Sam (Thomas Sangster)?!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

A minha primeira vez...

Ontem à noite, ao abrir a minha caixa de email, vislumbrei o seguinte cabeçalho: Anónimo deixou um novo comentário na sua mensagem "Bruxo? Quem, eu?".

Já nem me lembrava de tal post e foi preciso lê-lo para se fazer luz na minha cabeça. O post era de 16 de Setembro de 2007. Portanto, há quase 2 anos e 3 meses (não transcrevo o comentário porque é de um enorme mau gosto e contém palavrões).
Bruxo ou não, trabalhador ou não, digo-lhe o seguinte, senhor anónimo: ofender-me da forma que fez só por ter escrito a minha opinião no meu blog é, no mínimo, descabido. No entanto, fica um apelo: se, no futuro, tiver vontade de berrar insultos dirigidos à minha pessoa, pedia-lhe só que o fizesse com bons modos e, se possível (claro!!), sem erros ortográficos. Fica combinado??

Pensamentos sextafeirianos #36

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Book@Ouro#5

Título: O Caso da Mangas Explosivas, Mohammed Hanif.
Sinopse: No dia 17 de Agosto de 1988, o presidente paquistanês Zia ul-Haq morreu num acidente aéreo. No avião presidencial viajavam igualmente o chefe dos serviços secretos e o embaixador dos Estados Unidos. Não houve sobreviventes e, ainda hoje, a razão que levou à queda do avião continua envolta em mistério. O acidente ficou a dever-se a: Falha mecânica? Falha humana? Impaciência da CIA? Maldição de uma cega? Generais descontentes com as suas pensões de reforma? A estação das mangas? Ou o responsável terá sido o próprio narrador, Ali Shigri, um jovem cadete da Força Aérea, que nos relata a sua participação nos acontecimentos? (in, Wook).


Mohammed Hanif propõe-se a explicar, através das palavras de Ali Shigri, um militar da Força aérea Paquistanesa, os acontecimentos que levaram à morte do presidente Zia, do chefe dos serviços secretos, General Akhtar, e do embaixador dos Estados Unidos, Arnold Raphael.
Filho de um ex-militar, Ali Shigri é um jovem cadete dedicado ao exército e habilidoso com a espada. Tem a seu cargo um grupo de jovens cadetes, partilha o quarto com o seu amigo Obaid e tudo leva a crer que é o único sobrevivente da tragédia. O livro conta-nos o percurso de Ali até ao fatídico dia 17 de Agosto de 1988.
Pelo caminho, ficamos a conhecer Zia ul-Haq, a outra ponta deste enredo. Ele é um homem extremamente religioso e que se baseia no Corão para resolver, antecipar ou prevenir problemas. Tem duas preocupações constantes: está sempre a pensar que o querem matar e quer saber o que o povo pensa dele. Tem o seu staff de generais e chefes dos serviços e mantém uma relação de conveniência com o embaixador americano.

Mohamed escreve de forma simples e com muito humor à mistura. As suas palavras ridicularizam o presidente Zia, as relações entre os Estados Unidos e resto do mundo e goza com a constante pretensão americana. Aborda ainda o tema da religião e dos vários absurdos que em nome dela são cometidos. Faz o retrato da sociedade paquistanesa, do seu povo, do seu presidente e das sucessivas artimanhas engendradas por este e pelo seu staff.
É certo que o leitor já conhece o desfecho, mas o mérito neste tipo de livros está na capacidade do autor, ainda assim, conseguir surpreender-nos. E Mohamed consegue.

Adorei a referência ao livro Crónica de Uma Morte Anunciada, do Gabriel García Márquez, quando Ali pergunta a Obaid, a propósito do livro que o último está a ler: "qual a piada de leres o livro, se já sabes que ele morre?"

Divertido. Sério. Erótico. Informativo. Triste. Revelador. Acutilante. Em suma, uma excelente leitura.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Roberts. Law. Portman. Owen.

No domingo à tarde, e enquanto o esposo fazia o test-drive à PS3, resolvi dar uma volta pelo disco externo à procura de algum episódio ou filme para ver. Não tendo encontrado nada que estivesse com particular interesse/vontade de ver, resolvi rever um dos grandes filmes de 2004: Closer!

If you believe in love at first sight, you never stop looking.
[Anna. Dan. Alice. Larry]

Anna: I'm sorry you're...
Larry: Don't say it! Don't you fucking say you're too good for me. I am, but don't say it.

Anna: Love bores you.
Dan: No, it disappoints me.

Larry: You think because you don't love us, or desire us, or even like us, you think you've won.
Alice: It's not a war.

Dan: I'll always love you. I hate hurting you.
Alice: Then why are you?

Que saudades tinha dos personagens, dos diálogos, do humor e da banda sonora.

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