segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Hot Monday #2

Prevê-se, para esta 2ª-feira, uma temperatura máxima na ordem dos 34º. Mais uma das muitas razões que fazem um post com fotos de homens a refrescarem-se tão necessário.

[Taylor Kitsch, 28 anos]

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Pensamentos sextafeirianos #22

Calhava bem, não calhava?

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Mais uma razão para continuar a adorar pipocas...

Pipoca tem tantos antioxidantes quanto frutas e vegetais
Pesquisa da Universidade de Scranton, EUA, revelou que uma delícia comum no dia a dia, a pipoca, é tão rica em polifenóis quanto frutas e verduras. Os polifenóis são antioxidantes, quer dizer, são capazes de remover radicais livres do corpo, que causam danos às células e tecidos. Eles têm um efeito antioxidante 10 vezes superior a vitamina C e E.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Operação reduzir cafeína

Numa conversa a propósito de ginásios e exercício físico, uma amiga afirmou que a época alta nos ginásios é entre Janeiro e Fevereiro (mais coisa menos coisa). Curioso, não é? Mas ela tinha uma boa explicação: no dia 31 de Dezembro as pessoas fazem as suas resoluções de ano novo e uma delas é, muitas das vezes, "ir ao ginásio/fazer mais exercício físico". No seguimento da discussão, alguém pergunta: porque as pessoas fazem resoluções apenas a cada novo ano? E se fosse a cada novo mês? Ou a cada novo dia?
Vou ser diferente e contrariar a regra fazendo a minha resolução de 24 de Agosto: reduzir de 4 para 2 cafés por dia.

Adoro beber café. Aquele expresso depois das refeições caí-me que nem ginjas e não fico satisfeita se não o bebo, mas também tenho consciência que um de manhã, outro ao almoço, outro ao lanche e um depois do jantar é demasiado (o do pequeno almoço e do lanche são longos, ou seja, uma chávena de chá. Melhorou? Não!!!).
Para além do excesso de café diário, existe outro factor importante nesta resolução: esta menina não morre de amores pelo leite, líquido apenas consumido quando bem disfarçado entre clusters de chocolate ou com café (AKA meia de leite ou galão).
A partir de hoje, os seguintes produtos farão parte da minha dieta e substituirão o café ao pequeno-almoço e ao lanche: leite achocolatado, iogurtes líquidos e néctar para desenjoar.
First day done, the rest of my life to go!

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Hot Monday

A 2ª-feira é um dia chato. Mais uma das muitas razões que fazem um post com fotos de homens em posições provocantes tão necessário.

[Jason Behr, 35 anos]

domingo, 23 de agosto de 2009

Regresso ao passado


Roswell - 1999
[Season #1: 22 episódios]
[Season #2: 21 episódios]
[Season #3: 18 episódios]


Roswell, também conhecida por "Roswell High" por ser baseada nos livros de
Melinda Metz com o mesmo nome, foi uma série de televisão de ficção cientifica criada por Jason Katims. A série combina os dramas de adolescência com ficção científica, humor e conspirações governamentais. Conta a história de três extraterrestres que cairam em Roswell, Novo México em 1947, no que ficou conhecido como o caso Roswell. Anos após este acidente três crianças são descobertas a vaguear pelo deserto. São acolhidos e tentam manter-se unidos e não revelar este segredo que nem mesmo eles conseguem compreender. Em Setembro de 1999, dá-se um tiroteio no café Crashdown onde Liz Parker é atingida. Max sem pensar duas vezes, salva-a com os seus poderes. A partir desse dia nada é como antes... (in Wikipedia)

A série teve 3 seasons: 1 done, 2 to go!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Pensamentos sextafeirianos #21

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

"The best way to manage your TV Shows"

Com Setembro à porta, chegam as novas seasons das mais-que-muitas-série-que-sigo. Arranjar um organizador já se impunha. Ei-lo:

mytvshows
Try it now!

P.S: Só não gostei da parte em que mostra o tempo gasto a ver séries. Há coisas que prefiro não saber.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

De cortar a respiração...

[Orlando Bloom, 32 anos]

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Book@Prata#2

Título: O Tigre Branco, Aravind Adiga.
Sinopse: Romance de estreia, entrou de imediato nas preferências dos críticos, que o classificaram como "uma estreia brilhante e extraordinária". O livro revela uma Índia ainda muito pouco explorada pela ficção, a Índia negra, violenta e exuberante das desigualdades socioculturais. Toda a obra é uma longa carta dirigida ao Primeiro-Ministro chinês, escrita ao longo de sete noites. O autor da carta apresenta-se como o tigre branco do título, e auto-denomina-se um "empreendedor social". Descrevendo a sua notável ascensão de pobre aldeão a empresário e empreendedor social, o autor da carta, Balram, acaba por fazer uma denúncia mordaz das injustiças e peculiaridades da sociedade indiana. Fica assim feito o retrato de uma sociedade brutal, impiedosa, em que as injustiças se perpetuam geração após geração, como uma ladainha que se entoa incessantemente ao ritmo de uma roda de orações. São muito poucos os animais que conseguem abrir um buraco na vedação e escapar ao destino do cárcere eterno. O Tigre Branco é um deles. (in, Wook)

Debaixo do seu candelabro, Balram escreve durante 7 noites uma carta ao Primeiro-Ministro chinês, Wen Jiabao. Seu objectivo é mostrar-lhe uma Índia real, conhecida apenas por aqueles que viveram nela e sofreram na pele os seus problemas e injustiças sociais. Balram irá, através do seu percurso de criado (motorista) a empresário, apresentar a Jiabao as duas faces da Índia: a "escuridão", desconhecida por aqueles que passam pela Índia em turismo, e a "Luz", onde os ricos e poderosos mandam e desmandam. Ninguém melhor que o homem que já viveu dos dois lados da barricada, que lutou e conseguiu sair do "galinheiro", para apresentar a Índia suja, corrupta, oportunista e desprovida de ética.

As primeiras páginas apresentam-nos um escritor sarcástico e com muito sentido de humor. Ironiza com a comunicação social, troça da religião e dos Deuses, usa palavrões e faz piadas com a vida dos políticos, dos patrões ricos e dos criados. Sabemos como começa e termina a história de Balram, mas são os acontecimentos entre estes dois pontos que Aravind Adiga narra através de uma escrita simples, inteligente, divertida, leve, informativa, muito descritiva e bastante envolvente.

Um livro magnífico, não só para quem gosta de culturas orientais e de conhecer culturas e vivências diferentes (como eu).

Outros que também gostaram:
Gostei imenso da forma que ele escolheu para o fazer, com a esperança que estas vozes que se vão levantando possam alterar, de alguma forma, o estado das coisas. By Canochinha, in Estante de Livros.

Escrito de forma dura, cruel, directa, exercendo sobre o leitor um intenso poder, enfeitiçando-o com tiradas cruas dum imenso humor negro, é um livro que incomoda quem lê, tal é a realidade com que deparamos. By Menphis, in Estante de Livros.

Esta obra é deliciosa. A escrita é simples, sem rodeios e de um realismo brutal, capaz de descrever minuciosamente. By Filipe de Arede Nunes, in Biblioteca transmissível.

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