sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Pensamentos sextafeirianos #20

Life is too short!

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Google: sempre a facilitar-nos a vida!

Para alguns que, tal como eu, detestam perder horas a fio a pesquisar e planear os percursos e sítios a visitar num determinado país ou cidade, chega a solução perfeita: Google City Tours.


Passos a seguir (este processo demorará aproximadamente um piscar de olhos):

  • introduzir o local de destino: [New York, USA];
  • introduzir a data pretendida: [13 Agosto];
  • carregar em "Search".
E voilá, papinha toda feita: sugestões para 3 dias em Nova York.

[Dia 1 - sugestão do itenerário]

Permite ainda remover pontos do itenarário, fazer uma estimativa de tempo de permanência em cada um dos pontos, bem como saber a distância a pé ao próximo destino.

Google City Tours: a minha nova agência de viagens!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

De volta à sala de aula

A loira é mandada parar pelo polícia, que lhe diz:
- Carta de condução, por favor.
- Bolas... é que vocês trabalham mesmo mal, hein? Então se ainda ontem vocês me ficaram com a carta, como é que querem que hoje eu a mostre?

Com menos 797.5€ na minha conta (750 pela inscrição, 30 pelo atestado médico e 17,5 pelo livro), começa uma nova etapa: finalmente vou começar a tirar a carta de condução.

Indicação. Informação. Perigo. Ligeiros. Tara. Via. Luzes de cruzamento. Faixa de rodagem. Ultrapassagem. Distância de segurança. Traço contínuo. Contra-ordenação. Pesados. Estes são apenas alguns exemplos do meu vocabulário para as próximas semanas (ou meses).
De volta à sala de aula: 1 hora, 3 vezes por semana.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Agosto: Família

Este espaço inaugura hoje uma nova rubrica: Tema do Mês. Facílimo: todos os meses este blog e a sua blogger destacarão um tema sobre o qual irão divagar, questionar, criticar ou, simplesmente, falar. Shall we begin?

Agosto, verão e férias rimam com Família.
No dicionário, Família é um "Conjunto de todos os parentes de uma pessoa, e, principalmente, dos que moram com ela." ou "Hist. nat. Grupo de animais, de vegetais, de minerais que têm caracteres! comuns." (in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa)

Para Fernando Pessoa, "Uma família não é um grupo de parentes; é mais do que a afinidade do sangue, deve ser também uma afinidade de temperamento. Um homem de génio muitas vezes não tem família. Tem parentes." (in Citador)

Na qual nascemos. Aquela que escolhemos. A que acolhe-nos. Daquela que fazemos parte. A que formamos. Naquela onde somos felizes. Com a qual discutimos e fazemos as pazes. Pela qual lutamos. A que cuida de nós.
Ah família, família: sem dúvidas, o melhor do mundo!

Continuará a família a ser o pilar da sociedade?

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Pensamentos sextafeirianos #19

Duas boas razões para sair do sofá, dar um salto até à sala de cinema mais próxima e ver Public Enemies.

[Johnny Depp e Christian Bale]

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Baixou a rapariga prendada em mim

Comprei o pano. Encontrei um gráfico engraçado. Comprei as linhas. Que comece a maratona de ponto cruz.

[O fundo da imagem é o pano branco]

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Internet - a maior cusca do momento!

Pessoa X segue Pessoa Y no Twitter. X é amigo de Y no Facebook e/ou Hi5. X adicionou Y à sua lista de contactos do MSN e/ou GTalk. X criou um feed para o blog de Y. X e Y estão ligadas através da Internet e partilham tudo, ou quase tudo.
Contar frustrações. Partilhar viajens e fotos. Desabafar sobre este ou aquele assunto. Rogar esta ou aquela praga. Sugerir este ou aquele filme/série/livro. Comentar sobre este ou aquele assunto. Questionar sobre este ou aquele problema. Fazer este ou aquele reparo. Afirmar esta ou aquela barbaridade. Criticar. Prejudicar. Declarar. Mal-dizer. Ultrajar. Elogiar. Eleger. Agradecer.

Pode-se tudo na Internet. Depois vêm os problemas.

Dos inúmeros problemas que podem causar a excessiva exposição, destaco um que preocupa-me particularmente: pais que divulgam fotos dos filhos, acompanhados de suas rotinas, os lugares que frequentam, os seus amiguinhos, etc. Com tanta coisa que ouve-se/lê-se/vê-se por aí, se calhar não era mal pensado manter certos pormenores da nossa vida offline.

Expomo-nos demasiado?

P.S: este post surgiu depois de uma conversa com uma amiga (num escandaloso momento de "Corte e Costura"). Conseguimos através do cruzamento de informações, provinientes daqui e de acolá, chegar a várias conclusões sobre quem fez o quê, com quem, onde e como. Tudo com a ajuda das ferramentas acima referidas.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

"5 para a meia-noite", na RTP2

De Segunda a Sexta: Filomena Cautela. Fernado Alvim. Nilton. Pedro Fernandes. Luís Filipe Borges.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Ele, ela e a outra!

Uma rapariga conversa com a mãe sobre o ceticismo do namorado.
- Mãe, o Mário diz que não acredita em inferno!
- Casa-te com ele, minha filha, e deixa o resto comigo!


Quando o assunto é sogra, em muitos casos, a coisa tende a azedar. Por mais que tentem evitar, os problemas entre sogra e nora acabam sempre por prejudicar o casal e obrigar o outro a ter de escolher um dos lados: mãe ou esposa. Se é um dado adquirido que ninguém pode obrigar outrém a gostar ou desgostar de alguém, também é certo que intrigas, situações desagradáveis, comentários maliciosos, convivência insuportável, etc. levam, quase sempre, à ruptura de um dos lados deste triângulo. Conheço um caso pendente na minha família, mas a pergunta que impõe-se é: até quando conseguirão manter todos os lados do triângulo unidos?

Lembro-me de ouvir, vezes sem conta, ela dizer-me: "Filha, antes de arranjares um bom marido, arranja uma boa sogra". Senhora inteligente, a minha mãe. Não segui os seus conselhos, mas calhou-me uma boa sogra.
Opina sem interferir. Ajuda sem impor-se. Escuta sem interromper. Discorda sem maltratar. Concorda sem fingir. Recebe sem fazer frete. Está porque quer estar estar e gosto que assim seja.
Arrisco a dizer: ela é a sogra que a minha mãe pediu para mim.

domingo, 2 de agosto de 2009

Book@Prata#1

Título: Monólogos da Vagina, Eve Ensler.
Sinopse: Os Monólogos da Vagina dispensam apresentações. Representada em palcos de todo o mundo por actrizes tão famosas como Jane Fonda e Meryl Streep, a obra-prima de Eve Ensler é uma viagem hilariante e tocante pelos indecifráveis confins da mente e do corpo femininos. Dá voz aos mais profundos temores e fantasias de mulheres reais, à sua irreverência e espirituosidade.
Tidos como a bíblia de uma nova geração de mulheres, estes monólogos de intimidades e vulnerabilidades comoverão e divertirão o leitor. Esta edição comemorativa que celebra os dez anos do Dia-V, inclui cinco monólogos inéditos, uma nova introdução da autora e uma fascinante história dos dez anos deste fenómeno teatral. (in, Wook)

O livro versa as experiências, vivências e convivências das mulheres com a sua vagina, bem como a total ausência das mesmas. Dividido em duas partes, os monólogos da vagina e os monólogos de alerta retratam os mais variados temas, de que são exemplos: mutilação genital, violação, "Mulheres de Conforto", tabus sociais, pêlos, violência doméstica, homossexualidade, transexualidade, etc.
O meu monólogo favorito é o dedicado às milhares de mulheres que, durante a 2ª Guerra Mundial, foram obrigadas a prostituírem-se em bordéis japoneses. Ficaram conhecidas como "Mulheres de Conforto".

Com a leitura, fica-se ainda a conhecer a organização criada, em 1998, pela Eve e um grupo de pessoas, a que deram o nome de V-Day.
"V-Day is a global movement to stop violence against women and girls. V-Day is a catalyst that promotes creative events to increase awareness, raise money and revitalize the spirit of existing anti-violence organizations. V-Day generates broader attention for the fight to stop violence against women and girls, including rape, battery, incest, female genital mutilation (FGM) and sexual slavery."

Tocante. Informativo. Verdadeiro. Divertido. Cruel. Um ode às Mulheres e às suas "partes baixas".

Book@Prata#2: o livro que se segue foi comprado muito por causa dos rasgados elogios que tem suscitado, por parte daqueles que o lêem. Apresento-vos o primeiro romance de Aravind Adiga, O Tigre Branco.

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