domingo, 2 de agosto de 2009

Book@Prata#1

Título: Monólogos da Vagina, Eve Ensler.
Sinopse: Os Monólogos da Vagina dispensam apresentações. Representada em palcos de todo o mundo por actrizes tão famosas como Jane Fonda e Meryl Streep, a obra-prima de Eve Ensler é uma viagem hilariante e tocante pelos indecifráveis confins da mente e do corpo femininos. Dá voz aos mais profundos temores e fantasias de mulheres reais, à sua irreverência e espirituosidade.
Tidos como a bíblia de uma nova geração de mulheres, estes monólogos de intimidades e vulnerabilidades comoverão e divertirão o leitor. Esta edição comemorativa que celebra os dez anos do Dia-V, inclui cinco monólogos inéditos, uma nova introdução da autora e uma fascinante história dos dez anos deste fenómeno teatral. (in, Wook)

O livro versa as experiências, vivências e convivências das mulheres com a sua vagina, bem como a total ausência das mesmas. Dividido em duas partes, os monólogos da vagina e os monólogos de alerta retratam os mais variados temas, de que são exemplos: mutilação genital, violação, "Mulheres de Conforto", tabus sociais, pêlos, violência doméstica, homossexualidade, transexualidade, etc.
O meu monólogo favorito é o dedicado às milhares de mulheres que, durante a 2ª Guerra Mundial, foram obrigadas a prostituírem-se em bordéis japoneses. Ficaram conhecidas como "Mulheres de Conforto".

Com a leitura, fica-se ainda a conhecer a organização criada, em 1998, pela Eve e um grupo de pessoas, a que deram o nome de V-Day.
"V-Day is a global movement to stop violence against women and girls. V-Day is a catalyst that promotes creative events to increase awareness, raise money and revitalize the spirit of existing anti-violence organizations. V-Day generates broader attention for the fight to stop violence against women and girls, including rape, battery, incest, female genital mutilation (FGM) and sexual slavery."

Tocante. Informativo. Verdadeiro. Divertido. Cruel. Um ode às Mulheres e às suas "partes baixas".

Book@Prata#2: o livro que se segue foi comprado muito por causa dos rasgados elogios que tem suscitado, por parte daqueles que o lêem. Apresento-vos o primeiro romance de Aravind Adiga, O Tigre Branco.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Pensamentos sextafeirianos #18

You mean today? July ends today.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Chegou o meu prémio!

Salvo o erro, deve ser a primeira coisa que ganho num concurso.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Book@Dezembro

Título: As Velas Ardem até ao Fim, Sándor Márai.
Sinopse: Um pequeno castelo de caça na Hungria, onde outrora se celebravam elegantes saraus e cujos salões decorados ao estilo francês se enchiam da música de Chopin, mudou radicalmente de aspecto. O esplendor de então já não existe, tudo anuncia o final de uma época. Dois homens, amigos inseparáveis na juventude, sentam-se a jantar depois de quarenta anos sem se verem. Um, passou muito tempo no Extremo Oriente, o outro, ao contrário, permaneceu na sua propriedade. Mas ambos viveram à espera deste momento, pois entre eles interpõe-se um segredo de uma força singular....(in, Wook)

Henrik recebe Kónrad em sua casa, após 41 anos e 43 dias. Tenciona fazer-lhe apenas duas perguntas. O anfitrião e o convidado foram amigos enquanto jovens, mas esta relação e respectivo rompimento escondem um terrível segredo. Que começe o tão esperado e planeado jantar.

É através dos diálogos (ou melhor dizendo, dos monólogos) e a pouco e pouco que o leitor é conduzido até ao momento da ruptura dos dois. Durante esta viagem ao passado, o escritor apresenta-nos os contornos daquele dia trágico (as causas e todas as suas consequências) e ficamos a conhecer a grande amizade que unia estes dois homens.

(...)
Era bom saber – continua, como se discutisse consigo próprio -, se existe amizade realmente? Não me refiro àquele prazer ocasional que faz com que duas pessoas fiquem contentes porque se encontraram, porque num determinado período das suas vidas pensavam da mesma maneira sobre certas questões, porque os seus gostos são semelhantes e os seus passatempos iguais. Nada disso é amizade. Às vezes, chego a pensar que essa é a relação mais forte na vida… talvez por isso seja tão rara. E o que há no seu fundo? Simpatia? É uma palavra imprópria, sem sentido, o seu conteúdo não pode ser suficientemente forte para que duas pessoas intervenham em defesa um do outro nas situações mais críticas da vida… apenas por simpatia? Talvez seja outra coisa… (…)


A escrita é simples e carregada de emoções. O discurso de Henrik é sincero, triste e muito, muito melancólico. Lê-se num fôlego, principalmente por aqueles que não aguentam saber que existe um segredo a ser desvendado a qualquer hora (tipo eu!).
Gostei bastante!


Atingido que está a meta de bronze (vide post desafio Ler+) comecei os treinos para tentar atingir a prata (que decide chamar Ag, símbolo químico da prata). O percurso começa com o livro Monólogos da Vagina, de Eve Ensler. Ainda não vi a peça, mas as primeiras páginas do livro serviram para abrir mais o meu apetite.
Guida Maria, São José Correia e Ana Brito e Cunha, façam lá uma digressãozita pelo país, fazem?? Eu gostava!

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Pensamentos sextafeirianos #17

O meu nome é Mary. Se eu conseguia viver sem Internet? Conseguia, mas não era a mesma coisa!

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Perdi a cabeça!




[Salsa Wonder push up,
azul escuro, nº 28]

(coisa mais linda...)

quarta-feira, 22 de julho de 2009

E o verão, o que fizeram com ele?

terça-feira, 21 de julho de 2009

Book@Novembro

Título: O Estrangeiro, Albert Camus.
Sinopse: O Estrangeiro revelou e consagrou definitivamente Camus como um verdadeiro "clássico" da literatura contemporânea. Romance estranho, desconcertante sob uma aparente singeleza estilística, nele se joga o destino de um homem que viveu a vida de acordo com a sua sensibilidade e a evidencia do absurdo de existir.(in, Wook)

A introdução à obra é feita através de um texto de Jean-Paul Sartre (nem todas as edições do livro têm este texto, mas aconselho-o vivamente) que, em algumas páginas, prepara o leitor para o que vem a seguir.
Camus, em «O Mito de Sísifo» publicado alguns meses depois, deu-nos o comentário exacto da sua obra: o seu herói não era bom nem mau, nem moral nem imoral. Tais categorias não lhe convêm: faz parte de uma espécie muito singular, à qual o autor reserva o nome de absurdo. Mas, sob a pena de Camus, essa palavra adquire duas significações muito diferentes: absurdo é, ao mesmo tempo, um estado de facto e a consciência lúcida que certas pessoas tomam desse estado. É «absurdo» o homem que, de um absurdo fundamental, tira incansavelmente as conclusões que se impõem.

Numa segunda parte, começa a história do Mersault, um homem estranho (segundo os padrões normais) e desprovido de sentimentos básicos dos homens. Ele é um estrangeiro não porque vive noutro país, mas por causa da sua relação com a humanidade.

Ao longo da leitura compreendemos a afirmação de Sartre, quando este diz" é uma escrita cheia de silêncios". A obra é muito pequena (pouco mais de uma centena de páginas) e lê-se bastante bem. Chega-se ao fim com aquela sensação de "O que foi isso? Afinal, o que acabou de acontecer?". No início, Mersault era um homem estranho e assim continua.
Definitivamente, um autor a repetir.

P.S: o meu exemplar faz parte da colecção Nobel.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Um fim de semana do melhor

Sábado
Compras para a casa. Almoçar um hambúrguer. Praia para espairecer. Espetada de lombinhos com bacon e sangria n'O Paulo. Chocolate Java chip no Martin&Thomas. Ganhar aos homens (3-1) no Party&Cº. Caipirinha para digestão tardia. Dormir.

Domingo
Acordar à 1. Almoçar uma fatia de pizza com coca-cola. Percorrer as lojas em saldo (comprar apenas um top). Café com caramelo e uma fatia de bolo de brigadeiro no Martin&Thomas. Petiscar qualquer coisa ao jantar.

Tudo isso, na melhor das companhias: amigos.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Pensamentos sextafeirianos #16

Even a cloudy one....

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