quinta-feira, 16 de julho de 2009

Em vez de cinco, foram seis!

Chegaram os meus livros! Obrigada, Wook!
A Rapariga que Roubava Livros. Leite Derramado. Monólogos da Vagina. O Diário da Nossa Paixão. Meu Pé de Laranja Lima. A Lua de Joana.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Book@Outubro

Título: O quase fim do mundo, Pepetela.
Sinopse: Chamo-me Simba Ukolo, sou africano, e sobrevivi ao fim do mundo.E se a vida animal de repente desaparecesse da Terra, excepto num pequeno recanto do mundo e em doses mínimas? Talvez as causas se conheçam depois, mas o que importa é a existência de alguns seres, aturdidos pelo desaparecimento de tantos, e procurando sobreviver. É sobre estes sobreviventes e as suas reacções, desejos, frustrações mas também pequenas/grandes vitórias que trata este romance. Detalhe importante: o recanto do mundo que escapou à hecatombe situa-se numa desgraçada zona da desgraçada África. O que permitirá questionar as relações contemporâneas no velho Mundo.(in, Wook)

Num dia igual a tantos outros e sem que nada o previsse, tudo desaparecera na remota cidade de Calpe. E agora, o que fazer? Simba, aparentemente o único sobrevivente, procura respostas para o sucedido e encontra, na sua jornada, outras pessoas e alguns animais de pequeno porte. Não há comunicação com o resto do mundo e, à medida que o grupo cresce, surge a necessidade de organizarem e juntos perceberem o que aconteceu ao mundo.

Pepetela reúne, em torno de um problema comum, um grupo de pessoas completamente diferentes e explora essas diferenças de forma simples, no entanto muito inteligente. Têm personalidades diferentes, habilitações literárias diferentes, profissões diferentes, religiões diferentes e histórias de vida diferentes. Os vários pontos de vista sobre o que aconteceu ao mundo ou o que fazer a seguir, provocam choques constantes entre os sobreviventes.

Durante a viagem daqueles que representam a esperança da raça humana, o autor faz um percurso pela História de alguns países do continente africano, com uma passagem pelos seus principais monumentos e atracções turísticos. Há ainda outras viagens sobre as quais não posso falar porque contém spoilers.
Como a narrativa sustenta o suspense até às ultimas páginas, a última centena foi devorada de uma assentada, ontem à noite. Não conseguiria dormir sem saber afinal o que tinha acontecido ao mundo. Confesso que fiquei um bocadinho desiludida com o final. Estava à espera de mais qualquer coisa, embora não consiga dizer bem que coisa.
O livro é um ode a África. Leiam-no!

Book@Novembro: a leitura seguinte sofreu uma pequena alteração. Inicialmente era para ler o livro As Velas Ardem até ao Fim, mas ontem uma amiga fez-me mudar de ideias e ler antes O Estrangeiro de Albert Camus. Não tenho noção de alguma vez ter lido algo do autor e se o fiz já foi há imenso tempo. Surpreenda-me, Camus!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

A descoberta culinária do fim de semana

Nata, preparado de queijos (amido de minho, queijo Emmenthal, queijo Pecorino Romano, queijo Parmegiano Reggiano, sal, aromas), espessante: carregenina. Contém vestígios de nozes. (in Parmalat)

O teste foi feito através de uns bifinhos de perú enrolados em bacon que, depois de fritos em azeite, foram cobertos pelo producto acima referido e levados ao forno a gratinar. Estava muito bom mas, quem mais agradeceu foi o colesterol.

domingo, 12 de julho de 2009

Parabéns, mana mais nova!

À irmã que era para não ser. À irmã que era suposto ser irmão. À irmã mais parecida comigo fisicamente e não só. À irmã futura médica. À irmã que completa 20 anos. À irmã que está muito, muito longe. À irmã que amo muito.
Muitos parabéns!

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Movie@sofá #25

(Breve introdução: é um filme português, onde a maior parte dos diálogos são em inglês e italiano, com miúdas a mostrarem as mamas e actores "emprestados".)

Título: Second Life (em português, Second Life)
Ano: 2008
País: Portugal
Realizador: Alexandre Cebrian Valente
Género: Drama, Crime
Elenco Principal: Piotr Adamczyk, Lúcia Moniz, Paulo Pires, Nicolau Breyner, Ana Padrão
Sinopse: Nicholas comemora o seu 40º aniversário na sua casa de campo algures no Alentejo, com Sara, sua mulher há 8 anos na companhia de dois casais amigos e uma jovem e sensual actriz, Raquel. Nicholas tem tudo o que sempre desejou e vive uma vida desafogada. Durante a noite do seu aniversário, descobriremos as profissões, os segredos, as paixões, os vícios, as traições e as ambições de cada um dos nossos personagens. Eis que, quando menos se espera, Nicholas surge morto à superfície da piscina. Nesse momento Nicholas assume o controlo do filme, o controlo que nunca teve na sua vida, e questiona-se: e se há 10 anos atrás, quando foi a Itália e conhecera Cláudia, por quem se apaixonara completamente, tivesse optado por ter ficado a viver com ela? Será que teria seguido a mesma profissão? Viveria em Portugal? Teria filhos? Viveria de forma abastada? Estaria vivo? A partir deste momento, iremos assistir a duas versões da história desta vida: uma onde Nicholas jaz morto na piscina e a polícia irá desvendar o mistério da sua morte, trazendo à verdade as traições, os segredos, as mentiras, as verdades de todos os personagens e se descobre a natureza da morte de Nicholas; outra onde vemos Nicholas, noutro país, noutra vida, com outra mulher e com filhos, outra actividade, outro comportamento, mas o mesmo aniversário. Será o destino capaz de ser igual tanto numa história como na outra?. (in Cinema PTGate).

Nicholas: We are only entitled to one life, why not two?

Trailer: aqui.

Pontos Mary: 3.0 em 10.

Considerações gerais: o enredo ainda que promissor, não chega a ser original, tendo em conta que uma história muito semelhante já foi contada em The Family Man (2000), com Nicholas Sparks. Ainda assim, havia muita coisa que podia ser explorada e não foi. O realizador consegue alguns planos muito bons e há algumas sequências de imagens que, por si só, transmitem ideias interessantes e complementam a narrativa dos acontecimentos feito pelo personagem morto. Os diálogos são fracos. As representações, com algumas excepções, deixam muito, muito a desejar. O filme é muito, muito fraco tendo apenas conseguido alguns pontos na banda sonora. Miúdas com mamas ao léu podem até ser o chamariz para ver uma vez, mas não sustentam a qualidade de um filme. Este é, claramente, mais um produto feito para se ver raparigas nuas a dizerem textos decorados e o Figo a fazer passar-se por actor.
Não aconselho ninguém a ver o filme.

Palavra-chave : escolhas!

Pensamentos sextafeirianos #15

Será este fim de semana??

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Campanha de incentivo à Leitura

Wook
Eu já mandei vir os meus 5 livros. E tu, que estás à espera?

terça-feira, 7 de julho de 2009

Top 3 - Livros

Ontem, uma amiga perguntou-se qual era o meu Top 3 de livros de todos os tempos. Pensei, pensei e pensei. Não é fácil eleger num universo tão grande (ainda que não seja assim tão grande como o do Marcelo Rebelo de Sousa) apenas 3 livros. Foi então que resolvi escolher livros que, em diferentes etapas da minha vida, marcaram-me de uma forma ou de outra.

Pé de Laranja Lima, de José Mauro de Vasconcellos
Andava no 8º ano, quando uma amiga chegou ao pé de mim completamente histérica por ter lido um livro magnífico. Lembro-me dela dizer: tens de lê-lo. Eu, que adoro um desafio, aceitei. Emprestou-mo. Li-o. Adorei-o.

A Lua de Joana, de Teresa Gonzalez
Numa altura que também era adolescente e também escrevia num diário, este livro que chegou-me também através de uma amiga, foi devorado num ápice. Provavelmente porque estava a viver longe da minha família e dos meus amigos mais próximos, este livro foi um marco muito importante no moldar da minha personalidade e na minha forma de pensar e agir.

O Amor nos Tempos de Cólera, de Gabriel García Márquez
Li-o numa fase mais madura da minha vida e a enquanto vivia (e continuo a viver) um grande amor. Foi o meu primeiro contacto com o escritor colombiano e o enredo marcou-me duma forma bastante peculiar. Não sendo uma pessoa nadinha romântica, este livro trouxe ao de cima o mais lamechas de mim. Gabriel García Márquez fez-me acreditar que "Quem espera, sempre alcança" e que "Enquanto há vida, há esperanças".

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Diário das férias - parte II

Para além de conhecer pessoas e hábitos, as férias também serviram para conhecer alguns lugares. Para começar, não podia faltar o passeio da praxe: visita guiada à cidade de Boston. Começa com a subida ao 50º andar do Prudencial Tower, o prédio mais alto que já subi.

[Prudencial Tower, segundo prémio mais alto de Boston]

A torre dá acesso a outros prédios numa ligação contígua de lojas. Existe ainda uma espécie de museu, sobre factos históricos e aspectos da sociedade de Boston, onde havia um baú com um livro em português.
[O tema era viagens e o baú continha artigos italianos, alemães]

O dia estava meio cinzento, mas a vista sobre a cidade é simplesmente de tirar o fôlego. Lá de cima, podemos destacar:
[Church of Christ, Scientist]

[Fenway Park, estádio dos Boston Red Sox]

[Do outro lado do rio, fica a Universidade de Harvard e o MIT. Só estivemos lá de noite para certificar se os geeks também saem à noite...]

(continua...)

domingo, 5 de julho de 2009

Cabo-Verde, independente desde 5 de Julho de 1975

Labanta braço se bô grita bô liberdade (x4)

Grita povo independanti
Grita povo liberdado

Cinco di Julho sinonimo di liberdadi
Cinco di Julho caminho aberta pa flicidadi

Grita "viva Cabral"
Honra combatentes di nos terra.


[Labanta Braço, Os Tubarões]

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