domingo, 12 de julho de 2009

Parabéns, mana mais nova!

À irmã que era para não ser. À irmã que era suposto ser irmão. À irmã mais parecida comigo fisicamente e não só. À irmã futura médica. À irmã que completa 20 anos. À irmã que está muito, muito longe. À irmã que amo muito.
Muitos parabéns!

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Movie@sofá #25

(Breve introdução: é um filme português, onde a maior parte dos diálogos são em inglês e italiano, com miúdas a mostrarem as mamas e actores "emprestados".)

Título: Second Life (em português, Second Life)
Ano: 2008
País: Portugal
Realizador: Alexandre Cebrian Valente
Género: Drama, Crime
Elenco Principal: Piotr Adamczyk, Lúcia Moniz, Paulo Pires, Nicolau Breyner, Ana Padrão
Sinopse: Nicholas comemora o seu 40º aniversário na sua casa de campo algures no Alentejo, com Sara, sua mulher há 8 anos na companhia de dois casais amigos e uma jovem e sensual actriz, Raquel. Nicholas tem tudo o que sempre desejou e vive uma vida desafogada. Durante a noite do seu aniversário, descobriremos as profissões, os segredos, as paixões, os vícios, as traições e as ambições de cada um dos nossos personagens. Eis que, quando menos se espera, Nicholas surge morto à superfície da piscina. Nesse momento Nicholas assume o controlo do filme, o controlo que nunca teve na sua vida, e questiona-se: e se há 10 anos atrás, quando foi a Itália e conhecera Cláudia, por quem se apaixonara completamente, tivesse optado por ter ficado a viver com ela? Será que teria seguido a mesma profissão? Viveria em Portugal? Teria filhos? Viveria de forma abastada? Estaria vivo? A partir deste momento, iremos assistir a duas versões da história desta vida: uma onde Nicholas jaz morto na piscina e a polícia irá desvendar o mistério da sua morte, trazendo à verdade as traições, os segredos, as mentiras, as verdades de todos os personagens e se descobre a natureza da morte de Nicholas; outra onde vemos Nicholas, noutro país, noutra vida, com outra mulher e com filhos, outra actividade, outro comportamento, mas o mesmo aniversário. Será o destino capaz de ser igual tanto numa história como na outra?. (in Cinema PTGate).

Nicholas: We are only entitled to one life, why not two?

Trailer: aqui.

Pontos Mary: 3.0 em 10.

Considerações gerais: o enredo ainda que promissor, não chega a ser original, tendo em conta que uma história muito semelhante já foi contada em The Family Man (2000), com Nicholas Sparks. Ainda assim, havia muita coisa que podia ser explorada e não foi. O realizador consegue alguns planos muito bons e há algumas sequências de imagens que, por si só, transmitem ideias interessantes e complementam a narrativa dos acontecimentos feito pelo personagem morto. Os diálogos são fracos. As representações, com algumas excepções, deixam muito, muito a desejar. O filme é muito, muito fraco tendo apenas conseguido alguns pontos na banda sonora. Miúdas com mamas ao léu podem até ser o chamariz para ver uma vez, mas não sustentam a qualidade de um filme. Este é, claramente, mais um produto feito para se ver raparigas nuas a dizerem textos decorados e o Figo a fazer passar-se por actor.
Não aconselho ninguém a ver o filme.

Palavra-chave : escolhas!

Pensamentos sextafeirianos #15

Será este fim de semana??

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Campanha de incentivo à Leitura

Wook
Eu já mandei vir os meus 5 livros. E tu, que estás à espera?

terça-feira, 7 de julho de 2009

Top 3 - Livros

Ontem, uma amiga perguntou-se qual era o meu Top 3 de livros de todos os tempos. Pensei, pensei e pensei. Não é fácil eleger num universo tão grande (ainda que não seja assim tão grande como o do Marcelo Rebelo de Sousa) apenas 3 livros. Foi então que resolvi escolher livros que, em diferentes etapas da minha vida, marcaram-me de uma forma ou de outra.

Pé de Laranja Lima, de José Mauro de Vasconcellos
Andava no 8º ano, quando uma amiga chegou ao pé de mim completamente histérica por ter lido um livro magnífico. Lembro-me dela dizer: tens de lê-lo. Eu, que adoro um desafio, aceitei. Emprestou-mo. Li-o. Adorei-o.

A Lua de Joana, de Teresa Gonzalez
Numa altura que também era adolescente e também escrevia num diário, este livro que chegou-me também através de uma amiga, foi devorado num ápice. Provavelmente porque estava a viver longe da minha família e dos meus amigos mais próximos, este livro foi um marco muito importante no moldar da minha personalidade e na minha forma de pensar e agir.

O Amor nos Tempos de Cólera, de Gabriel García Márquez
Li-o numa fase mais madura da minha vida e a enquanto vivia (e continuo a viver) um grande amor. Foi o meu primeiro contacto com o escritor colombiano e o enredo marcou-me duma forma bastante peculiar. Não sendo uma pessoa nadinha romântica, este livro trouxe ao de cima o mais lamechas de mim. Gabriel García Márquez fez-me acreditar que "Quem espera, sempre alcança" e que "Enquanto há vida, há esperanças".

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Diário das férias - parte II

Para além de conhecer pessoas e hábitos, as férias também serviram para conhecer alguns lugares. Para começar, não podia faltar o passeio da praxe: visita guiada à cidade de Boston. Começa com a subida ao 50º andar do Prudencial Tower, o prédio mais alto que já subi.

[Prudencial Tower, segundo prémio mais alto de Boston]

A torre dá acesso a outros prédios numa ligação contígua de lojas. Existe ainda uma espécie de museu, sobre factos históricos e aspectos da sociedade de Boston, onde havia um baú com um livro em português.
[O tema era viagens e o baú continha artigos italianos, alemães]

O dia estava meio cinzento, mas a vista sobre a cidade é simplesmente de tirar o fôlego. Lá de cima, podemos destacar:
[Church of Christ, Scientist]

[Fenway Park, estádio dos Boston Red Sox]

[Do outro lado do rio, fica a Universidade de Harvard e o MIT. Só estivemos lá de noite para certificar se os geeks também saem à noite...]

(continua...)

domingo, 5 de julho de 2009

Cabo-Verde, independente desde 5 de Julho de 1975

Labanta braço se bô grita bô liberdade (x4)

Grita povo independanti
Grita povo liberdado

Cinco di Julho sinonimo di liberdadi
Cinco di Julho caminho aberta pa flicidadi

Grita "viva Cabral"
Honra combatentes di nos terra.


[Labanta Braço, Os Tubarões]

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Pensamentos sextafeirianos #14

Hora de procurar outros destinos para passar o fim de semana...

quinta-feira, 2 de julho de 2009

A casa tem novo habitante

A máquina antiga já andava a pedir a reforma há algum tempo. Hoje compramos uma novinha. Faço votos que fique por cá, se não mais, pelo menos o mesmo número de anos que a sua antecessora.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Diário das férias - parte I

Adoro viajar, principalmente de avião. Fazer as malas e partir à descoberta de novos lugares, fascina-me. Não é tanto pelos museus, praças ou igrejas, mas sim pelas pessoas e as suas vivências. Adoro perceber como os nativos vivem, seus hábitos e costumes e, principalmente, desmistificar ideias e preconceitos. Se a estas pessoas juntar alguns familiares e amigos, arrisco a passar "one hell of a holiday". Foi o que aconteceu!

Ao segundo dia em terras americanas, presenciamos algo bastante típico: as tão famosas "parades". Bombeiros, polícias, miúdos, graúdos, bandas, congregações, canditados às eleições, gays, etc. desfilam sobre o olhar atento da população que bate palmas e acena aos participantes com entusiasmo. Senti-me num filme.
São bastante patriotas. Provam-no as bandeiras hasteadas em quase todas as casas e edifícios públicos, o entusiasmo com que defendem o país, os vários tributos aos soldados e, principalmente, o orgulho que têm no seu povo e país. No meio das bandeiras todas, ainda deu para ver uma casa com uma do orgulho gay (achei interessante, tendo em conta que estamos a falar dos USA).

Deliciei-me com a forma como os empregados tratam os clientes. Aos empregados de cafés, restaurantes e afins, pode-se atribuir tal simpatia ao facto de ser "quase" obrigatório deixar gorjeta (15% do valor total e que, em alguns casos, é mais um item do recibo). Mas se já é obrigatório deixar gorjeta, why care so much? Ao falar sobre o assunto com o meu cunhado, dono de um negócio, ele explicou-me que é mesmo política dos patrões e que um empregado pode ser despedido se houver queixas por parte dos clientes. Em qualquer sítio (lojas, cinema, restaurantes, etc.), sempre que um empregado dirigia-me a palavra e, antes de perguntar o que desejo ou se preciso de ajuda, dizia-me: "Hello, madame. How are you today?".

Os condutores param para deixar os peões atravessarem a rua fora das passadeiras, na auto-estrada não excedem o limite de velocidade, mas como nem tudo são rosas, falar ao telemóvel parece ser um requisito para conduzir.
Reciclagem nem vê-la e atirar lixo para o chão parece um acto normal. No entanto, as ruas estão sempre impecávelmente limpas (excelente serviço de limpeza) e os espaços verdes sempre muito bem arranjados (tanto os públicos como os privados).

Tendo em conta que os bares fecham à 1 e as discotecas às 2, a vida nocturna pode ser classificada como sendo muito fraquinha. Quanto aos preços, uma carteira não aguenta aquilo todos os dias (cheguei a pagar 4 dólares por uma cerveja, mais gorjeta). As lojas de conviniências deixam de vender álcool a partir das 11 que é também a hora de fecho das lojas de bebidas alcoólicas. Nos bares é normal encontrar as incrições "No ID, No drink!".

Todos os aspectos acima referidos dizem respeito ao estado de Massachusetts, visto que, esta que vos escreve, apenas esteve em contacto com uma pequena parte do referido estado.

(continua...)

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