sexta-feira, 24 de abril de 2009

A ti, mana do meio!

Eu e Tu. Carneiro e Touro. 16-04-1981 e 24-04.1983. A mais velha e a do meio. Calma e agitada. Caro do pai e cara da mãe. Simples e muito vaidosa. Estudar muito e nem por isso. Objectiva e subjectiva. Precipitada e prudente. Saudades e saudades. Eu e Tu. Tão diferentes e tão iguais.
Parabéns, mana do meio!

Pensamentos sextafeirianos #7

Irmã do meio!

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Dia Mundial do Livro

Um livro aberto, é um cérebro que fala; fechado, um amigo que espera; esquecido, uma alma que perdoa; destruído, um coração que chora.

Camilo Castelo Branco.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Book@Julho

Título: Crónica de uma Morte Anunciada, de Gabriel García Márquez
Sinopse: Vítima da denúncia falaciosa de uma mulher repudiada na noite de núpcias, o jovem Santiago Nasar foi condenado à morte pelos irmãos da sua hipotética amante, como forma de vingar publicamente a sua honra ultrajada e sob o olhar cúmplice ou impotente da população expectante de uma aldeia colombiana: é esta a história verídica que serve de base a este romance, e que, logo nas suas primeiras linhas, é enunciada. A capacidade de Gabriel García Márquez em reconstruir um universo possuído pela nostalgia, mágica e encantatória da infância e a sua genial mestria em contar histórias fazem deste romance mais uma das obras-primas que consagraram definitivamente este autor. (in Wook)

Quando começamos a ler o livro, sabemos, de antemão, para o que vamos. A morte de Santiago é um dado adquirido. Todo o seu percurso, no dia seguinte ao casamento de Bayardo San Roman e Ângela e na manhã em que o bispo visita a cidade, conduz-nos ao seu inevitável encontro com os gêmeos e, consequentemente, com a sua morte. Uma morte que todos sabem estar prestes a acontecer, mas poucos têm interesse ou vontade de avitá-la.
O narrador da crónica é alguém que conheceu Santiago e, ao longo do livro, apresenta-nos todos os personagens que, directa ou indirectamente, estiveram envolvidos na morte de Nasar.

O livro é pequeno (136 páginas) e lê-se num fôlego. Apesar de García Márquez continuar com os nomes complicados e palavras esquisitas, confesso que este foi o livro do autor que tive menos dificuldade em entender.
Quando acabar a colecção Nicholas Sparks, compro todos os livros de Gabriel García Márquez.

Book@Agosto: o livro que se segue é do senhor Paul Auster: A Trilogia de Nova York. Comprei o livro numa colecção da revista Sábado e andava cá por casa, por isso, resolvi lê-lo. Espero não me arrepender. Alguém já leu algum livro do autor?

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Pensamentos sextafeirianos #6

O mais importante do dia de ontem, foi ter estado e recebido miminhos de algumas das pessoas mais importantes da minha vida - a família e os amigos.


Muito, muito, muito obrigada!

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Os 28 já ninguém mos tira!

Um desejo??? Já pedi....

terça-feira, 14 de abril de 2009

Podemos sonhar com a próxima fase?


Last update: não foi desta, paciência. Parabéns, rapazes!

domingo, 12 de abril de 2009

Book@Junho

Título: Sensibilidade e bom Senso, de Jane Austen
Sinopse: Sensibilidade e Bom Senso, o primeiro livro de Jane Austen, publicado em 1811, conta a alegre e satírica história de duas irmãs. A instintiva e apaixonada Marianne e a sensata e mundana Elinor. Embora o coração impaciente de Marianne a deixe vulnerável aos males de amor, as qualidades opostas de Elinor também não a protegem dos problemas emocionais. Sensibilidade e Bom Senso - um retrato psicológico e social da pequena-burguesia do século XVIII. (in Wook)

Curiosidades: não tendo sido o primeiro livro a ser escrito por Jane Austen, acabou por ser o primeiro a ser publicado.

Jane Austen divide o protagonismo deste livro entre duas irmãs: Marianne e Elinor. Marienne é sensível, romântica, amante de todas as formas de arte, não consegue fingir comportamentos e acredita que não há lugar para um segundo grande amor na vida das pessoas. Elinor, o oposto da irmã, é sensata, circunspecta, polida e vive com os pés bem assentes na terra.

Com a morte do pai, Elinor, Marianne e a sua irmã Margaret, juntamente com a mãe, vêm-se forçadas a deixar a casa de família, herdada agora pelo irmão mais velho, e irem viver para o campo. Já em Barton, Marianne conhece o seu vizinho John Willoughby e apaixona-se. Elinor, a irmão mais velha, tem o seu coração ocupado por Edward Ferrars. Ambas sofrem partidas do destino, mas é nestes momentos que os laços que unem as irmãs falam mais alto. À medida que a história avança, apercebemo-nos que as desilusões e contrariedades da vida acabam, lentamente, por modificar o temperamento das duas irmãs.

A base do livro é a família e todas as alegrias e tristezas que desta podem advir: a cumplicidade das irmãs, o amor de mãe para filhas, um irmão interesseiro e egoísta e uma cunhada azeda e antipática.
Numa sociedade de falsas aparências, não podiam faltar os casamentos arranjados, cujo principal objectivo é acumular riquezas e manter as fachadas. Aquele que está disposto a desafiar a família e viver um amor proibido, resta-lhe ser deserdado e ser deixado à sua mercê.

O livro é de fácil leitura e devora-se em pouco tempo. O meu exemplar é da colecção "Clássicos da Literatura Universal", edição book.it, e deixou muito, muito a desejar. A certa altura deixei de contar os erros, de entre os quais destaco: erros ortográficos (ex: caçasse, de caçar em vez de casasse, de casar), falsas quebras de linhas criando falsos parágrafos, diálogos não identificados, faltas de espaço entre palavras (ex: estarem, quando dizer ser "estar em"), etc. O preço do livro é meramente simbólico (5.00€, se não me engano...), no entanto, não compensa porque dificulta imenso a leitura.

Book@Julho:
a segunda metade do desafio inicia-se com o meu terceiro livro de Gabriel García Márquez. Apresento-vos, Crónica de uma Morte Anunciada.

sábado, 11 de abril de 2009

Tenho dito...

Um dia desses, perco a cabeça e contrato alguém para fazer a limpeza cá de casa.... e a comida... e passar a roupa a ferro....ok..ok.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Pensamentos sextafeirianos #5

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