quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Sugestão #6
Último episódio nos USA: season #2, episódio #15
Charlie Crews (Damian Lewis) é um homem que, depois de ter sido condenado por um crime que não cometeu, passa 12 anos de sua vida na prisão. Agora que está em liberdade e, com bastante dinheiro que recebeu da indemnização, regressa ao seu antigo posto de trabalho: a polícia. Juntamente com a sua parceira, Dani Reese (Sarah Shahi), resolve os casos que vão aparecendo ao mesmo tempo que conduz uma investigação pessoal para descobrir as pessoas que tramaram-no há 12 anos.Diálogos hilariantes. Humor q.b. Expressões do outro mundo. Cumplicidades. Questões pertinentes. Homicídios. Descobertas. Romances. Um personagem excepcional. Uma série que vale pelo Damian Lewis.
Uma série e não perder.
Publicada por Mary à(s) 11:39 da tarde 2 Comentário(s)
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
Book@Março
Título: As raparigas de Riade, de Rajaa Al-Sanea.
Sinopse: As Raparigas de Riade é uma história ficcionada sobre os amores, sonhos, desilusões de quatro jovens muçulmanas que nos mostra como é a vida "por detrás do véu" das mulheres sauditas. A história é desvendada sobre a forma de e-mails semanais de uma narradora feminina anónima para um público internauta de um grupo de chat. Durante um ano, acompanhamos as vidas de Qamara, Michelle, Sadim e Lamis, na luta pelo amor, pelo sucesso profissional e pela sua rebeldia às tradições ancestrais: Sadim vê-se confrontada com o fim do seu casamento fugaz, pois entre o espaço que medeia o casamento no registo e a oficialização religiosa, cedeu em entregar-se ao marido, o que foi entendido como uma ousadia, nada digna de uma mulher muçulmana. Qamara descobre pouco tempo após o seu casamento, que o desdém de Rajid advém de uma relação que mantém há anos com uma japonesa. O namorado de Michelle abandona-a porque a mãe dela é americana e cede à vontade da família em casar-se com a prima a quem estava prometido. Só Lamis encontra o verdadeiro amor, apenas porque não fechou os olhos aos trâmites sociais.Considerado a versão árabe de, banido no seu país de origem, a publicação deste livro levantou críticas e vozes de apoio numa sociedade assente em regras sociais muito rígidas, onde as mulheres ainda são segregadas, que luta entre o respeito pelos valores tradicionais e o desejo de se tornar uma voz válida e independente. (in Wook)
A narração está a cargo de Rajaa Al-Sanea que, religiosamente, envia um email todas as sextas-feiras aos seus fiéis leitores, contanto factos das vidas de Qamara, Lamis, Sadim e Michelle. Para aguçar o apetite, cada capítulo, que é como quem diz cada email, é introduzido com alguns pensamentos ou citações, referências a Alá, bem como alguns ditos de famosos artistas quer em letras de músicas ou poesia. Com sentido de humor q.b, a narradora dá o leitor a conhecer alguns feedbacks que recebe dos seus leitores, criticando-a ou, simplesmente, para parabenizá-la.
O amor, muitas vezes um dado adquirido na nossa sociedade, toma outras proporções quando vivido sobre uma forte pressão de uma sociedade que apregoa que o amor/paixão antes do casamento não é mais que um sentimento passageiro e que o único amor que prevalece é aquele que surge depois do casamento. A história de 4 mulheres que conheceram e viveram este sentimento de formas diferentes, porém iguais na sua essência porque, seja lá onde for, o amor será sempre o amor.
Book@Abril: há muito tempo que queria ler um livro do português José Luís Peixoto, pelas excelentes críticas que tenho ouvido e lido. Chegou a sua vez e será com Nenhum Olhar.
Publicada por Mary à(s) 9:07 da tarde 3 Comentário(s)
Awesome: more than deserved!
Do pouco que vi da cerimónia dos Óscares deste ano (nem todos estamos de férias na segunda), Hugh Jackman provou que, para além de ser o homem mais sexy do mundo, também sabe ser um bom entertainer. Jackman foi, claramente, uma aposta ganha!
Tendo em conta que todos os nomeados e vencedores merecem os parabéns, gostaria de fazer um destaque especial aos seguintes: a confirmação, a consagração e a surpresa, respectivamente.

P.S: tenho mesmo de ver o Mickey e a Marisa Tomei, em The Wrestler!
Publicada por Mary à(s) 12:56 da tarde 2 Comentário(s)
Etiquetas: Óscares
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Movie@sofá #24
(Breve introdução: a algumas horas da cerimónia dos Óscares e, apesar de não ter conseguido ver todos os filmes como tinha proposto fazer, ainda tive tempo de ver mais um. Apresento-vos, Milk!)
Título: Milk (em português, Milk)
Ano: 2008
Realizador: Gus Van Sant
Género: Drama
Elenco Principal: Sean Penn, Emile Hirsch, Josh Brolin, James Franco.
Sinopse: Cansado de se esconder de si próprio, Harvey (Sean Penn) abandona o seu bem remunerado emprego em Wall Street e decide sair do armário, mudando-se para o distrito "Castro" em São Francisco com o seu amante de longa data, Scott Smith. Na comunidade colorida de Castro, pequenas vitórias conduzem a outras maiores e Harvey ao falar abertamente por aquela maioria silenciosa, acaba por ser o primeiro politico homossexual a ganhar as eleições. (in Cinema PTGate).
Harvey Milk: My name is Harvey Milk and I'm here to recruit you!
Trailer:
Pontos Mary: 7.0 em 10.
Considerações gerais: Sean Penn já deu todas as provas possíveis de ser um grande actor e o seu papel neste filme só vem reforçar a sua versatilidade.
O filme é um documentário sobre a vida do activista Harvey Milk com os seus amores, suas inseguranças, sua luta e, inevitavelmente, sua morte.
Vejam-no!
Palavra-chave : direitos!
Operação Óscar 2009: 14 done and 4 to go! (77,77% completed).
Publicada por Mary à(s) 10:52 da tarde 2 Comentário(s)
sábado, 21 de fevereiro de 2009
Que tipo de pessoa sou?
Existem pessoas orientadas a tarefas, a actividades, a agradar os outros, a deixar para última hora, a não deixar nada para amanhã que podem fazer hoje, a fazer só por favor, a fazer só quando pedem-lhe, etc.
Eu sou, sem margens para dúvidas, uma pessoa orientada a objectivos.
Põem-me à frente um objectivo e vejam-me a fazer de um tudo para o concretizar. A sensação de ver a meta a aproximar-se e saber que não estou em condições de cortá-la, aflige-me.
Vejamos um exemplo: nos jogos gosto de ganhar, mas pior ainda, detesto perder. A expressão "o que interessa é participar" é nobre, mas qual é o mal em querer participar e ganhar? Para mim, nenhum.
Esta conversa toda para dizer que, por ter publicamente exposto o meu desafio de leitura de 2009, tenho feito de um tudo para concretizá-lo. Tenho lido todas as noites e, melhor ainda, deixo de ver séries e filmes para ler algumas páginas antes de dormir. E não é que estou a acabar o livro de Março. Orgulhosa? Sempre!
Publicada por Mary à(s) 2:12 da tarde 3 Comentário(s)
Etiquetas: Eu
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Movie@sofá #23
(Breve introdução: este não era um filme que estivesse com especial vontade de ver. Não fosse a grande curiosidade de saber como se saiu a menina Hathaway, talvez não o teria visto. Mas tá visto, tá visto: entremos no casamento da Rachel.)
Título: Rachel Getting Married (em português, O Casamento de Rachel)
Ano: 2008
Realizador: Jonathan Demme
Género: Drama, Romance
Elenco Principal: Anne Hathaway, Rosemarie DeWitt, Mather Zickel.
Sinopse: Quando Kym (Anne Hathaway) volta a casa para o casamento da sua irmã Rachel, ela traz consigo uma longa história de crise pessoal, conflitos familiares e tragédia. O casamento do casal, repleto de amigos e familiares, tinha tudo para ser um alegre fim-de-semana de festa, música e amor, mas Kym torna o ambiente muito pesado e tenso... (in Cinema PTGate)
Trailer:
Pontos Mary: 6.2 em 10.
Considerações gerais: a sensação que tive durante todo o filme era que faltava qualquer coisa. Vale pela interpretação da Anne, mas só uma grande actriz não chega para fazer um bom filme. Um filme sobre laços familiares que ficaram por um fio devido a um trágico acidente do passado. Feridas abertas. Culpas assumidas. Perdão por conceder. Solidão. Revolta. Emoções.
A Mary recomenda a interpretação da Anne Hathaway.
Palavra-chave: família!
Operação Óscar 2009: 12 done and 6 to go! (66,66% completed).
Publicada por Mary à(s) 8:32 da tarde 4 Comentário(s)
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
"Dear Mr. President"
Respondendo ao desafio "Dear Mr. President", programa lançado pela Associação Nacional de Educação em conjunto com o portal Kidthing, cerca de 4500 crianças, entre os 5 e os 12 anos, escreveram cartas ao presidente americano expondo as suas preocupações e fazendo seus pedidos, em forma de textos ou desenhos.
As crianças não se fizeram de rogadas e pediram as mais diversas coisas: fim da guerra, regresso das tropas a casa, mais cuidados com o ambiente, um dia de férias para todas as crianças do mundo estarem juntas e até houve um menino que achou que, no momento, o que mais lhe agradaria era que chovesse rebuçados (candy).
E como pedir não custa, cá vai o meu: Dear Mr. President, por favor, presta muita atenção aos pedidos destas crianças (com um esforçozito consegue fazer chover rebuçados).
E tu, que pederias ao Obama?
Publicada por Mary à(s) 8:25 da tarde 4 Comentário(s)
Etiquetas: Estados Unidos, Pensamentos
domingo, 15 de fevereiro de 2009
O que andava a fazer aos 12/13 anos
Esta notícia fez-me pensar como as crianças deixam de ser crianças cada vez mais cedo. O problema sempre existiu, mas agora acontece com maior frequência.
"Rapaz britânico de 13 anos é pai
"Pensei que seria bom ter um bebé", diz, orgulhoso, Alfie Patten, o pai da recém-nascida Maisie. O tímido rapaz britânico tem apenas 13 anos, mas aparenta ter menos idade. A mãe da criança, Chantelle Steadman, de 15 anos, deu à luz há quatro dias.
O caso, que é a manchete de hoje do "The Sun", não é o único com estas características no Reino Unido. Em 1998, outros adolescentes, Sean Stewart e Emma Webster, de 12 e 15 anos, respectivamente, foram pais, revela o tablóide britânico... " (ver o resto da notícia aqui.)
Aos 12/13 anos, estava deixar a casa dos meus avós paternos e a voltar para a dos pais, depois de 2 anos. Brincava com bonecas. Entrava no liceu. Via telenovelas/filmes apropriados. Ouvia música. Brincava com as minhas amigas (macaquinho de chinês, estátua, malha, etc.). Não tinha Internet. Usava a máquina de escrever do meu pai para transcrever livros e textos, just for fun. Arranjava namorados virtuais. Estudava. Ia à missa e à catequese. Levava a minha irmã mais nova ao jardim de infância. Não sabia de onde vinham os bebés. Enquanto criança, fui uma criança!
Publicada por Mary à(s) 6:48 da tarde 9 Comentário(s)
Etiquetas: Infância, Pensamentos
Eu...
Mãe. Esposa. Profissional.
Responsável. Organizada. Ambiciosa. Teimosa. Orgulhosa. Precipitada. Realista. Prática. Viciada e muito apaixonada pela vida e pelas pessoas da minha vida.
Amo a minha família e prezo muito as minhas amizades.
Actual leitura...
Acabou tudo para Simon Axler, o protagonista do novo e surpreendente livro de Philip Roth. Um dos mais destacados actores de teatro americanos da sua geração, agora na casa dos sessenta, perdeu a magia, o talento e a confiança. (mais)
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