sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Movie@sofá #22

(Breve introdução: ainda na saga "tenho de conseguir ver todos os filmes nomeados, para os Óscares de 2009, nas principais categorias até dia 22 de Fevereiro", chega a vez de ver porque a interpretação de Richard Jenkins valeu-lhe uma nomeação para Óscar de Melhor Actor. Abram as portas para o Visitante.)

Título: The Visitor (em português, O Visitante)
Ano: 2008
Realizador: Thomas McCarthy
Género: Drama
Elenco Principal: Richard Jenkins, Haaz Sleiman, Danai Jekesai Gurira.
Sinopse: Walter Vale (Richard Jenkins), um solitário professor de Connecticut, recentemente viúvo, vê-se forçado a regressar a Nova Iorque para assistir a uma conferência e encontra o seu apartamento de Manhattan ocupado por um jovem casal de imigrantes ilegais. Depois de esclarecida a intromissão, Vale convida o casal - um jovem músico sírio chamado Tarek e a sua namorada senegalesa - a ficarem temporariamente a viver com ele. Uma improvável amizade acaba por se desenvolver entre o pacato Professor Vale e o vibrante Tarek, mas os bons momentos depressa são perturbados pela injusta prisão de Tarek e a ameaça da sua possível deportação. Vale, que está determinado a ajudar, inicia uma verdadeira cruzada pela libertação de Tarek. (in, Cinema PTGate)

Trailer
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Pontos Mary: 7.2 em 10.

Considerações gerais: o filme gira em torno das relações humanas. No caso, relações pouco prováveis de acontecerem. Pessoas que, por ironia do destino, encontram-se e criam laços fortíssimos. Uma amizade fortalecida pelas batidas de um jambé. No entanto, nem tudo são rosas e é nos piores momentos que Walter prova ser um verdadeiro amigo de Tarek.
Terno. Ritmado. Expressivo.
A Mary recomenda que deixem este visitante entrar nas vossas vidas.

Palavra-chave: amizade!

Operação Óscar 2009: 11 done and 7 to go! (61,11% completed).

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Book@Fevereiro

Título: Cem anos de Solidão, de Gabriel García Márquez
Sinopse: "Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel Aureliano Buendía haveria de recordar aquela tarde remota em que o pai o levou a conhecer o gelo."
Com estas palavras - tão célebres já como as palavras iniciais do Dom Quixote ou de À Procura do Tempo Perdido - começam estes Cem Anos de Solidão, obra-prima da literatura comtemporânea, traduzida em todas as línguas do mundo, que consagrou definitivamente Gabriel García Márquez como um dos maiores escritores do nosso tempo.
A fabulosa aventura da família Buendía-Iguarán com os seus milagres, fantasias, obsessões, tragédias, incestos, adultérios, rebeldias, descobertas e condenações são a representação ao mesmo tempo do mito e da história, da tragédia e do amor do mundo inteiro. (in, Wook)

Considerações gerais: a escrita de Gabriel García Márquez é complicada e está replecta de palavras novas e "difíceis". O nome dos personagens são esquisitos e, neste livro em particular, quase sempre iguais - pais, filhos e netos partilham, com pequenas vriações, o mesmo nome, ao longo de uma geração.
O seguinte trecho ficou.me na cabeça e, cada vez que olho para um post-it, imagino a lembro-me da vaca e esboço um sorriso.
(...) com um pincel cheio de tinta, marcou cada coisa com o seu nome: mesa, cadeira, relógio, porta, parede, cama, panela. Foi ao curral e marcou os animais e as plantas: vaca, cabrito, porco, galinha, aipim, taioba, bananeira. Pouco a pouco, estudando as infinitas possibilidades do esquecimento, percebeu que podia chegar um dia em que se reconhecessem as coisas pelas suas inscrições, mas não se recordasse a sua utilidade. Então foi mais explícito. O letreiro que pendurou no cachaço da vaca era uma amostra exemplar da forma pela qual os habitantes de Macondo estavam dispostos a lutar contra o esquecimento: Esta é a vaca, tem-se que ordenhá-la todas as manhãs para que produza o leite e o leite é preciso ferver para misturá-lo com o café e fazer café com leite (...)
Fiquei com uma enorme ansiosa de ler Crónica de uma Morte Anunciada (livro de Junho).

Book@Março: fã da série Sex and the City, quando agarrei o livro pela primeira vez, tive logo curiosidade de lê-lo. Fascina-me conhecer outras vivências e, como mulher, agrada-me conhecer outras histórias de outras mulheres que vivem em mundos completamente diferentes do meu.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Nós no Youtube!

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Sugestão #5

The Big Bang Theory (em português, A Teoria do Big Bang)
Último episódio nos USA: season #2, episódio #15
Sheldon, Leonard, Howard, Rajesh e Penny: uma série para geeks, protagonizada por 4 geeks e uma loira boa.
Se gostas de física, engenharia, teorias, experiências, cromos, astronomia e anti-sociais, esta é a tua série. Teorias que provam que afinal o Super-Homem não ama a Lois, complexos algoritmos para arranjar amigos ou procurar uma sala de cinema, regras sociais no que concerne à troca de presentes, bem como a venda de esperma para aumentar a largura de banda, são apenas alguns dos problemas com que estes rapazes debatem ao longo das duas seasons. Sempre regado com muito humor.
Vejam!

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Amigos@home

Operação "Get Together"!
Sábado. Amigos. Jantar. Paté de atum. Torradas. Snacks. Azeitonas. Cachupa. Legumes salteados. Licor Beirão. Tinto. Gargalhadas. Rosé. Sumo laranja. Tarte cubana. Bolo de bolacha. Serradura. Muita conversa. Café. Party & Cº Extreme. Discussões. Chá. Brownies de chocolate.
Obrigada. Até à próxima.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Movie@sofá #21

(Breve introdução: quando sei de antemão que um determinado filme versa sobre factos verídicos, tenho tendência em visioná-lo de forma diferente. A sensação de saber que tudo aquilo foi vivido por alguém, faz com que a ficção inerente aos filmes, fique cada vez mais afastada da minha cabeça. Este drama em particular, é , infelizmente, vivida todos os dias por milhares de pais em todo o mundo - o desaparecimento de um filho.)

Título: The Changeling (em português, A Troca)
Ano: 2008
Realizador: Clint Eastwood
Género: Thriller, Drama
Elenco Principal: Angelina Jolie, John Malkovich, Gattlin Griffith, Michelle Martin.Sinopse: Christine Collin (Angelina Jolie) é uma mãe que reza fervorosamente para que o seu filho Walter (Gattlin Griffith) volte para casa. O menino foi sequestrado numa manhã de sábado, após ela ter saído para trabalhar. Com a ajuda do reverendo Briegleb (John Malkovich) e após meses de buscas intensas, finalmente, a polícia diz ter encontrado o menino. Mas algo está errado no seu coração, Christine (Angelina Jolie) insiste e desconfia que aquele menino não é o seu filho. (in, Cinema PTGate)

Trailer
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Pontos Mary: 7.0 em 10.

Considerações gerais: antes de ver o filme, tinha lido algures que a Angelina Jolie não teve estofo para interpretar Christine Collin. Começo por dizer que não concordo. Não tendo achado que ela estivesse excepcionalmente maravilhosa, penso que soube levar o personagem a bom porto e isso valeu-lhe uma nomeação para o Óscar de melhor actriz (mas, num duelo entre as duas, continuo a apostar na Kate).
O filme é cruel e comovente. Acompanhei o desenrolar dos factos sempre na expectativa de saber o que acontece a seguir, quando acaba e, principalmente, como acaba. Cristine vive a vida em sobressalto e Jolie conseguiu transmitir-nos isso.
Imagens de época, música ambiente e bons diálogos fazem o filme.
A Mary recomenda que, antes de trocarem este filme por outro qualquer, ponderem bem.

Palavra-chave: perda!

Operação Óscar 2009: 9 done and 9 to go! (vamos a meio do desafio).

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Obama-te!

Eu já faço parte da equipa Obama. Join us!
Vamos todos chamar pelo fim de semana (e já agora, se não for pedir muito, sem chuva).

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Momento da verdade

Na série Lie to Me (assunto para outro post), o personagem interpretado pelo actor Brendan Hines, Eli Loker, não consegue mentir. O homem abre a boca e só saem verdades e, sempre que pensa em qualquer coisa, di-lo em voz alta. Ele não pensa, fala.
À conta da série, dei por mim, no outro dia, a pensar o quão desagrável/honesto seria conviver com alguém assim, por exemplo, no nosso local de trabalho (local escolhido aleatoriamente de entre tantos outros possíveis).

Já imaginaram ter desculpa para mandar aquela pessoa chata calar-se, protestar quando nos sentimos prejudicados, rogar pragas ao colega em voz alta, dizer basta! quando nos apetecer, não conseguirmos dizer que chegamos tarde porque estava muito trânsito, responder sempre o que achamos à pergunta "o que achas?", dizermos à sogra que a sopa está insonsa, responder "não gostei", etc.?
Desavenças? Brigas? Mau estar? Possível. Mas digam lá, não há alturas que gostariam de não serem capazes de omitir o vosso pensamento?
Eu gostaria.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Completamente farta de....

Ando farta de receber correntes de e-mails com os mais descabidos absurdos e escandaliza-me constatar que há pessoas que acreditam nestas parvoíces.

Hoje recebi o seguinte alerta (os meus comentários estão a itálico):
"Oi, nós somos Andy e John (Andy e John quê???), os directores do Messenger (ah, assim já fiquei com mais confiança).
Antes de mais nada, pedimos desculpas pela interrupção, mas o Messenger acabará (oh não digam, Andy e John!!!!). Isso acontecerá porque muitas pessoas desconsideradas (então, Andy e John, isso lá é forma de tratar as pessoas? Adiante!) têm várias contas diferentes (mesmo porque várias contas iguais, não dá. Tinham mesmo de ser diferentes.). Neste momento, só temos 578 nomes livres e por isso que o uso do Messenger e do Hotmail terá um custo a partir do verão de 2009. Se você mandar esta mensagem, no mínimo, a 18 pessoas diferentes (e enviar para as minhas 18 contas diferentes também conta??) da sua lista, seu ícone ficará azul (icon azul???? Nah, eu gosto do meu verde), o que significa que será grátis para você. Se não acredita, visite o site www.msn.com e veja por si mesmo. Se você quer que encerremos sua conta, não mande esta mensagem, mas se quer conservá-la, mande-a a seus contatos. Isto não é um trote (claro que n é um trote. Será que alguém achou mesmo que isto não é real?), mande-a!!!."
Fim.

Analisando a corrente que trouxe esta preciosa mensagem até à minha caixa de correio (e sim tive a contar se as pessoas mandavam a mensagem aos 18 contacos recomendados e alguns mandaram mesmo), fiquei com a ligeira sensação que das duas uma: ou as pessoas reencaminham emails apenas por reencaminhar ou anda por aí muito boa gente ingénua (para não chamar outro nome e ser mal educada).

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Movie@sofá #20

(Breve introdução: mais um filme inserido no processo de visionamento dos filmes nomeados para a estatueta de ouro de 2009. Este está logo nomeado em 3 categorias principas: de melhor filme, de melhor actriz, para Kate Winslet com a sua interpretação de Hanna Schmitz, e de melhor realizador para Stephen Daldry. Que venha o leitor!)

Título: The Reader (em português, O Leitor)
Ano: 2008
Realizador: Stephen Daldry
Género: Drama, Romance
Elenco Principal: Ralph Fiennes, Kate Winslet, David Kross, Bruno Ganz, Lena Olin.
Sinopse: Na década de 50, Michael Berg, um adolescente de 15 anos, é iniciado no amor por Hanna Schmitz, uma mulher de 36 anos, bela, sensual e autoritária. Os seus encontros obedecem a um ritual: tomam banho, depois ele lê um qualquer clássico da literatura, ela ouve e, por fim, fazem amor. O romance é breve já que Hanna desaparece misteriosamente. Alguns anos mais tarde, Michael, estudante de Direito, acompanha julgamentos de crimes de guerra cometidos pelos nazis e, para sua surpresa, reencontra Hanna... no banco dos réus. (in Expresso).

Hanna Schmitz: It doesn't matter what I think. It doesn't matter what I feel. The dead are still dead.

Trailer
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Pontos Mary: 7.8 em 10.

Considerações gerais: comparativamente aos outros dois filmes (Slumdog Millionary e The Curious Case of Benjamin Button), este fica um bocadinho atrás. No entanto, não deixa de ser um filme extraordinário.
Uma Kate com provas dadas, volta a surpreender num papel de uma mulher que carrega consigo um enorme segredo e que, num período menos conturbado da sua vida, conhece e apaixona-se por um rapaz de15 anos, Michael Berg.
Na segunda fase do filme, Michael Berg é interpretado por Ralph Fiennes um homem frio e disprovido de sentimentos que acabou por afastar as pessoas importantes da sua vida.
Baseado no livro do alemão Bernhard Schlink com o mesmo nome, este filme é simples nas palavras, bonito na fotografia, melodiosa na música e apaixonante no enredo.
Livros. Amor. Romance. Leituras. Paixão. Segredos. Partilhas. Guerra. Inocência.
A Mary recomenda o filme.

Palavra-chave: ler!

Operação Óscar 2009: 8 done and 10 to go!

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