Mal comparado
Assim como assim, o que sente um Cristiano Ronaldo ao espatifanar um Ferrari, no valor de 307.000€, deve ser a mesma sensação que tenho quando parto um copo do Ikea (comprado por mim, pois claro).
Assim como assim, o que sente um Cristiano Ronaldo ao espatifanar um Ferrari, no valor de 307.000€, deve ser a mesma sensação que tenho quando parto um copo do Ikea (comprado por mim, pois claro).
Publicada por Mary à(s) 9:34 da manhã 2 Comentário(s)
Etiquetas: Pensamentos
Publicada por Mary à(s) 1:15 da manhã 1 Comentário(s)
Publicada por Mary à(s) 11:01 da tarde 0 Comentário(s)
Etiquetas: Emprego

O ano que passou foi, definitivamente, um excelente ano. Entre visitar os pais, levar o marido a conhecer toda a família, eu e o marido termos arranjado um bom emprego, aconteceram uma panóplia de coisas boas.
Se a chegada foi boa, o regresso teve um sabor amargo, mas já dizia o poeta caboverdeano, Eugénio Tavares, "Si bem ê doce bai ê magoado mas si ca bado ca ta birado" (que é mais ou menos qualquer coisa como: se é doce a vinda, a ida é magoada, mas se não formos não voltaremos).
Para terminar o ano em grande, chegou-nos uma novidade excelente (tem a ver com o emprego mas ainda não posso contar, visto que está em análise. É algo bom, muito bom...).
Alguns livros lidos (não tantos quanto queria). Muitos filmes e muitas séries vistos. Pessoas maravilhosas que entraram na minha vida. Planos feitos.
Dever cumprido!
Contactos que foram perdidos. Coisas que não foram feitas. Muitas horas passadas no carro entre a casa e o trabalho. Acidente que nos mandou o carro para um makeover muito dispendioso. Receio. Saudades. Tristeza.
Publicada por Mary à(s) 8:27 da tarde 2 Comentário(s)
31 de Dezembro é o 365º dia do ano no calendário gregoriano (366º em anos bissextos). É o último dia do ano (Wikipédia).
E não consigo imaginar melhor maneira de passar este dia: a trabalhar e com um deadline para hoje, sure.
Publicada por Mary à(s) 10:49 da manhã 1 Comentário(s)
No âmbito de um programa de responsabilidade social, a empresa onde trabalho, propôs aos colaboradores o seguinte: cada voluntário selecciona uma associação/instituição social que pretende ajudar; elabora, junto da mesma, uma lista com as suas principais necessidades e prioridades e, por último, faz uma apresentação, para o chefe e demais interessados, com o propósito de dar a conhecer a causa que defende.
Após a apresentação, os voluntários atribuem pontuações às instituições consoante as prioridades de cada uma. Por último, os votos são contados e aquela que tiver mais pontos recebe um donativo da empresa.
Quando li o email, que dava a conhecer o programa, confesso que não dei muita importância. Com o passar dos dias e, à medida que pensava mais no assunto, cheguei à conclusão que faço pouco ou quase nada pelos outros. Umas vezes porque não tenho o que dar, outras porque não posso ou não tenho tempo, outras porque não me dá muito jeito ou mesmo por preguiça de fazer tempo.
Egoísmo? Sim. Comodismo? Sim. Falta de iniciativa? Sim.
E assim, juntamente com mais uma colega de trabalho, voluntariei-me para defender uma instituição: a Creche do Centro Social Nossa Senhora da Alegria, sediada em Antanhol.
Não tenho palavras para explicar o que significou esta experiência para mim. Qualquer coisa entre o fantástico e o extraordinário. A sensação de ter levado um murro no estômago ao perceber o que por aí acontece e como há pessoas que de tudo fazem para ajudar os outros (o processo já terminou e a instituição escolhida já recebeu o donativo, mas isso é conversa para outro post).
Publicada por Mary à(s) 10:49 da tarde 0 Comentário(s)
Etiquetas: Emprego, Solidariedade
Publicada por Mary à(s) 11:44 da manhã 3 Comentário(s)
Mãe. Esposa. Profissional.
Responsável. Organizada. Ambiciosa. Teimosa. Orgulhosa. Precipitada. Realista. Prática. Viciada e muito apaixonada pela vida e pelas pessoas da minha vida.
Amo a minha família e prezo muito as minhas amizades.
Acabou tudo para Simon Axler, o protagonista do novo e surpreendente livro de Philip Roth. Um dos mais destacados actores de teatro americanos da sua geração, agora na casa dos sessenta, perdeu a magia, o talento e a confiança. (mais)
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