terça-feira, 26 de agosto de 2008

Chegou a Lara!

Ao papá e à mamã, muitos parabéns!!
P.S.: as novidades deixaram de ser "o X fez a cadeira e passou de ano", para passarem a ser "já nasceu a filha de Y!!" ou "sabias que o Z vai casar-se?". Ventos de mudança....

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Criatividade #2

Retirado aqui.
E assim, Marco Fortes, tiras as perninhas da caminha?

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Movie@sofá #16

Título: The Bucket List (em português, Nunca é Tarde Demais)
Ano: 2008
Realizador: Rob Reiner
Género: Comédia, Drama
Elenco Principal: Jack Nicholson, Morgan Freeman, Sean Hayes
Sinopse: O executivo multi-milionário Edward Cole (Jack Nicholson) e o mecânico da classe operária Carter Chambers (Morgan Freeman) vivem em mundos muito diferentes. Numa reviravolta do destino, os seus destinos cruzam-se num quarto de hospital e descobrem que têm duas coisas em comum: um desejo de gastar o tempo que lhes resta a fazer tudo aquilo que sempre desejaram e uma necessidade inconsciente de se aceitar tal como são. Juntos embarcam numa viagem única, tornando-se amigos e aprendendo a viver a vida no seu melhor, com sensatez e humor. Cada uma das aventuras elimina uma das alíneas da lista. (in PTGate).

Carter Chambers: Even now I cannot understand the measure of a life, but I can tell you this. I know that when he died, his eyes were closed and his heart was open. And I'm pretty sure he was happy with his final resting place, because he was buried on the mountain. And that was against the law.


Trailer:


Pontos Mary: 7.0 em 10.

Considerações gerais: juntar no mesmo filme Jack Nicholson e Morgan Freeman é meio caminho andado para o sucesso do mesmo. E se à dupla acrescentarem um bom argumento, uma história tocante, piadas engraçadas, uma fotografia fantástica e diálogos inteligentes, fica tudo dito. Um filme para fazer-nos pensar nas coisas que gostariamos de fazer antes de partir desta para uma melhor.
A Mary recomenda o filme de preferência na companhia de alguém e naqueles dias em que nada parece valer a pena.

Palavra-chave: aproveitar!

sábado, 16 de agosto de 2008

Férias #2

(Nós, em Fisterra, fotografados pela cunhada!)

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Movie@sofá #15

(Breve introdução: a minha ideia inicial era nem sequer falat sobre o filme aqui. No entanto, depois de passar pelo IMDB e perceber que os users atribuem uma média de 7.7, em 10, ao filme, resolvi alertar-vos a pouparem 112 minutos da vossa preciosa vida e poupar 5.00€, para quem estava a pensar ir vê-lo ao cinema. Tenho dito!)

Título: Forgetting Sarah Marshall (em português, Um Pelo Par de... Patins)
Ano: 2008
Realizador: Nicholas Stoller
Género: Comédia, Romance
Elenco Principal: Jason Segel, Kristen Bell, Mila Kunis, William Baldwin, Paul Rudd
Sinopse: Peter Bretter (Segel) é um esforçado músico que, após seis anos de idolatração da sua namorada Sarah Marshall (Bell), uma estrela da televisão, é trocado por um rocker britânico (Brand). À beira de um colapso nervoso, Peter decide fazer uma viagem até Oahu para clarear as ideias... mas o que encontra é um verdadeiro pesadelo: a sua ex e o novo namorado estão no mesmo hotel que ele. Enquanto se atormenta com a sua nova vida, Peter acaba por se distrair com Rachel (Kunis), uma bela funcionária, e algumas centenas de deliciosos e comprometedores cocktails... (in PTGate)

Trailer:


Pontos Mary: 4.0 em 10.

Considerações gerais: banal, banal, banal. O filme não tem nadinha que se lhe pegue.
História mais que batida. Piadas sem sal. Cenas de nudez que pecam pelo excesso. Actores apagados. Ah, e não esqueçamos o título em português!
A Mary recomenda a todos a ficarem o mais longe possível do filme. Não se deixem enganar!

Palavra-chave: parvoíce.

"Olhó passarinho!"

O mais novo brinquedo lá de casa.

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Estou tentada!

Combater o telemarketing


- Está?
- Está, estou a falar com o senhor Nuno?
- Sim...
- Sr. Nuno, aqui é da TMN, estamos a ligar para apresentar a promoção TMN 1.382 minutos, que oferece...
- Desculpe, interrompo, mas com quem estou a falar?
- O sr está a falar com Natália Bagulho da TMN. Eu estou a ligar para...
- Natália, desculpe-me, mas para minha segurança gostaria de conferir alguns dados antes de continuar com a nossa conversa, pode ser?
- ...Sssssim, pode...
- A Natália trabalha em que área da TMN?
- Telemarketing Pró-Activo.
- E tem número de funcionária da TMN?
- Desculpe, mas não creio que essa informação seja necessária.
- Então terei que desligar, pois não estou seguro de estar realmente a falar com uma funcionária da TMN.
- Mas eu posso garantir...
- Além disso, sempre que tento falar com a TMN sou obrigado a fornecer os meus dados a uma data de interlocutores.
- Tudo bem, a minha matrícula é TMN-6696969-TPA.
- Só um momento enquanto verifico.
- ...??? (Dois minutos mais tarde) 
- Só mais um momento, por favor.
- ...??? (Cinco minutos mais) 
- Estou sim?
- Só mais um momento, por favor, estamos muito lentos hoje cá por casa.
- Mas, senhor... (Um minuto depois)
- Pronto, Natália, obrigado por ter aguardado. Qual é mesmo o assunto?
- Aqui é da TMN, estamos a ligar para oferecer a promoção TMN 1.382 minutos, pela qual o Sr. fala 1.300 minutos e ganha 82 minutos de bónus, além de poder enviar 372 SMS totalmente grátis. O senhor estaria interessado, Sr. Nuno?
- Natália, vou ter que transferir a sua ligação para a minha mulher porque é ela quem decide sobre alteração de planos de telemóveis. Por favor, não desligue, pois a sua chamada é muito importante para mim... (Pouso o telemóvel em frente ao leitor de CD?s, coloco a música "Quero cheirar teu bacalhau" a tocar em repeat mode e vou beber um cafézinho...)

Válido não só para a TMN: pode experimentar com a TV CABO, Clix, PT, Cabovisão, etc...


Recebi por email e não sei se é verdade ou não, mas que tinha muita pinta, ah isso tinha!

sábado, 9 de agosto de 2008

O senhor colombiano

O Amor nos Tempos de Cólera constitui na obra de Gabriel García Márquez um marco equiparável ao do célebre Cem Anos de Solidão, considerado até hoje, a sua obra-prima. O Amor nos Tempos de Cólera é um romance (...) onde se fundem o fulgor imagístico, o difícil triunfo do amor, as aventuras e desventuras da própria felicidade humana (...) Ao longo dum flash-back de quatrocentas páginas vertiginosas, compostas numa espécie de pauta estilística e musical, da qual não estão sequer ausentes o humor, a poesia e a vertigem das imagens (...) o leitor recupera o ritmo encantatório duma escrita que não tem conhecido à altura.

Só para perceberem como gostei do livro, digo o seguinte: ainda antes de ter acabado de ler este livro, fui a correr comprar o Cem Anos de Solidão. Muito, muito bom.
Uma história de amor eterno, contada da melhor forma possível. Agora já posso ir a correr ver o filme (se tiver 50% do livro será, sem dúvidas, excelente).

Vou dar um salto até 1937 ter com o Hemingway, em Espanha, através do livro "Por Quem os Sinos Dobram".

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Haja paciência!

Quem foi a cabeçinha pensadora que achou que seria espectacular transformar músicas em toqs para os telemóveis? O que há de errado com o "tiri, tiri"?


Tenho aversão a telemóveis que, quando recebem uma chamada, tocam Rihanna ou Timbaland no volume 5. Tenho dito!

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Criatividade

Roubado aqui, onde podem encontrar mais duas cidades.

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