Nina Frost é delegada adjunta do Ministério Público, acusa pedófilos e todo o tipo de criminosos que destroem famílias. Nina ajuda os seus clientes a ultrapassar o pesadelo, garantindo que um sistema criminal com várias falhas mantenha os criminosos atrás das grades. Ela sabe que a melhor maneira de avançar através deste campo de batalha vezes sem conta, é ter compaixão, lutar afincadamente pela justiça e manter a distância emocional.
Mas quando Nina e o marido descobrem que o seu filho de 5 anos foi vítima de abuso sexual, essa distância é impossível de manter e sente-se impotente perante um sistema legal ineficiente que conhece demasiado bem. De um dia para o outro o seu mundo desmorona-se e a linha que separa a vida pessoal da vida profissional desaparece. As respostas que Nina julgava ter já não são fáceis de encontrar. Tomada pela raiva e pela sede de vingança, lança-se num plano para fazer justiça pelas próprias mãos e que a pode levar a perder tudo aquilo por que sempre lutou.
Gostei muito do livro e acabei por devorá-lo em tempo
record, tendo em conta que ainda tinha um considerável número de páginas.
O sentimento que liga os pais aos filhos é algo compreensível, na sua totalidade, apenas quando passamos para o lado de lá da relação. Mas que deve ser algo desconcertante, não tenho dúvidas...
Agora vou viajar até aos anos 70 e passear por França, costa de Connemara e a região das vinhas do Languedoc, com a
Stephanie Keating e Barbara Keating no livro "À Minha Filha em França...".