Este foi o título que a TVI deu a uma reportagem, que acabo de ver, sobre as ciências ocultas. O nome já fez-me soltar uma gargalhada, mas não estava de todo preparada para o conteúdo.
Palavras de uma pessoa, de cara tapada, que já consultou um bruxo:
(...) numa das consultas, deitou-me numa cama, cobriu-me com um edredon, apalpou-se 3 vezes e depois meteu-me o dedo no sexo, ou seja, na vagina. Depois lambeu-me a cara e eu pensei: basta!
Penso para mim: Meter o dedo no sexo, tudo bem, agora lamber a cara? Isso é que não!
Questionado sobre os bruxos que não fazem o seu trabalho de forma honesta, o senhor Fernando Nogueira, o "Bruxo de Fafe", responde:
(...) tudo incluído somos 10 bons, mais um para frente, mais um para trás (...)
Pergunto: Importa-se de repetir? Mas desta vez seja mais modesto, tá!
No fim quiseram apanhar um bruxo a mentir. Para isso, fizeram uma produção com um casal que supostamente tinha feito uma festa de inauguração da casa nova e atrás dos cortinados via-se um fantasma (AKA uma foto normal com trabalho de photoshop).
Primeira pergunta do bruxo ao casal:
Existe alguém que não queria que estivesses com a rapariga ou vice-versa? (...)
Fico confusa: Hum? Mas, mortos ou vivos? É que aquilo parecia mesmo um fantasma. No mínimo original.
Agora a pergunta que deixo: mas será que as pessoas ainda caem nos contos dos bruxos?