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segunda-feira, 11 de abril de 2016

Coisas que não fazem falta nenhuma...

tor·ci·co·lo |ó|
(italiano torcicollo)
substantivo masculino
1. Volta tortuosa, com muitas curvas para um lado e para outro. = SINUOSIDADE, ZIGUEZAGUE 2. [Figurado] Ambiguidade das palavras.
3. [Medicina] Dor reumatismal nos músculos do pescoço.
4. [Zoologia] Ave trepadora da família dos picídeos, de plumagem acastanhada que se caracteriza pela capacidade de rodar a cabeça num ângulo de 180 graus. = PAPA-FORMIGAS

terça-feira, 29 de abril de 2014

Os profissionais de sáude não têm paciência para os utentes...*

... principalmente para os pais de primeira viagem.

Na consulta de 1 mês da Matilde, os profissionais do centro de saúde acham que a menina tem peso a mais e temos de ouvir o discurso que a obesidade é algo que deve preocupar os pais desde os primeiros meses. Ao tentar explicar como está a ser feita a amamentação (percebi que estava a dar a mais porque para além de alimentar, as mamas estavam a servir de conforto para as horas mais difíceis), a enfermeira interrompe-me, não me deixa terminar as frases e, pior, tira as suas conclusões de partes isoladas do meu discurso. A certa altura, sinto que não vale a pena estar a falar porque ela já fez o seu juízo de valores e não está aí para ajudar-me.
Temos é de fazer com que a miúda coma menos senão, na próxima consulta, levamos porrada.

Na consulta seguinte, o cenário é completamente diferente. Desta vez, a balança mostra que a menina ganhou pouco peso (oh, diabo). Mais uma vez sinto-me em frente ao juíz a justificar os meus erros: mama de 2 em duas horas, mama até largar a mama e só não mama durante as 6 ou 7 horas que está a dormir à noite. Primeira conclusão da enfermeira: têm de dar leite adaptado à miúda (não tive reacção, mas pensei para mim: se ela mama até não querer mais, porque raio é preciso outro leite?). Fiquei chocada. É lógico que como mãe farei sempre o que for melhor para a minha filha, mas o facto de terem sugerido logo a solução mais fácil sem se tentar perceber a causa ou formas de melhorar a amamentação, deixou-me muito incomodada. Quiz ouvir da boca da enfermeira o que ela achava e oiço que se calhar era o leite que estava fraco (sim, ela usou mesmo a expressão leite fraco). Sugiro à enfermeira extraír leite para perceber se havia suficiente. Ela concorda e manda-me voltar 3 dias depois para ver como estava o peso.

Chego a casa e vou à internet procurar soluções. Percebo que alguns bebés, por serem mais pachorrentos, largam a mama quando estão satisfeitos e que isso não significa que tenham comido suficiente, por isso, pode-se esperar um pouco e oferecê-los a mama de novo. Coloco alguns dos conselhos em prática e ela engorda 180gr em 3 dias (com o mesmo leite fraco do último mês).
No dia 3 de Abril voltamos à pesagem que mostra que ela não teve um aumento tão significativo. As enfermeiras conferenciam entre elas e chegam à conclusão que a oscilação de peso pode ser algo da miúda, não sem antes ter ouvido "ah, esta é a mãe que não quer dar leite adaptado". Não consigo ficar calada e digo: "farei sempre o que for melhor para a minha filha e os meus comentários tiveram única e exclusivamente o objectivo de tentar perceber qual o problema antes de partir para o leite adaptado". Uma das enfermeiras sugere tomar Promil para ajudar a ter mais leite e, caso perceba que ela tenha ficado com fome, oferecer leite adaptado nas mamadas do final do dia (quando sinto que tenho menos leite). Tem sido um suplício e só hoje é que acabou por beber 60ml.

Amanhã vamos pesar novamente e estou para ver o que acontecerá. As pessoas dizem que ela está grande (eu sei que está) e a crescer bem, mas sinto que o peso dela nunca será ideial para os profissionais no centro de sáude e que vão estar sempre a apontar-nos o dedo por esta ou aquela razão. Não custava nada serem mais sensíveis e tratarem estes assuntos com mais tacto, principalmente com pais que estão a passar por esta experiências pela primeira vez.

(*) - lógico de deve haver excepções à regra.

terça-feira, 23 de abril de 2013

Só cá faltavas tu...

... e, deixa-me que te diga, não fazias falta nenhuma.

Dor de cabeça. Garganta dorida. Dor em todas as parte do corpo. Confere, a instalação da última versão da gripe terminou com sucesso.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Nem de propósito...

Depois do enorme atraso da minha consulta de ontem, hoje de manhã recebi um SMS da seguradora a pedir-me para classificar o atendimento de ontem. Tive mesmo de dar a nota mais baixa, não pelo atendimento da médica, mas pelo tempo espera: 1.

quarta-feira, 13 de março de 2013

Tempo de espera

Saio do carro e corro até à entrada porque já estava 5 minutos atrasada para a minha consulta das 17:50. Senha retirada e pronta para fazer o check-in ser vista pela médica e dar de fuga, sou informada que as consultas estão atrasadas e que ainda havia 4 pessoas à minha frente.

Espero, espero, espero e desespero de tanto esperar. Já passava das 20:15 quando chegou a minha vez. Deve ter sido praga dos outros utentes por ter estado na semana passada a elogiar os serviços do Centro Hospitalar São Francisco. 
Sei que os atrasos acontecem e é algo normal, mas é altura de pensarem em alternativas e, assim de repente, que tal enviarem um sms a informar sobre o atraso antes do utente largar tudo e deslocar-se ao hospital? Para atrasos já chegam as visitas aos hospitais públicos. Quando me vinha embora, estava uma senhora a pedir o livro de reclamações.
A única parte boa foi que aproveitei a longa espera para ler.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Estado de saúde

Por cá, continuamos com gripe/constipação, alguma febre pontual e dores no corpo que não acabam. O pior continua a ser a tosse e as dores que provoca. A alimentação continua à base de frutas e líquidos que o resto não tem sabido a nada. Raios partam esta porcaria que parece não ter vontade de ir embora.

quinta-feira, 1 de março de 2012

miCoach: day #1

O primeiro dia já está feito e, a julgar pelas dores nas pernas, amanhã vai ser complicado fazer tarefas tão simples como andar.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

miCoach: começo amanhã

Já que não consigo fazer a coisa sozinha, resolvi deixar que seja o miCoach a gerir os meus exercícios.

So far, foi tudo muito simples e básico:
1) criar o perfil no site (data de nascimento, altura, peso, etc), escolher o plano (como quero correr, escolhi o Entre em Forma) e seleccionar os dias da semana;
2) programar para amanhã um Assessment Workout para ver como anda a minha resistência, ou melhor, a minha não-resistência;
3) instalar a aplicação no iPhone e escolher o Derrick Rose como coach.

Amanhã será dia de phones, iPhone, Derrick Rose and go!

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Posições para dormir

Por uma questão de hábito, acabo por dormir poucas horas durante os dias úteis, embora, sempre que possível, desconto aos fins de semana (Domingos, tendo em conta que os Sábados também estão ocupados).

No entanto, parece que o pior é que durmo em posições nada aconselháveis. A partir do momento que fecho o livro, a almofada é renegada para a sua posição no chão e viro-me de barriga para baixo ou de lado em posição fetal.

Segundo se diz, "barriga para baixo" é só e apenas a pior das posições para dormir.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

O mundo é mesmo muito pequeno...

terça-feira, 19 de julho de 2011

Dos exames médicos...

As consultas da Higiene e Segurança no Trabalho trazem o pânico ao office. Se há dois anos fizemos uma pool com o valor do colesterol, este ano centramos as atenções na recomendação do médico de quantos quilos cada um dos overweighted precisa perder. Dos dois que já foram à consulta, um foi considerado obeso e outro hipertenso. Aindam faltam 7.

Tendo em conta que já não vamos para novos e a idade tem destas coisas, a conversa ontem foi toda ela à volta das dietas e exercício físico.

Contagiados e preocupados, ontem foi dia de começar o novo plano de saúde do casal.

Objectivo
:

  • diminuir o sal por causa da possibilidade de hipertensão do esposo (o médico ainda não está certo que os valores altos não possam estar relacionados com stress do trabalho);
  • perder os 6 quilos que o esposo tem a mais;
  • continuar a minha luta contra a celulite.

Embora a chuva não quiz dar-nos tréguas, programamos o forno para assar a dourada (modernidades que adoro e que fazem todo o sentido nos dias que correm) e fomos fazer uma caminhada à beira rio. Como o tempo ficou mesmo mau, fizemos apenas metade do percurso (aproximadamente 3,5 km).

Banho. Jantar. Televisão. Internet. Leitura. Cama. Day #1 - done!

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Da alimentação...

Com a chegada do bom tempo, as sopas são retiradas do menu e as saladas começam a estar presentes em quase todas as nossas refeições.
À base, composta por alface e tomate, são adicionados, mediante disponibilidade, os seguintes ingredientes: rúcula, pepino, cebola, milho doce e queijo fresco. Um fio de azeite, sal, orégão q.b. e temos acompanhamento.
Simples, saboroso e saudável.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Da saúde no trabalho

Hoje foi dia de ir ao médico e ainda tenho o eco do senhor doutor, na minha cabeça, a dizer: "filha, vai ter de cortar nos queijos, carnes, peixes, feijão, ervilhas, etc. Então, como o quê?
Alguém sabe como se diz a um médico, de forma educada e calma, que não quero ser tratada por "minha filha"? Não gosto e, honestamente, acho uma falta de respeito. É da próxima que leva com um "importa-se de tratar-me por Marisa??"

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Da constipação que nunca falha

Garganta dorida. Nariz entupido e irritado. Dores de cabeça. Corpo a pedir cama. Espirros que não param. Frio. Sem apetite. Rabugice.
Então seja bem aparecida, senhora constipação. Sinta-se em casa, mas não se esqueça que tenho de trabalhar para termos esta casa.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Das dores que voltaram...

Porque hoje estou que não me aguento de dores...
:-(

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Na companhia de alergias

Vive uma rapariga durante 18 anos num país africano, tempo durante a qual, nunca viu neve e frio era uma leve brisa numa manhã ou final de tarde de Dezembro. A chuva era sempre quentinha e quando experimentava a água do mar e dizia que estava quente, é porque estava mesmo. O calor era constante e o sol estava sempre ligado no valor máximo. Nunca imaginou viver sem sol e calor.

(10 anos depois)

Domingo. Acordo e sinto uma sensação diferente. Uma comichão fora do normal, mas pior mesmo é a sensação de ardor. Dirigo-me à casa de banho e olho-me ao espelho: tcharan, as malditas já tinham consumido boa parte dos ombros e começavam a conquistar o braço esquerdo. Resisti, com todas as minhas forças, à tentação de agarrar numa escova e coçar as borbulhinhas. Como detesto hospitais e sou um bocado de esperar para ver como estará amanhã, fiz de conta que estava tudo bem (mas não estava porque ardia muito).
Segunda: acordamos de manhã para ir trabalhar: eu e as borbulhas. Twittei uma foto do braço borbulhento e comecei a ponderar: centro de saúde numa 2ª-feira/trabalhar com isso a arder; centro de saúde numa 2ª-feira/trabalhar com isso a arder. Fui trabalhar.
A mãe de uma amiga faz-me o diagnóstico via Twitter (obrigada!) e sugere uma passagem pela farmácia. No final do dia de trabalho dirigo-me à farmácia mais próxima e depois de responder que não comi nada diferente, não mudei de detergente da roupa, não mudei de creme, nem fiz nada que não estivesse habituada a fazer, o rapaz avia-me uns rebuçados para chupar antes de dormir. Provoca sonolências, remata. Mais do que já tenho normalmente? Impossível.

Terça: o diagnóstico matinal aponta para uma estagnação na conquista das borbulhas, algumas já estavam murchas e o ardor, esse era quase nulo. Mais um dia de trabalho. À medida que o calor apertava, as malditas acordavam como quem mostra, ainda estamos aqui.

Hoje: menos ardor, menos comichão e mais borbulhas murchas. Se entretanto não passarem, encho o peito de ar e enfrentro um centro de saúde.

Conclusão: alergias, com fortes probabilidades de terem sido causadas pelo sol ou pelo calor.
Como diria a minha santa maezinha, estamos a ficar finas, estamos!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Operação reduzir cafeína

Numa conversa a propósito de ginásios e exercício físico, uma amiga afirmou que a época alta nos ginásios é entre Janeiro e Fevereiro (mais coisa menos coisa). Curioso, não é? Mas ela tinha uma boa explicação: no dia 31 de Dezembro as pessoas fazem as suas resoluções de ano novo e uma delas é, muitas das vezes, "ir ao ginásio/fazer mais exercício físico". No seguimento da discussão, alguém pergunta: porque as pessoas fazem resoluções apenas a cada novo ano? E se fosse a cada novo mês? Ou a cada novo dia?
Vou ser diferente e contrariar a regra fazendo a minha resolução de 24 de Agosto: reduzir de 4 para 2 cafés por dia.

Adoro beber café. Aquele expresso depois das refeições caí-me que nem ginjas e não fico satisfeita se não o bebo, mas também tenho consciência que um de manhã, outro ao almoço, outro ao lanche e um depois do jantar é demasiado (o do pequeno almoço e do lanche são longos, ou seja, uma chávena de chá. Melhorou? Não!!!).
Para além do excesso de café diário, existe outro factor importante nesta resolução: esta menina não morre de amores pelo leite, líquido apenas consumido quando bem disfarçado entre clusters de chocolate ou com café (AKA meia de leite ou galão).
A partir de hoje, os seguintes produtos farão parte da minha dieta e substituirão o café ao pequeno-almoço e ao lanche: leite achocolatado, iogurtes líquidos e néctar para desenjoar.
First day done, the rest of my life to go!

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