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domingo, 16 de setembro de 2007

"Bruxo? Quem, eu?"

Este foi o título que a TVI deu a uma reportagem, que acabo de ver, sobre as ciências ocultas. O nome já fez-me soltar uma gargalhada, mas não estava de todo preparada para o conteúdo.
Palavras de uma pessoa, de cara tapada, que já consultou um bruxo:
(...) numa das consultas, deitou-me numa cama, cobriu-me com um edredon, apalpou-se 3 vezes e depois meteu-me o dedo no sexo, ou seja, na vagina. Depois lambeu-me a cara e eu pensei: basta!

Penso para mim: Meter o dedo no sexo, tudo bem, agora lamber a cara? Isso é que não!

Questionado sobre os bruxos que não fazem o seu trabalho de forma honesta, o senhor Fernando Nogueira, o "Bruxo de Fafe", responde:
(...) tudo incluído somos 10 bons, mais um para frente, mais um para trás (...)

Pergunto: Importa-se de repetir? Mas desta vez seja mais modesto, tá!

No fim quiseram apanhar um bruxo a mentir. Para isso, fizeram uma produção com um casal que supostamente tinha feito uma festa de inauguração da casa nova e atrás dos cortinados via-se um fantasma (AKA uma foto normal com trabalho de photoshop).
Primeira pergunta do bruxo ao casal:
Existe alguém que não queria que estivesses com a rapariga ou vice-versa? (...)

Fico confusa: Hum? Mas, mortos ou vivos? É que aquilo parecia mesmo um fantasma. No mínimo original.

Agora a pergunta que deixo: mas será que as pessoas ainda caem nos contos dos bruxos?

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

maldito espirro

Já alguma vez presenciaram uma situação constrangedora, envolvendo um agente da autoridade?
Pois eu já, e acreditem, retira toda a credibilidade que aquela farda azul (porque tratava-se de um PSP) dá-lhes.
Passava eu à frente do tribunal, onde encontrava-se na maior cavaqueira, um PSP e um outro senhor que não interessa para a história. Vinha sozinha. No preciso momento que passava à frente dos senhores, o senhor agente solta um espirro.

Até aí, tudo normal, não fosse eu a pessoa que dá mais espirros por intervalo de tempo. Mas, o espirro trazia companhia. Eis que vê-se no meio da cara do agente, um fio que começava no nariz, passava o lábio superior, passava o lábio inferior e ficava suspenso quase a atingir o queixo.
Naquele momento, pensei: onde está a minha companhia para gozar e depois poder disfarçar com outra conversa qualquer? (ficava mal estar a rir sozinha ainda por cima a gozar com um agente da autoridade)
O senhor agente, vendo-se naquela situação embaraçosa, procura exaustivamente o lenço nos bolsos das calças. Com sucesso? Não sei, tive que seguir o meu caminho.

Não sei se já tinha dito, mas ver um agente com um fio de ranhoca pela cara é a coisa mais hilariante que se pode presenciar e fez com que ele, naquela altura, perdesse toda a credibilidade (peço desculpas se algum agente estiver a ler este blog, coisa que duvido).

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