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terça-feira, 22 de março de 2016

Do Monte Cara Vê-se o Mundo

Título original: Do Monte Cara Vê-se o Mundo
Género: Romance
Autor: Germano Almeida
Ano: 2014

Sinopse: "Mas quem diabo é este fulano? Somos amigos antigos, apressa-se Pepe a dizer-lhe, companheiros de passeios matinais da Laginha à Enacol, ando a instrui-lo sobre S. Vicente, ele quer ser escritor, vai escrever um livro sobre nós. Nós quem, estranha Guida. Nós todos de S. Vicente…" Nós todos de S. Vicente, ou melhor, da cidade do Mindelo, em Cabo Verde, cidade que é o verdadeiro herói deste novo romance de Germano Almeida. Dezenas de personagens - homens e mulheres, novos e velhos - de que se destacam o velho Pepe, filho do João Serralheiro, Júlia, que poderia ser sua filha e foi o grande amor da sua vida, Guida, cujo marido se perde na emigração, enfim a D. Aurora, a Professora Ângela, o Trampinha e uma multidão de outros personagens, cada um com a sua história, todos aqui reunidos num extraordinário romance que é também um retrato de todos nós, sob o olhar complacente e divertido do Monte Cara, lá no alto, em frente à cidade. (in Wook).

Uma viagem até São Vicente, Cabo-Verde, num passeio pela ilha e pelos seus pontos turísticos e atractivos, pelas suas gentes, gastronomia, costumes, história, saberes, vivências, crendices, em suma, todos os recantos e lugares comuns descritos e "criados" por Germano Almeida.
Erotismo. Amizade. Amor. Tradições. Traições. Emigração. Família. Cultura. Piadas. Conquistas. Sofrimento.

Um livro para conhecer ou revisitar Cabo-Verde e os caboverdeanos.

2016 Reading challenges: Janeiro.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Hofmann: contos personalizados

Este ano o Natal foi da Matilde (prevejo que será assim durante os próximo anos). De entre as diversas prendas que recebeu, uma apanhou-me completamente de surpresa porque não conhecia o serviço e achei uma ideia muito gira.

O SEU FILHO TEM PAPEL DE HERÓI NOS CONTOS DA HOFMANN

Toda a gente sabe que brincando aprende-se melhor; a Hofmann não levou este ditado na brincadeira. Pois, a pensar nos seus filhos e nas crianças que o rodeiam, decidimos devolver uma série de contos em que o protagonista é o seu filho. E como é que nós fazemos? Temos um designer dedicado a recortar o rosto das crianças nas fotografias que vem substituir o da personagem desenhada. Deste mesmo modo, o nome que especificar quando encomendar é impresso no livro em vez do da criança. Temos 3 tipos de contos: os contos populares (O capuchinho vermelho...), contos fantásticos (A bicicleta do tempo...) ou ainda contos educativos (O corpo...): venha escolher os seus!
O livro que ela recebeu foi "A Matilde e o Capuchinho" e ela delicia-se a olhar para a sua cara no livro, ou como ela diz, "na storia". Vale a pena!

sábado, 13 de setembro de 2014

As Horas Distantes

Título original: The Distant Hours
Género: Romance
Autor: Kate Morton
Ano: 2010

Sinopse: Tudo começa quando uma carta, perdida há mais de meio século, chega finalmente ao seu destino...
Evacuada de Londres, no início da II Guerra Mundial, a jovem Meredith Burchill é acolhida pela família Blythe no majestoso Castelo de Milderhurst. Aí, descobre o prazer dos livros e da fantasia, mas também os seus perigos.
Cinquenta anos depois, Edie procura decifrar os enigmas que envolvem a juventude da sua mãe e a sua relação com as excêntricas irmãs Blythe, que permaneceram no castelo desde então. Há muito isoladas do mundo, elas sofrem as consequências de terríveis acontecimentos que modificaram os seus destinos para sempre. No interior do decadente castelo, Edie começa a deslindar o passado de Meredith. Mas há outros segredos escondidos nas paredes do edifício. A verdade do que realmente aconteceu nas horas distantes do Castelo de Milderhurst irá por fim ser revelada... (in Wook)

Fora encostado um espelho ao rebordo do estreito caixilho da janela e Tom, de camisa interior e calças, inclinou-se para lá, fazendo deslizar o bocado do sabão de barbear pelas bochechas. Olhava com frieza o reflexo pintalgado no vidro granido, o jovem que inclinava a cabeça de modo que um raio de luz leitoso se estendia pela sua face, passando a lâmina com cuidado pelo queixo, aos poucos, retraindo-se ao transpor o território em volta do lóbulo da orelha. O tipo do espelho enxaguou a lâmina na água rasa, abanou-se um pouco e começou do outro lado, tal como faria um homem que se estava a arranjar para visitar a mãe no dia do aniversário.
(extracto retirado da pág. 378)

Os saltos temporais que acabaram por criar suspense e interesse por saber mais sobre as irmãs Blythe e o grande segredo que guardam a sete chaves. Descrições tão detalhadas do castelo que acabam por transportar-nos para Milderhurst. Cada uma das manas Blythe e suas personalidades, que variam da excêntrica Junniper à durona Percy passando pela amável Saffy.

O final ter sido pouco convincente, deixando-me com a sensação que era preciso concluír e foi a primeira ideia que apareceu. Não gostei de alguns personagens, em especial da Edie, que como protagonista, não conseguiu ganhar a minha simpatia. Um livro que se esquece facilmente.
(3/5)

quarta-feira, 25 de junho de 2014

O Diabo e a Gemada

Título original: Il diavolo e la rossumata
Género: autobiografia
Autor: Sveva Casati Modignani
Ano: 2013

Sinopse: Em 1943, Milão está sob as bombas dos Aliados, e nas proximidades da via Padova, uma criança extraordinariamente curiosa, inicia a sua aprendizagem de vida. Chama-se Sveva e tem 5 anos. É este o contexto de O Diabo e a Gemada, um relato autobiográfico em que a autora percorre os anos da Segunda Guerra Mundial, que se desenrolam entre a casa de família em Milão e uma quinta, nos arrozais de Trezzano sul Naviglio, na Lombardia. A comida é o fio condutor que atravessa os episódios deste relato, em que se entrelaçam memórias e emoções, sabores e receitas e cujos acontecimentos estão sempre ligados à elaboração de um prato ou a uma refeição partilhada. Com uma descrição cuidada e rigorosa de pessoas, sabores e costumes, Sveva Casati Modignani devolve-nos um mundo, não tão longínquo, mas do qual estamos a perder a memória. (in Wook)

Sentia-me muito estúpida por duas razões: se era verdade que a árvore respirava, toda a gente ouvia menos eu. Se não era verdade, queria dizer que os outros faziam pouco de mim. A sensação de inferioridade e a desconfiança ainda não me abandonaram completamente. De resto, desde criança, sentia-me muitas vezes gozada pela minha ilimitada credulidade. Acreditava em tudo aquilo que me diziam e quanto mais improváveis eram as coisas, mais me fascinavam e me pareciam verdadeiras.
(extracto retirado da pág. 53)

Embora muito pequeno, o livro encontra-se dividido em duas partes. Na primeira parte estão retratados momentos da infância da autora, onde a comida, ou a preparação da mesma, liga cada uma das várias peripécias vividas pela protagonista. A segunda parte é composta pelas receitas dos pratos mencionados anteriormente, de onde experimentei a mousse de chocolate (página 165) e ficou aprovadíssima.

Uma autobiografia pouco profunda e muito, muito curta, ainda mais quando uma boa parte do livro está preenchido com receitas. Os pequenos textos que acompanham as receitas acabam, em muitos casos, por ser repetições de passagens da primeira parte do livro. Apesar de já tre lido muito boas reviews sobre a escrita de Sveva, esta leitura não deixou-me com uma opinião formada sobre a autora.
(1/5)

terça-feira, 17 de junho de 2014

A Rainha Branca

Título original: The White Princess
Género: Romance histórico
Autor: Philippa Gregory
Ano: 2013

Sinopse: a história do primeiro volume de uma nova trilogia notável desenrola-se em plena Guerra das Rosas, agitada por tumultos e intrigas. A Rainha Branca é a história de uma plebeia que ascende à realeza servindo-se da sua beleza, uma mulher que revela estar à altura das exigências da sua posição social e que luta tenazmente pelo sucesso da sua família, uma mulher cujos dois filhos estarão no centro de um mistério que há séculos intriga os historiadores: o desaparecimento dos dois príncipes, filhos de Eduardo IV, na Torre. (in Wook)

Ela é Melusina, a deusa da água, e pode ser encontrada em fontes e quedas-d'água escondidas em qualquer floresta da cristandade, mesmo naquelas que ficam tão distantes como a Grécia. Também se banha em fontes mouriscas. Nos países do Norte, onde os lagos estão cobertos de gelo e este estala quando ela se levanta, conhecem-na por outro nome. Um homem pode amá-la, se mantiver o seu segredo e a deixar sozinha quando deseja banhar-se, e ela pode retribuir-lhe esse amor até ele quebrar a sua palavra, como os homens sempre fazem, e ela o arrastar para as profundezas, com a sua cauda de peixe, e transformar o sangue infiel dele em água.
(extracto retirado da pág. 8)

O género, um dos meus favoritos, por si só já garante à leitura pelo menos um ponto positivo. A presença de mulheres fortes, decididas e que acabam sempre por levar as suas avante, quer motivadas pelo amor ou pelo ódio. A época, pré-Tudor, que ainda não tinha tido oportunidade de ler e sobre a qual não conhecia nenhum pormenor. O desaparecimento dos dois príncipes da torre. A história da Melusina, a deusa da água, a "responsável" pelos dotes mágicos das mulheres da família Rivers.

Uma leitura monótona e cheia de repetições. A descrição das batalhas, conspirações, conquistas e derrotas sempre na mesma nota deixando o leitor com a sensação que só estão lá para encher mais uma páginas do livro. A autora podia ter aprofundado mais sobre a vida e os dotes da Melusina.

Ainda que não tenha sido uma leitura arrebatadora, não quero deixar a história a meio e faço tensões de ler os outros dois volumes.
(3/5)

domingo, 15 de junho de 2014

O Café do Amor

Título original: The Crossroads Cafe
Género: Romance
Autor: Deborah Smith
Ano: 2006

Sinopse:
Uma mulher bela marcada para a vida
Um homem amargurado em busca de redenção
Unidos pelo destino num lugar mágico

Cathryn Deen vivia num mundo de sonho: atriz famosa, idolatrada, era considerada a mulher mais bela do planeta. A fama era tudo na sua vida. Mas após sofrer um trágico acidente de automóvel, que a deixa marcada para sempre, decide ocultar-se de tudo e todos. Escondida na casa da sua avó materna nas montanhas da Carolina do Norte, Cathryn tenta ultrapassar os seus traumas com a ajuda da sua grande prima Delta, uma mulher roliça e bem-disposta, dona do café local. Considerada por todos a alma daquele vale, Delta alimenta com os seus cozinhados e biscoitos deliciosos o corpo e o espírito dos mais carentes. Um dos seus protegidos é Thomas Mitternich, um famoso arquiteto, fugido de Nova Iorque, após os atentados às Torres Gémeas lhe terem roubado o que de mais valioso tinha na vida: a mulher e o filho. Atormentado pela culpa, Thomas acredita que nada nem ninguém lhe poderá devolver a razão de viver e, entregue ao álcool e ao desespero, espera um dia ganhar coragem para se juntar àqueles que mais amava. O destino irá cruzar os caminhos de Cathryn e Thomas numa história magnífica de superação, ensinando-os a transformar as adversidades em oportunidades e a valorizar a beleza que existe em tudo o que os rodeia. (in Wook)

O melhor sexo transporta-nos a qualquer lado. A um lugar quente e expansivo, um paraíso de luxúria e felicidade. O sexo é e deve ser, apesar de o raramente o ser, um ato de comunhão com algo maior do que nós. As pessoas dizem que os homens fodem e as mulheres fazem amor, mas nós, os homens, fazemos amor quando fodemos uma mulher que adoramos; para nós, não há diferença. Somos sinceros. Havia lugares dentro de mim que só a Cathy podia preencher com o seu corpo e eu fazia-a feliz com o meu corpo mais do que alguma vez me julguei capaz. 
(extracto retirado da pág. 402)

O passado de Thomas e, mais importante ainda, a forma como a autora optou por contar a sua história aos poucos e através da introdução da cunhada e dos seus presentes maléficos. A narração dos acontecimentos ter sido feita na perspectiva dos dois personagens centrais do livro: Cathryn e Thomas. Alguns personagens marcantes por diferentes razões: a Delta, pela sua doçura e vontade de alimentar toda a gente ou a lésbica Alberta, sem papas na língua e sempre com o seu "ar" autoritário e "machão". A escrita é simples. Lê-se num fôlego.

Nada de novo com o enredo, ou seja, mais da mesma receita: rapaz e rapariga têm problemas em suas vidas, conhecem-se, apaixonam-se, zangam-se por alguma razão, reconciliam-se e vivem felizes para sempre. Não senti empatia pela Cathryn e não consegui "sofrer" com o seu acidente ou com o processo de recuperação dela. Previsível.

Not that memorable...
(2/5)

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Anna Karénina

Título original: Анна Каренина
Género: Romance
Autor: Lev Tolstoi
Ano: entre 1873 e 1877

Sinopse: «Embora seja uma das maiores histórias de amor da literatura mundial, Anna Karénina não é apenas um romance de aventura. Verdadeiramente interessado por temas morais, Tolstoi era um eterno preocupado com questões que são importantes para a humanidade em todas as épocas. Bom, há uma questão moral em Anna Karénina, embora não aquela que o leitor habitual possa crer que seja. Esta moral não é certamente o ter cometido adultério, Anna pagou por isso (num sentido vago pode dizer-se que é esta a moral do final de Madame Bovary). Não é isto, seguramente, por razões óbvias: se Anna ficasse com Karenin e escondesse do mundo o seu affair, não pagaria por isso primeiro com a felicidade e depois com a própria vida. Anna não foi castigada pelo seu pecado (podia muito bem ter-se safado deste) nem por violar as convenções da sociedade, muito temporais como aliás são todas as convenções e sem ter nada a ver com as eternas exigências da moralidade. Qual era então a «mensagem» moral que Tolstoi queria passar neste romance? Entendemo-la melhor se olharmos o resto do livro e compararmos a história de Lévin e Kiti com a de Vronski e Anna. O casamento de Lévin é baseado num conceito metafísico, não apenas físico, do amor, na boa-vontade e no sacrifício, no respeito mútuo. A aliança Anna-Vronski é fundada apenas no amor carnal e é aqui que reside a sua ruína.» Do Posfácio, de Vladimir Nabokov (in Wook)

Para se tomarem medidas na vida familiar, é necessário que haja entre marido e mulher uma completa discórdia, ou uma amorosa concordância. Mas quando as relações entre os esposos são interderminadas e não há uma coisa nem outra, nada se pode concluir.
Muitas famílias permanecem anos nos mesmos antigos lugares, odiosos para um e para o outro, apenas porque não existe nem discórdia, nem harmonia.
(extracto retirado da pág. 688)

Os personagens únicos. O enredo elaborado. A escrita peculiar e muito descritiva, onde cada argumento ou explicação é esmiuçado até à exaustão (muitas vezes tornado-se um nada cansativo quando se falava de agricultura, por exemplo). Lévin. Bem sei que Anna é o centro do livro, mas, na minha opinião, o personagem principal foi o Lévin. O livro ter sido escrito há mais de 100 anos e continuar actual. O posfácio do Vladimir Nabokov, um ponto positivo da edição do Relógio d'Água, onde ele faz uma análise detalhada do livro e deixa a sua opinião sobre o enredo, a escrita e as principais características dos personagens criado por Tolstoi.

O romance de Anna e Vronski, muito artificial (intenção do autor em mostrar que o amor carnal não tem futuro), cheio de ciúmes que, a determinada altura da leitura, fazia-me lembrar uma novela. Não simpatizei com Anna e não consegui sofrer com ela. Os nomes dos personagens russos e suas inúmeras variações continuam a ser o meu calcanhar de aquiles. A realçar, não um ponto negativo do livro, mas da minha edição: as notas não estarem em rodapé, mas  sim no fim do livro. Tratando-se de um livro com muitas páginas, torna-se cansativo e obrigou-me a usar dois marcadores: uma para a história e outra para as notas.
(4/5)

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor

quarta-feira, 16 de abril de 2014

A Rainha Cativa

Título original: The Queen’s Captive
Género: Romance histórico
Autor: Barbara Kyle
Ano: 2010

Sinopse: Inglaterra, 1554. No rescaldo da fracassada Revolta de Wyatt, uma rainha Maria vingativa manda capturar e executar todos os conspiradores. Entre os detidos encontra-se a irmã, Isabel, de vinte e um anos. Isabel declara-se inocente, atitude que intensifica ainda mais a raiva de Maria.
Isabel anseia por recuperar a liberdade - e conquistar a coroa da irmã. Em Honor e Richard Thornleigh e no filho de ambos, Adam, a jovem princesa encontra aliados leais. Revoltada com a intenção proclamada por Maria de queimar todos os hereges, Honor visita Isabel, presa na Torre, e as duas mulheres tornam-se amigas. E quando Adam desmascara um potencial assassino, a gratidão de Isabel transforma-se numa atracção forte e mútua. Mas embora Honor esteja disposta a pôr em risco a sua segurança pela futura rainha, a participação numa nova revolta contra a impiedosa Maria obriga-a a fazer uma escolha impossível… (in Wook)

Arrancou-a do fio. Estava demasiado quente, de modo que embrulhou a mão na roda da saia. Era tão bela. E tão querida, um presente de Richard no dia em que se casaram. Brilhando ao sol, reflectia vinte e três anos de recordações. Os dois a fazerem amor. A comentarem o primeiro dente de Isabel, os estudos do Adam, o navio, os negócios, rumores, Natal, livros. Amor.
(extracto retirado da pág. 369)

As aventuras de Honor, Richard e Adam Thornleigh. A combinação entre factos verídicos com os ficcionados pela Barbara. Os últimos dias e o declínio de uma rainha sangrenta, Maria, e os caminhos percorridos para a ascenção de uma rainha do povo, Isabel. A escrita que continua simples e os factos narrados de forma emocionante.

Mais do mesmo. Durante a leitura deste 3º capítulo, o leitor fica com a sensação que está a viver quase as mesmas conspirações, traições, intrigas e resultados dos livros anteriores, A Aia da Rainha e A Filha do Rei, onde mudam apenas alguns protagonistas e cenários.
(2/5)

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