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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

As crianças e as redes sociais

Se eu gostaria de partilhar as 1458796 fotografias giras e os 432523 vídeos engraçados que tenho da Matilde? Gostava. Gostava muito. Aliás, quem não gosta de exibir filhos lindos, engraçados, inteligentes, engonhocas, trapalhões ou meigos?
Mas também sei que prometi protegê-la de tudo e fazer sempre o que for melhor para ela e, da mesma maneira que presto atenção para ela não cair do baloiço, colocar alguma coisa perigosa na boca ou correr para a estrada, como família, decidimos não expor a cara dela nas redes sociais.
Algumas pessoas não percebem e dizem tratar-se de paranóia (vejam lá que até já tivemos a audácia de pedir às pessoas para removeram fotos da nossa filha do facebook), mas cá em casa conhecemos os perigos e levamos a sério o ditado que diz que o seguro morreu de velho.
É assim há 2 anos e 29 dias e estamos muito satisfeitos com a nossa decisão e cientes que não contribuiremos para facilitar a vida às pessoas que usam fotografias de crianças para fazer brincadeiras parvas ou coisas muito piores.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Língua afiada

Ser mãe/pai é fazer sempre como pensamos ser melhor e o resto que se lixe.

[Roubado aqui]

terça-feira, 24 de março de 2015

"To the Parent of the Unvaccinated Child Who Exposed My Family to Measles"

I assume you love your child just like I love mine. I assume that you are trying to make good choices regarding their care. Please realize that your child does not live in a bubble. When your child gets sick, other children are exposed. My children. Why would you knowingly expose anyone to your sick, unvaccinated child after recently visiting Disneyland? That was a boneheaded move.
Extracto retirado aqui.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

"Filhos são como navios"

Foi com esta linda e reconfortante mensagem que a instituição onde anda a minha princesa deu as boas vindas ao ano lectivo 2014/2015.

Ao olharmos um navio no porto, imaginamos que ele esteja em seu lugar mais seguro, protegido por uma forte âncora.
Mal sabemos que ali está em preparação, abastecimento e provisão para se lançar ao mar, ao destino para o qual foi criado, indo ao encontro das próprias aventuras e riscos.
Dependendo do que a força da natureza lhes reserva, poderá ter que desviar da rota, traçar outros caminhos ou procurar outros portos.
Certamente retornará fortalecido pelo aprendizado adquirido, mais enriquecido pelas diferentes culturas percorridas.
E haverá muita gente no porto, feliz à sua espera.
Assim são os FILHOS.

Estes têm nos PAIS o seu porto seguro até que se tornem independentes.
Por mais segurança, sentimentos de preservação e de manutenção que possam sentir junto aos seus pais, eles nasceram para singrar os mares da vida, correr seus próprios riscos e viver suas próprias aventuras.
Certo que levarão consigo os exemplos dos pais, o que eles aprenderam e os conhecimentos da escola, mas a principal provisão, além das materiais, estará no interior de cada um: A CAPACIDADE DE SER FELIZ.

Sabemos, no entanto, que não existe felicidade pronta, algo que se guarda num esconderijo para ser doada, transmitida a alguém.
O lugar mais seguro que o navio pode estar é o porto. Mas ele não foi feito para permanecer ali.
Os pais também pensam que sejam o porto seguro dos filhos, mas não podem se esquecer do dever de prepará-los para navegar mar a dentro e encontrar o seu próprio lugar, onde se sintam seguros, certos de que deverão ser, em outro tempo, este porto para outros seres.
Ninguém pode traçar o destino dos filhos, mas deve estar consciente de que na bagagem devem levar VALORES herdados como: HUMILDADE, HUMANIDADE, HONESTIDADE, DISCIPLINA, GRATIDÃO E GENEROSIDADE.

Filhos nascem dos pais, mas devem se tornar CIDADÃOS DO MUNDO. Os pais podem querer o sorriso dos filhos, mas não podem sorrir por eles. Podem desejar e contribuir para a felicidade dos filhos, mas não podem ser felizes por eles.
A FELICIDADE CONSISTE EM TER UM IDEAL A BUSCAR E TER A CERTEZA DE ESTAR DANDO PASSOS FIRMES NO CAMINHO DA BUSCA.

Os pais não devem seguir os passos dos filhos e nem devem estes descansar no que os pais conquistaram.
Devem os filhos seguir de onde os pais chegaram, de seu porto, e, como os navios, partirem para as próprias conquistas e aventuras.
Mas, para isso, precisam ser preparados e amados, na certeza de que:
“QUEM AMA EDUCA”.
“COMO É DIFÍCIL SOLTAR AS AMARRAS”
[By Içami Tiba]

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Incentivo à natalidade

A proposta de incentivo à natalidade que o Passos Coelho encomendou à comissão independente está pronta e já é do conhecimento de todos. Resumidamente, a comissão chegou à conclusão que para poder haver mais bebés em Portugal é necessário que sejam aplicadas as seguintes medidas (estes pontos foram retirados deste artigo onde pode-se ler com mais detalhes o que significa cada um dos pontos):

  • Medidas fiscais: reformular código do IRS, alteração ao código do IMI, alteração ao código do imposto sobre veículos;
  • Medidas sobre a relação trabalho-família: alargamento da licença de maternidade em mais um ano, part-time para as mães e pais, isenção da TSU, partilha flexível e em simultâneo da licença parental e alargamento da aplicação (nos casos em que já existe) ou introdução de vales sociais;
  • Medidas sobre Educação: permitir que horários das creches se ajustem aos horários dos pais, rever critérios de comparticipação dos custos das creches de acordo com a dimensão das famílias, dar prioridade aos irmãos nos critérios de inscrição das crianças nas escolas e incentivo à existência de bancos de manuais escolares nas escolas;
  • Medidas sobre Saúde: obrigação de atribuir um médico de família a cada mulher grávida, alargar apoio médico em situações de infertilidade e tornar o rendimento per capita um critério de isenção de taxas moderadoras;
  • Medidas de compromisso social das autarquias: criar dinâmicas integradas de apoio às crianças e às famílias, certificar ‘Organizações Amigas da Criança e da Família’, criação de tarifários familiares de água, resíduos e saneamento, criação de ‘bancos de recursos’, alargar a oferta das escolas e creches para períodos de férias e horários pós-escolares e adequar os cursos à dimensão da família, criação de um passe-estudante e um passe-família e apoio à contratação de técnicos para instituições sociais que acorrem a mães grávidas;
Isso é tudo muito bonito não fosse o próprio do Passos Coelho já ter dito que este será um trabalho sem pressa e quando houver dinheiro, ou seja, mais uma comissão cujo trabalho não vai servir para nada.
É pena!

sexta-feira, 4 de julho de 2014

"O que deve saber uma criança de 4 anos?"

(...)

“A minha filha de 4 anos sabe o alfabeto completo, soletra 10 palavras, e sabe fazer contagem decrescente desde o 100. Anda de bicicleta, monociclo e faz surf. Mas claro, o surf é só nos dias que não vai para o Ballet, porque a dança é mesmo a sua paixão desde os 2 anos… E a sua filha, o que é que faz?”

“A minha filha brinca!”

E vejo aquela cara de suspense à espera que eu acabe a frase, como se fosse obrigatório acrescentar mais qualquer coisa.
Esta moda de que crianças têm de saber fazer várias coisas para se tornarem adultos de sucesso e, devem frequentar várias atividades para desenvolver mais competências (e o tempo para brincar, onde fica?) não podia ser mais absurda.

(...)

Afinal, que precisa uma criança de 4 anos?
Muito menos do que no apercebemos, e muito mais…
[Excerto retirado deste artigo escrito no Up To Lisbon Kids

Vamos deixar as nossas crianças brincarem, tenham elas 4 ou outra idade qualquer? Eu vou fazer por isso.

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