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quinta-feira, 24 de março de 2016

366 dias de Matilde: 75/366

15 Março
Táxi: como o pai tinha de sair o mais tardar às 8h de casa, chegámos à conclusão que era mais prático ser eu a levá-la à creche mais tarde e depois seguir para o trabalho. E assim foi.
Saímos de casa e chamei um táxi. Ela achou imensa graça ir ao meu colo, mais assim que o taxista começou a falar (e logo os taxistas que adoram falar) "fecha-se", chega-se mais a mim e mete a carinha no meu peito. Apenas levantou a cara quando tivemos de sair do Táxi.

Onde é que fui buscar uma filha tão, mas tão envergonhada?

quarta-feira, 23 de março de 2016

366 dias de Matilde: 74/366

14 Março
Rebenta a bolha: dado a hora que fazemos o percurso casa -> creche -> trabalho, apanhámos sempre, na Radio Comercial, o Rebenta a Bolha (César Mourão) e a Caderneta de Cromos (Nuno Markl), mas é do primeiro que venho falar hoje. Assim, sem que nada o prevesse e num dia normal como tantos outros, ouvimos no banco de trás uma vozinha a cantorolar: "ebenta a bolha, ebenta a bolha, ebenta a bolha".

My work here is done.

366 dias de Matilde: 73/366

13 Março
Passagem em Fátima: foi uma visita rápida para deixar a minha tia, mas deu para fazermos um passeio a pé da Gare até à rodunda. Quiz logo ir para o chão e fez o percurso a correr, a meter-se com as pessoas que passavam e a andar à volta dos pinos que bloqueiam os carros (não sei como se chamam).
A poucos metros do carro, pergunto-lhe: Matilde, onde está o carro? "Tá ali", responde, apontando para o carro do pai, da mãe e da "Batilde", como ela costuma dizer.

(Muito melhor que eu que errei no carro e só percebi que não era o nosso quando vi que não tinha uma cadeirinha no banco de trás).

366 dias de Matilde: 72/366

12 Março
Conhecer uma tia da mãe: no sábado fomos buscar a minha tia a Lisboa (ela vive nos USA e esteve de férias cá) e, assim que a Matilde colocou os olhos nela, "fechou-se" (expressão que usamos para descrever como ela fica quando está perante pessoas ou ambientes desconhecidos) e esteve assim toda a viagem.
Assim que entrou em casa, virou o jogo e foi vê-la o dia todo a correr atrás dela e a chamar "tiiiiiiiiiiiiiia".

terça-feira, 22 de março de 2016

Do Monte Cara Vê-se o Mundo

Título original: Do Monte Cara Vê-se o Mundo
Género: Romance
Autor: Germano Almeida
Ano: 2014

Sinopse: "Mas quem diabo é este fulano? Somos amigos antigos, apressa-se Pepe a dizer-lhe, companheiros de passeios matinais da Laginha à Enacol, ando a instrui-lo sobre S. Vicente, ele quer ser escritor, vai escrever um livro sobre nós. Nós quem, estranha Guida. Nós todos de S. Vicente…" Nós todos de S. Vicente, ou melhor, da cidade do Mindelo, em Cabo Verde, cidade que é o verdadeiro herói deste novo romance de Germano Almeida. Dezenas de personagens - homens e mulheres, novos e velhos - de que se destacam o velho Pepe, filho do João Serralheiro, Júlia, que poderia ser sua filha e foi o grande amor da sua vida, Guida, cujo marido se perde na emigração, enfim a D. Aurora, a Professora Ângela, o Trampinha e uma multidão de outros personagens, cada um com a sua história, todos aqui reunidos num extraordinário romance que é também um retrato de todos nós, sob o olhar complacente e divertido do Monte Cara, lá no alto, em frente à cidade. (in Wook).

Uma viagem até São Vicente, Cabo-Verde, num passeio pela ilha e pelos seus pontos turísticos e atractivos, pelas suas gentes, gastronomia, costumes, história, saberes, vivências, crendices, em suma, todos os recantos e lugares comuns descritos e "criados" por Germano Almeida.
Erotismo. Amizade. Amor. Tradições. Traições. Emigração. Família. Cultura. Piadas. Conquistas. Sofrimento.

Um livro para conhecer ou revisitar Cabo-Verde e os caboverdeanos.

2016 Reading challenges: Janeiro.

366 dias de Matilde: 71/366

11 Março
Chá ou café: uma das brincadeiras preferidas da Matilde é servir café com o serviço que a mãe ofereceu-lhe no natal (já tem em falta uma chávena e o açucareiro).
Abre a malinha, coloca o guardanapo no pescoço, dá o outro à mãe (ou pai), despeja o bule para a chávena, coloca um pouco de leite, mexe com as colherzitas, bebe e faz barulho.
Uma verdadeira senhorita.

Serviço Chá Porcelana 13 Peças com Maleta - 7,99€ (Continente)

sábado, 19 de março de 2016

366 dias de Matilde: 70/366

10 Março
O tempo
: cada dia é um novo dia de aprendizagens e é maravilhoso poder partilhar estas experiências com eles. Saímos de casa de manhã para a creche. O dia não está dos melhores e até um nada ventoso.
Matilde: mãe, tá ventinho!

Ao "quentinho" (quando está ao sol, no banho, com a comida, etc.) e o "friinho" (quando saímos de casa de manhã e está algum frio), adicionámos agora também o "ventinho". Maravilhoso.

366 dias de Matilde: 69/366

9 Março
O desaparecimento da mãe: chegados a casa, fomos brincar para a nossa cama. Passado um bocado, o pai teve de ir à casa de banho e ela foi logo atrás. Enquanto esperava, resolvi esconder-me ao lado da cama. Uns minutos depois ela volta e não encontra-me.
Matilde: pai, a mãe "dejaparecheu"!

sexta-feira, 18 de março de 2016

366 dias de Matilde: 68/366

8 Março
Bonecas: apesar de ainda não ligar muito às bonecas (prefere os "bonequinhos" dos legos) tem algumas que lhe foram oferecendo. A Laura (ou Lala, como ela diz) é uma boneca que diz coisas quando lhe fazemos pressão no peito e é a coisa mais fofa do mundo ver a Matilde a imitá-la.

Do reportório da Laura, constam: mamã, papá, dadá, gritos, gargalhadas entre outras habilidades vocais.

quinta-feira, 17 de março de 2016

366 dias de Matilde: 67/366

7 Março
Legendas by Matilde: segundo a Matilde estamos perante o "fona" da mãe e o "fona" do pai, respectivamente (a ordem está certa... falta é acertar o nome).

quarta-feira, 16 de março de 2016

366 dias de Matilde: 66/366

6 Março
Chegada do pai: ouço-o a meter a chave na porta e finjo que vamos até à sala brincar. Ela sai à minha frente. Chega ao hall e dá de caras com o pai.
Matilde: mãe, o pai! (com uns olhões arregalados)

Corre para os braços dele e não mais quiz saber de mim.

terça-feira, 15 de março de 2016

366 dias de Matilde: 65/366

5 Março
Balões: os senhores balões e as suas caras bonitas (ou não). O pior foi quando ela tentou imitar-me e apanhou um susto quando um deles explodiu-lhe na cara.

segunda-feira, 14 de março de 2016

366 dias de Matilde: 64/366

4 Março
1º dia sozinhas: acordou, chamou pelo pai e estranhou o facto de tê-la trazido para a minha cama e não ter encontrado o pai.
Matilde: mãe, o pai?
Mãe: o pai não está cá!
Matilde: mãe, lete?

Como quem diz, esqueçamos o pai e falemos de coisas que realmente interessam. Bebeu o leite e voltámos para a cama para mais uma hora de soninho bom (viva as mini-férias).

366 dias de Matilde: 63/366

3 Março
Mordidela que perdura no tempo
: apesar de ter sido mordida há alguns dias, volta e meia vira-se para nós e diz: "mãe, o Simão modeu Matilde", seguido de um pedido de ajuda para arregaçar a manga e mostrar os dentinhos marcados no cotovelo (e estavam bem marcados).
A míuda tem mesmo boa memória.

sexta-feira, 11 de março de 2016

366 dias de Matilde: 62/366

2 Março:
Brincadeiras da manhã: volta e meia a Matilde faz algum charme e nega-se a ficar com a auxiliar na creche. Olha para mim, faz beicinho e diz que não quando ela lhe chama.
Ela lá vai arranjando artimanhas para convencê-la (ir ver o gato, ir ver os desenhos/trabalhos nas paredes, etc.), mas nesse dia a forma que encontrou para ultrapassar o problema foi pedir-lhe que a ajudasse a ir buscar as espreguiçadeiras dos bebés e a arrumar a sala. Olhou para mim, disse adeus e foi à sua vidinha.
Tenho uma menina trabalhadora.

terça-feira, 8 de março de 2016

366 dias de Matilde: 61/366

1 Março
Visita ao office dos pais: em dia de aniversário da empresa, tive de ficar até mais tarde a assistir a um Q&A interno pelo que foi o pai a ir buscá-la à creche e depois forem ter comigo ao office.
Como ela adora andar de elevador (teve a sorte de serem dois andares), ia toda contente, mas assim que entrou e deu de caras com pessoas desconhecidas, fechou-se em copas.

Oh menina para ter vergonha de estar perante pessoas com quem não tem confiança. Transforma-se numa pessoa completamente diferente.

366 dias de Matilde: 60/366

29 Fevereiro
Ainda o bolo de cenoura: para evitar que ela estivesse sempre a ver o bolo em cima da bancada, optei por "escondê-lo" na primeira prateleira de uma estante muito alta que tenho na cozinha.
Fim do dia e acabamos de entrar em casa.
Matilde: mãe, bolo?
Mãe: não há bolo. Não vês que não está aí? (aponto para a bancada)
Matilde: tá aí! (aponta para o topo da estante)

Completamente apanhada.

sexta-feira, 4 de março de 2016

366 dias de Matilde: 59/366

28 Fevereiro
Sobremesa: depois de ter terminado o jantar, tinha chegado a hora da fruta.
Mãe: maçã?
Matilde: não!
Mãe: laranja?
Matilde: não!
Mãe: kivi?
Matilde: não!
Mãe: maçã?
Matilde: não!
Mãe: bolinho?
Matilde: sim! (com os olhinhos a brilhar)

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

366 dias de Matilde: 58/366

27 Fevereiro:
Retrato de família: apanhei-a distraída e fiz uns rabiscos no quadro dela (não tenho mesmo jeitinho nenhum para isso). Quando apanha-me, pára e fica a olhar com um ar muito sério para a imagem.

Mãe: Matilde, quem é?
Matilde: Maija, Migueli e Batilde.

Nem mais. Afinal o meu desenho não estava assim tão mau. Se calhar estava mesmo mau e ela estava apenas a ser amorosa.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

366 dias de Matilde: 57/366

26 Fevereiro
Bola cor de rosa: há algum tempo que andávamos a querer comprar-lhe uma bola com um tamanho razoável, leve e que desse para brincar dentro de casa. Como estávamos na Decatlon, resolvi procurar uma. Encontrámos uma caixa delas e ela agarrou logo numa azul que estava sem plástico e não havia forma de demovê-la de trazer aquela.
Mãe: Matilde, esta não. Vamos levar uma com plástico (agarro numa cor de rosa)
Matilde: não!
Mãe: ou levamos esta no plástico ou não levamos nenhuma.

Largou logo a bola azul e veio atrás de mim para a caixa. Não podem ganhar sempre.

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