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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

A (des)colocação de professores

Depois ter ter ouvido um conhecido explicar as voltas e reviravoltas que teve de dar à sua vida, durante o mês de Outubro, por causa do erro na colocação dos professores é que uma pessoa se mentaliza do enorme impacto que um erro desses tem na vida dos (des)colocados, das suas famílias e demais pessoas das suas relacções.
No caso em questão, a pessoa teve de arranjar casa no destino, procurar creche para o filho, cancelar o arrendamento no sítio onde mora, contratar serviços de mudanças para, à última hora, cancelar tudo porque houve um erro na colocação e afinal a esposa vai dar aulas em Mem Martins e não no Alentejo.
Saber que a 24 de Outubro ainda há escolas sem professores e professores sem escola, tendo em conta que as aulas do ano anterior terminaram há mais de 3 meses, é de uma incompetência e falta de respeito atroz.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Dietas

Se há coisa que tem o dom de fazer-me comichão no céu da boca são as dietas milagrosas. Começa o Verão a despontar (se bem que se diz que este ano só cá se instala lá para Setembro) e temos de esconder de um sem fim de "dietistas", cada uma com uma dieta melhor que a anterior, com promessas de deixar-nos em forma durante 2, 15 ou 31. À variante número de dias, há quem tenha criado as dietas das cores, dos líquidos,  vegetariana, para peder peso, para acabar com a barriginha, etc.
Vão por mim, a dieta só funciona se for usada como um regime metódico de alimentação e não algo sazonal só para melhorar o aspecto no biquini durante algumas semanas.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Das coisas que não compreendo...#2

Por mais anos que viva e por mais que conviva e conheça determinadas pessoas, nunca hei-de compreender as atitudes mesquinhas.
Quando é que estas pessoas percebem que só se enterram e perdem credibilidade agindo desta forma?

segunda-feira, 6 de maio de 2013

A mania do socialmente correcto...

Andam o ano todo a invejar o corpo da Gisele Bundchen ou da Adriana Lima, que mal tiveram as crias já estão outra vez com a boa forma (se é que alguma vez a perderam durante a gravidez), mas foi só a H&M fazer uma campanha com uma modelo plus size (designação dada às modelos mais gordas), para que meio mundo viesse dizer que ela é que é normal que as outras é que são umas escanzeladas.

A rapariga é gira (ninguém está a dizer o contrário), pode representar a maior parte das mulheres, mas sejamos honestos: pode-se dizer que ela não é/está gorda? Podemos chamar-lhe "cheinha", "roliça", mas o que queremos dizer é que ela é uma modelo mais gorda que as outras ditas escanzeladas.

Não tenho nada contra gordas ou magras, roliças ou escanzeladas, mas chateia-me o facto de se poder chamar alguém de magra, dizer que não devem comer nada e que um qualquer ventinho é capaz de levar-lhes para longe, mas assim que se diz que uma rapariga está gorda, estamos a ser insensíveis.

Os critérios deveriam ser os mesmos: da mesma forma que se aponta o dedo a uma magra por concluír que só come ar, devia-se poder chamar atenção à outra por se pensar que come tudo menos ar.

domingo, 31 de março de 2013

Luz ao fundo do túnel...

Vês um pontinho branco (bem, bem ao longe) e respiras porque parece ser a luz ao fundo do túnel que tanto esperas; uns passos e percebes que não passa de mais um pontinho branco banal a tapar-te o acesso ao fim do túnel.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Do comportamento em público

Há pessoas que dão todo um novo significado à expressão "descer à cidade".

Se vissem o que um casal e um grupo de miúdas, com idade para terem juízo, fizeram onde a umas cadeiras de distância de mim, compreendiam a meu desabafo.
Certas pessoas deviam ser, simplesmente, proíbidas de frequentar espaços públicos.

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