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sexta-feira, 8 de abril de 2016

Pai e filha


terça-feira, 30 de setembro de 2014

"Casava-me já contigo"

Casámos no último dia de Setembro no primeiro Setembro deste século. Estávamos apaixonados, surpreendidos e felizes. Catorze anos depois ainda não acredito na minha sorte.

Quando eu era pequenino e vi um cartaz do filme The Seven Year Itch, de Billy Wilder e de 1955, perguntei à minha mãe o que era. Ela respondeu: "Ao fim de sete anos a novidade do casamento começa a passar".

Ao fim de 14 anos, cada vez que eu olho para a minha mulher, cada dia que acordo ao lado dela, o que mais me comove e impressiona é precisamente a novidade de vê-la, poder amá-la, ter a sorte de ser amado por ela.

Cada coisa que fazemos é ao mesmo tempo antiquíssima – como uma cerimónia que construímos juntos só para nós os dois – e novíssima, pelo desejo e pelo entusiasmo de lá estar, naquele lugar que ela abriu para mim e ela no lugar que só é dela, que sou eu.

O casamento é só uma palavra: é verdade. Mas também pode ser a vontade de casarmos e ficarmos casados, todos os dias, com a mesma pessoa que amamos.

Cada vez nos casamos mais. As diferenças dela vão cabendo cada vez melhor nas minhas. Cada vez somos, a Maria João e eu, mais livres de sermos como somos, cada um de nós, e de sermos como somos, nós os dois.

Ela torna-se mais ela; eu torno-me mais eu, ela e eu com menos medo que o outro fuja por causa disso. Mas com medo à mesma. E ganância de viver e curiosidade em saber como é que o décimo quinto ano vai ser melhor do que este.

Mas vai ser.
[By Miguel Esteves Cardoso in Público]

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Sentimento agridoce

Aquele momento em que saimos de casa e a nossa filha desata num pranto: se por um lado custa saber que ela vai ficar a chorar, por outro lado, saber que nos reconhece e que sente a nossa falta é um sentimento do caraças.

sexta-feira, 28 de março de 2014

iPhone 5s

Arranjem o vosso que este é meu.
Apesar de só fazer anos a 16 de Abril, a minha prenda do esposo e da filhota já chegou-me às mãos. Foi uma surpresa daquelas. Uma caixa de amêndoas de chocolate que trazia o mais inesperado dos contéudos (haviam de ver a minha cara quando tirei a tampa da caixa): um telemóvel dourado, levezinho e lindo que só ele. Caso para dizer, once you go iPhone, you never go back.

Nunca pensei vir a gostar de um telemóvel dourado... Muito obrigada, esposo!

domingo, 5 de maio de 2013

Não só no dia de hoje...#2

... mas com mais enfoque neste teu dia, apraz-me gritar a plenos pulmões: muito obrigada, por tudo o que és e tudo o que sou por causa de ti, MÃE!
Não posso afirmar que és a melhor do mundo, mas és, sem margens para dúvidas, a melhor do meu mundo.

Feliz dia das mães a todas as mães do mundo e votos especiais para a minha mãe e a minha mana do meio que está a celebrar o seu primeiro dia da mãe.

terça-feira, 19 de março de 2013

Não só no dia de hoje...

... mas com mais enfoque neste teu dia, apraz-me gritar a plenos pulmões: muito obrigada, por tudo o que és e tudo o que sou por causa de ti, PAI!
Não posso afirmar que és o melhor do mundo, mas és, sem margens para dúvidas, o melhor do meu mundo.

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Hoje é o dia do esposo...

terça-feira, 27 de novembro de 2012

5 anos como marido e mulher...

Parabéns a nós! Segundo a Wikipédia, estamos a celebrar as bodas de madeira e ferro (vai-se lá perceber a razão do nome).

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

8 anos de nós...

Eu. Tu. Nós

segunda-feira, 19 de março de 2012

Pai...

Nada me tira da cabeça que o MAIOR e MELHOR pai do mundo é o meu.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Do 31º aniversário...

Parabéns, esposo.

domingo, 27 de novembro de 2011

Do 4º aniversário...

Amo-te tanto, meu amor... não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.

Amo-te afim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.

E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude

[Soneto do Amor Total, Vinicius de Moraes]

terça-feira, 12 de julho de 2011

Dos aniversários...

My little sister is 22. Happy birthday, love!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

De África...

You can take the girl out of Africa, but you can't take Africa out of this girl.

[Dia de África]

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Da mulher que sou...

Sou uma mulher de baixa manutenção. Não espero prendas e custa-me ver os homens a praguejarem porque têm de comprar qualquer coisa para a namorada/esposa senão ela fica chateada. Talvez por ter sido criada numa sociedade onde não se pratica a modalidade da troca de prendas, who knows?

Sou mulher para comprar aquela mala ou aquele relógio e não esperar que ele descubra que a prenda que me arrancará um sorriso nos anos, no Natal, no aniversário de namoro, no aniversário de casamento, no dia de São Valentim, etc.

Sou mulher para saber que o facto de ter acordado ao meu lado no dia de São Valentim ou de todos os outros dias do ano é mais que suficiente.

A minha prenda de todos os dias é saber que ele está porque apetece-lhe. Porque apetece-nos.

domingo, 28 de novembro de 2010

Do 30º aniversário...

Amo-te pela pessoa que és e pela pessoa que sou quando estou contigo.
Parabéns, esposo.

sábado, 27 de novembro de 2010

Do 3º aniversário...

- Juíza: MM, é da sua livre vontade contrair matrimónio com o MN?
- Eu: Sim.
- Juíza: MN, é da sua livre vontade contrair matrimónio com a MM?
- Ele: Sim.
Parabéns, a nós.

domingo, 15 de agosto de 2010

Dos seis anos...

Eu. Tu. Nós.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Do melhor pai do mundo...

Pai: então filha, tudo bem?
Eu: tudo bem, só ando um bocado cansada.
Pai: porque não tiras duas semanas de férias e vens sentar-te ao pé de mim a descansar?
Eu: era bom era, o meu chefe é que pode não gostar da ideia.

Para mim, és o MAIOR e amo-te mais que tudo. Feliz dia, Pai!

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Be my valentive, but not for one day

Corações. Corações. Corações. É vê-los espalhados em todas as esquinas e este blog também tem algo a dizer sobre este dia.


Hoje, os casais esquecem os seus problemas e enfrentam enormes filas para jantar naquele restaurante, onde mais um punhado de casais tentam fazer o mesmo.
Trocam prendas com mais ou menos significado/necessidade e fazem juras de amor.

Hoje, fala-se de amor e felicidade.

Sempre fui do contra. Detesto seguir convenções. Faço as coisas por que quero e não porque é suposto fazer por esta ou aquela razão. Não janto fora no dia dos namorados, nem ofereço prendas. 14 de Fevereiro é apenas mais um dia no calendário.

Já enfrentei uma enorme fila para entrar num restaurante e estar mais um tempão à espera para comer. Já percorri metade da cidade para acabar a jantar no pior restaurante de sempre, apenas porque era dia 14 e tínhamos de celebrar. Depois, cresci e ganhei juízo.

Hoje, dia 14 de Fevereiro, foi apenas mais um domingo normal cá em casa: eu no sofá a descansar e a por as séries em dia e o esposo, ao meu lado, a trabalhar.
Janta-se cá em casa, vê-se os Ídolos e vai-se para a cama com a certeza que, a cada dia que acordo ao lado dele, é mais um dia dos namorados.

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